terça-feira, 30 de novembro de 2010

JARDIM DO EDEN VALE DE KJÓLUR NA ISLÂNDIA

Um grupo de cientistas e arqueólogos sob a liderança do pesquisador italiano Giancarlo Gianazza estiveram na Islândia recentemente procurado por nada mais nada menos que o Santo Graal.

Segundo o pesquisador italiano, existem pistas nos poemas de Dante que indicam as coordenadas geográficas exatas da Islândia e descrevem a área do Jardim do Eden que corresponde precisamente ao vale de Kjölur na Islândia. Impressionante, principalmente quando levando em consideração que o poema foi escrito 200 anos antes da invenção do primeiro método para se medir longitude.

Outra pista estaria escondida na pintura A Última Ceia de Leonardo Da Vince, que segund Gianazza, contém o mapa de uma região das terras altas da Islândia. Da Vince teria, claro, usado Google Earth para obter uma visão aérea detalhada da área.

Evidentemente, existem outras áreas no mundo que tem formações geológicas com formato de V, mas eu suponho que se a idéia para esconder o Santo Graal era de levá-lo o mais longe possível da civilização, as terras altas da Islândia batem praticamente qualquer outra opção!

Outro argumento apresentado pela equipe que procura pela relíquia é de que textos islandeses antigos mencionam que um grupo de "oitenta homens do leste" teriam vindo à Islândia acompanhando o Snorri Sturluson, o grande escritor, poeta e político islandês no ano de 1217. O pesquisador italiano acredita que estes oitenta homens eram Cavaleiros Templários e que Snorri teria os auxiliado a encontrar um bom local para esconder seu tesouro.

As autoridades islandesas deram permissão para as escavações que aconteceram durante as últimas três semanas na região de Kjölur, entre as geleiras Langjökull e Hofsjökull. Para a surpresa de todos a equipe não encontrou o Santo Graal.

O pronunciamento oficial dos cientistas da equipe foi de que eles ainda tem certeza de que o Santo Graal está na Islândia, e que os dados e evidências que coletaram durante as escavações recentes justificam novas escavações no ano que vem

 vidanaislandia.com

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

DÉCIMO-TERCEIRO APÓSTOLO

O Santo Graal e a Linhagem Sagrada
Michael Baigent, Richard Leigh & Henry Lincoln

"Na verdade, tropeçamos com algo maior do que havíamos previsto e fomos
levados a uma conclusão chocante, controvertida e aparentemente - mas só aparentemente - insustentável"
Capa do polêmico livro de Dan Brown, intitulado "O Código Da Vinci", um best-seller do momento que relata uma grande verdade: Leonardo da Vinci usou nas suas pinturas uma espécie de codificação para transmitir à posteridade [e somente para aqueles que tivessem a necessária percepção para entender] grandes conhecimentos que foram criminosamente ocultadas da humanidade. Como alto Iniciado que foi, Da Vinci teve acesso a certas verdades "proibidas" - como por exemplo o fato de Jesus Cristo ter tido uma esposa e até mesmo ter gerado uma descendência!

Contudo, se quisermos realmente usar de justiça, é importante saber que MUITO ANTES de Dan Brown e do seu polêmico livro, precisamente há cerca de 10 anos atrás, três pesquisadores - Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln - já tinham levantado, minuciosamente e com muito mais detalhes, todas essas evidências, publicadas em um importantíssimo trabalho intitulado "O Santo Graal e a Linhagem Sagrada". No Brasil, pela Editora Nova Fronteira. Leitura recomendada!. Portanto, TUDO aquilo que hoje se sabe deve-se a eles.
A controvérsia  começa com a notável obra de Leonardo da Vinci,
retratando a Última Ceia de Jesus com os seus Apóstolos.
Nessa pintura, "A Última Ceia" - aqui vista sem a restauração - Leonardo da Vinci colocou ao lado de Jesus na Santa Ceia a imagem de um  "apóstolo", que na verdade era a imagem de UMA MULHER! Porém, "oficialmente", este seria o Apóstolo Paulo.
A ESPOSA DE JESUS é o Décimo-Terceiro dos Apóstolos
 cuja presença foi suprimida, era na verdade MARIA MADALENA
Aqui, uma ampliação do espantoso detalhe, mostrando plenamente o belo rosto de Maria Madalena, simbolicamente sentada à direita de Cristo - o que, de acordo com os costumes da época, significava um lugar muito especial, reservado somente para as pessoas muito especiais e muito queridas!
Além disso e verdadeiramente, o misterioso Leonardo da Vinci
guardava consigo um outro enorme segredo:
Na Biblioteca Nacional da França foi encontrado um antiqüíssimo documento intitulado "Les Dossiers Secrets", ou "Os Arquivos Secretos", no qual era relatada a existência de uma misteriosa Sociedade Secreta, ou Irmandade, denominada "O PRIORATO DO SIÃO" - cujo símbolo se vê acima.
Na imagem acima (FOTO: abc), uma parte dos "Les Dossiers Secrets",
contendo informações muito importantes, pois.....
..... Com filiação autenticamente ROSACRUZ, lá estavam dispostos os nomes de todos os Grão-mestres dessa Sociedade, descritos pelo título de "Nautonniers", ou "Timoneiros", a saber: Ugo de Payens 1119-1136; Robert de Craon 1136-1147; Evrard de Barres 1147-1150; Ugo de Blancheford 1150-1151; Bernard de Tremblay 1151-1153; Guillaume de Chanaleilles 1153-1154; Evrard de N... 1154-1154; André de Montbard 1155-1156; Bertand de Blancheford 1156-1169; Philippe de Milly 1169-1170; Eudes de Saint-Amand 1170-1180; Arnaud de Toroge 1181-1184; Guillame de Gisors 1184-1188; Jean de Gisors 1188-1220; Marie de Saint-Clair 1220-1266; Guillaume de Gisors 1266-1307; Edouard de Bar 1307-1336; Joanne de Bar 1336-1351; Jean de Saint-Clair 1351-1366; Blanche d'Evreux 1366-1398; Nicholas Flamel 1330-1418; René d'Anjou 1418-1480; Iolande de Bar 1480-1483; Sandro Filipepi - Botticelli 1483-1510; LEONARDO DA VINCI 1510-1519; Connétable de Bourbon 1519-1527; Ferdinand de Gonzague 1527-1575; Louis de Nevers 1575-1595; Robert Fludd 1595-1637; J. Valentin Andrea 1637-1657; Robert Boyle 1654-1691; Isaac Newton 1691-1727; Charles Radclyffe 1727-1746; Charles de Lorraine 1746-1780; Maximiliam de Lorraine 1780-1801; Charles Nodier 1801-1844; Victor Hugo 1844-1885; Claude Debussy 1885-1918; Jean Cocteau 1918 - 1963; Pierre Plantard de Saint-Clair 1981..... ?.

Leonardo da Vinci teve seu nome incluído na relação dos Grandes Mestres, ou Timoneiros, dessa Irmandade durante o período de 1510 a 1519, o que se torna, pois, bastante significativo. Muita atenção no sobrenome que grifamos, SAINT-CLAIR.
Esses registros muito antigos revelavam que Maria Madalena, a ESPOSA DE JESUS, logo após o episódio da crucificação e por razões de segurança, abandonou Jerusalém a bordo de um pequeno barco, levando consigo a pequena SARA, a FILHA DELA COM JESUS, LÁZARO, o mesmo que havia sido ressuscitado por Jesus, a acompanhava nessa viagem juntamente com Marta.
Dizem os registros secretos que o pequeno barco com Maria Madalena, Sara, Lázaro e Marta, finalmente aportou em uma região francesa que hoje em dia se chama, não sem uma certa razão, SAINT MARIES DE LA MER, onde lá puderam encontrar abrigo e proteção em uma comunidade judaica!
E é lá justamente que até hoje está situada a Igreja de SANTA SARA
(foto), erguida em homenagem à menina, FILHA DE JESUS.
Trata-se da misteriosa Saint Maries de La Mer, localidade esta que desde tempos imemoriais até hoje reverencia SANTA SARA, uma mulher DE PELE MORENA, ou por vezes mais escura - em outras palavras, SARA, A FILHA DE JESUS que ali viveu e fora criada por sua mãe MARIA MADALENA!
Apesar de tudo isso, os grandes Iniciados, muitos deles através da sua arte assim como o Mestre Da Vinci, transmitiam certas verdades que sobejamente conheciam porém jamais poderiam revelar. Na pintura cima, de Vivarini, Maria Madalena é retratada tendo nos braços SARA, a sua filha com Jesus.
Madalena, uma mulher mística, dotada de rara beleza, ainda hoje santificada e também reverenciada por muitas religiões que logicamente SABEM toda a verdade. Aliás, os antigos documentos dizem que ela peregrinava e também pregava aos povos os Ensinamentos de Cristo, assim como também o faziam todos os apóstolos. Repare bem nos seus adereços, vistos nesse vitral, e tire as suas próprias conclusões.
Bela, misteriosa e sempre retratada pelos mestres da pintura como ostentando algum atributo materno! Nessa obra de Richard Stodart, a vemos segurando um ovo - símbolo místico da MATERNIDADE.
As mais antigas Tradições dizem que Maria Madalena foi a última guardiã do SANTO GRAAL, o Cálice Sagrado que Jesus Cristo usou na última Ceia e com o qual José de Arimatéia teria recolhido o Seu Divino Sangue durante a crucificação. A partir desse ponto iremos encontrar mais um outro enorme e muito significativo mistério......

 dominiosfantasticos.com.br

domingo, 28 de novembro de 2010

O DÉCIMO-TERCEIRO APÓSTOLO I I

Maria Madalena, por sinal, foi a PRIMEIRA pessoa a testemunhar a Ressureição de Cristo. E é, por outro lado, realmente muito estranho que Pilatos tenha entregue o corpo de Jesus, supostamente morto na cruz, a José de Arimatéia.

A Bíblia nos diz que Madalena, nesse episódio, tentou tocá-lo, ocasião em que o Mestre teria respondido: - "Não me toques!" - talvez devido a uma alta radiação ou à gravidade dos seus ferimentos.
Jesus tinha o título de RABI, ou RABINO. Segundo as Leis Judaicas, um Rabino tem que ser obrigatoriamente CASADO. É exatamente o que esses antigos Preceitos dizem: - "Um homem não casado não pode ser um Professor das Leis"!
Nos Evangelhos, por sinal, existe a citação de um episódio, as chamadas "Bodas de Canaã", que bem poderia ter sido o próprio casamento de Jesus
com Maria Madalena.Os textos são bem claros quando Jesus assumiu
a si a responsabilidade de servir aos convidados, uma responsabilidade
que, segundo os costumes da época, era unicamente reservada AO
ANFITRIÃO, ou seja, AO PRÓPRIO NOIVO.
Acima, você vê um raro e muito antigo exemplar da Bíblia Canônica, dita "Vulgata". Os Dez Mandamentos.... ERAM 15

01 - Não tereis nenhum deus estrangeiro
02 - Não fareis nenhuma imagem
03 - NÃO ADORAREIS IMAGENS
04 - Não pronunciareis em vão o nome do Senhor
05 - Santificareis o dia do Shabat
06 - Honrareis vosso pai e vossa mãe
07 - Não matareis
08 - Não fornicareis
09 - Não furtareis
10 - Não testemunhareis o falso
11 - Não desejareis a casa do vosso próximo,
        nem sua mulher e nem os bens dele
12 - Não fareis deuses de prata e nem de ouro
13 - Levantareis para mim um altar na Terra
14 - Se fizerdes um altar de pedra, não o construireis com pedras talhadas,
        pois se tornará impuro se usardes o buril
15 - Não subireis até meu altar por degraus 
Leonardo da Vinci, um Grão-mestre do Priorato do Sião, teria nos deixado uma outra sutil mensagem: na sua obra conhecida como "A Virgem nas Rochas", aparece na cena MARIA MADALENA tendo ao seu lado a filha SARA, brincando com as  crianças!

A Ordem do Priorato do Sião, também conhecida como "O Monastério do Sião", em 1118 adotou o subtítulo de "Rosacruz Veritas", a qual na qualidade de suprema guardiã desses imensos segredos, deu origem à Sagrada Ordem dos Templários, os Cavaleiros de Cristo. Segundo dizem os velhos registros, eles teriam tomado a si a guarda do SANTO GRAAL e a proteção dos descendentes e da Linhagem de Cristo, as quais naturalmente correriam sério perigo através dos tempos se acaso fossem conhecidos ou revelados.

Logo, os Cavaleiros Templários se tornaram uma forte e poderosa organização, pelo fato de guardarem consigo um muito perigoso e extremamente proibido segredo que a Igreja Católica conhecia e abafava, passaram a sofrer fortes perseguições militares que visavam à sua extinção e que duraram dos anos 1307 a 1314.

Essa é a imponente torre de Magdala
onde fenômenos muito estranhos ainda hoje se manifestam
E foi preisamente lá que um estranho fenômeno luminoso, talvez propositadamente gerado pelos reflexos dos vitrais [e que se repete até os dias de hoje na Igreja de Magdala, podendo até mesmo ser fotografado e chamado de Blue Apples - foto].

Durante a remoção do altar-mor, uma pedra que encimava duas colunas visigóticas. Uma dessas colunas era oca. Dentro dela, dois pergaminhos datados de 1244 e 1644! Eram relativos ao Novo Testamento e continham inúmeras palavras e textos muito bem codificados e cifrados. Documentos esses que diziam respeito à vida de Jesus, Maria Madalena e a sua descendência, também confirmarem amplamente que Jesus Cristo não morreu na cruz!

Pelo contrário, através de um édito do Imperador Tibério, chegado às pressas diretamente de Roma, sua vida fora poupada e ele descido da cruz em deplorável estado físico, porém ainda VIVO. Sua família, como já vimos por medida de segurança, partiu para outras terras e Ele - juntamente com sua mãe Maria, e uns poucos fiéis apóstolos - prosseguiu sua peregrinação através do mundo, vindo a morrer já bastante idoso na Índia, precisamente em Kashemir, no ano 74 - onde hoje, por sinal, está situada a sua tumba! Aliás, nos documentos Templários encontrados em Rennes-Les-Chateaux, era estabelecido de maneira muito clara e direta, sem contudo especificar onde, que Jesus estava VIVO e em outras terras no ano 45!

Quem retirou Jesus do cruel suplício da Cruz e tratou dos seus severos ferimentos foram os membros da Sociedade Essênia - uma Ordem austera, incorruptível, de fundamentos iniciáticos e de origem EGÍPCIA, da qual, aliás, inclusive o próprio Jesus fez parte como Elevado Mestre!

Nas altas cavernas das montanhas de Qumram, situadas às margens do mar Morto, um pequeno pastor descobriu importantes documentos dessa Fraternidade Essênia, contendo outros exemplares de verdadeiros Evangelhos, conhecidos como "Os Manuscritos do Mar Morto", os quais não só confirmavam tudo isso, como também revelavam outras passagens desconhecidas da vida e da obra Daquele que foi o seu membro Maior e mais importante: Jesus, O Nazareno!

E foi também, por sua vez no Egito, que um camponês encontrou em 1945 nas proximidades da cidade de Nag Hammadi, um jarro de cerâmica vermelha profundamente enterrado. No seu interior, antigos manuscritos dos quais ele, ignorando o seu imenso valor usou muitos deles para aquecer a sua casa. Essa coleção - que faz parte dos Evangelhos Gnósticos e conhecida como os "Manuscritos de Nag Hammadi" - foi posteriormente contrabandeada para fora do Egito e adquirida pela Fundação Carl G. Jung, sendo finalmente traduzida em 1961 por um grupo internacional de especialistas.....
..... Para surpresa de todos, ali estavam documentos muito mais velhos do que os constantes do Novo Testamento geralmente aceitos. E, o melhor de tudo, documentos que escaparam ilesos da violenta censura! Em um desses manuscritos, intitulado "O Segundo Tratado do Grande Seth", está explicitamente revelado que Jesus escapou da morte na cruz 

Além disso, em uma passagem de um outro texto, Pedro dirige-se a Maria Madalena com as seguintes palavras: - "Irmã, nós sabemos que o Salvador te amou mais do que as outras mulheres". E nesses documentos estava também contido o Evangelho de Felipe, no qual uma passagem muito interessante e reveladora diz textualmente (grifos nossos): - "O Senhor fez tudo misteriosamente, um batismo e uma crisma e uma Eucaristia e UMA REDENÇÃO EM UMA CÂMARA NUPCIAL"! E mais: - "Existem três que sempre caminharam com o Senhor: "Maria sua mãe, e sua irmã, e MADALENA, CHAMADA SUA COMPANHEIRA"..... E a companheira do Salvador é Maria Madalena. Mas Cristo a amava mais que a todos os seus discípulos e A BEIJAVA NA BOCA FREQÜENTEMENTE. O restante dos discípulos ficavam ofendidos com isso e expressavam sua desaprovação...... Grande é o mistério do CASAMENTO! Pois sem ele o mundo não teria existido.... Existe o Filho do Homem e E O FILHO DO FILHO DO HOMEM. O Senhor é o Filho do Homem, e o FILHO DO FILHO DO HOMEM é aquele CRIADO ATRAVÉS DO FILHO DO HOMEM".
Papa João XXIII, um Cavaleiro Templário R+C no seio da própria Igreja Católica! Ele pode ser considerado como o reorientador da Igreja, através do Concílio do Vaticano II.  Em 1960 produziu uma Carta Apostólica muito sutil e especial, na qual enfatizava o sofrimento de Jesus como SER HUMANO, sustentando que a redenção da humanidade ocorreu com o derramamento do seu sangue, estabelecendo ainda que esse derramamento de sangue ASSUMIU UMA CONSEQÜÊNCIA MAIOR DO QUE A RESSURREIÇÃO E A CRUCIFICAÇÃO e que, portanto, A MORTE DE JESUS NA CRUZ NÃO É MAIS UM DOGMA NECESSÁRIO À FÉ CATÓLICA.

E a descendência de Jesus? Os velhos registros Templários afirmam que ela prosseguiu a partir da França com a chegada de Maria Madalena e da filha Sara. Segundo esses registros, a Dinastia Merovíngia foi a primeira a ter nas suas veias o Sangue de Jesus, tendo posteriormente passado ao ramo familiar SAINT-CLAIR e até mesmo a uma numerosa família composta por inúmeros ramos colaterais, todos espalhados pelo mundo e que até mesmo desconheceriam essa preciosa identidade!
Desde aqueles recuados tempos - sempre sob a proteção dos Cavaleiros Templários - essa descendência predestinada SE MANTÉM ATÉ OS DIAS DE HOJE, porém secretamente. Muito secretamente assim como até hoje o são os VERDADEIROS TEMPLÁRIOS, os eternos Cavaleiros de Cristo que já não mais usam as suas pesadas armaduras físicas, mas as poderosas e invencíveis armaduras da ALMA - aqueles que nunca se revelam, não vendem seus ensinamentos e jamais fazem quaisquer propagandas ou ostentações - e os quais ninguém jamais poderá encontrar, por mais que tente e por mais que possa vir a procurar!
Chegamos verdadeiramente a um tempo em que nada mais pode permanecer oculto. Nessa imagem da Discovery Channel, vemos o notável e altamente abalizado professor Tony Burroughs, genealogista e especialista em línguas extintas que percorreu nada menos que três continentes examinando antiqüíssimos documentos que permaneciam ocultos ou desprezados, levantando dados importantes sobre a real família e a real história de Jesus. Suas pesquisas concluíram que: Maria, a Mãe de Jesus, JÁ FORA CASADA ANTERIORMENTE tendo, dessa anterior união, dois filhos, cujos nomes eram Thiago e José. Jesus.  E da união de José com Maria nasceram dois outros filhos, cujos nomes eram Simão e JUDAS. Portanto, Jesus teve quatro meio-irmãos.

Simão, Judas e Thiago, SEUS MEIO-IRMÃOS, aliás, foram apóstolos de Jesus. Portanto JUDAS, seu irmão, não poderia JAMAIS Tê-lo traído assim como tradicionalmente nos ensinam!
Maria Madalena, a esquecida pela História e pela fé, foi citada no Evangelho de Lucas como "A mulher da qual vieram Sete Véus", o que em outras palavras significa mistério, segredo velado - ou então OS SETE VÉUS DE ÍSIS, significando que ela era [assim como O próprio Cristo o foi], uma ALTA INICIADA! Segundo as Tradições ela levou o Cálice Sagrado - O Sangue Real - para o Sul da França, o maior de todos os segredos que a Igreja proibiu! O Cálice que é estritamente ligado àquela que foi a mais sublime alma que tocou este planeta - Jesus, O Nazareno. Enfim, o SANTO GRAAL, O Cálice Sagrado que levava o Sangue de Jesus, uma metáfora sublime que esconde um enorme e terrível segredo: o Recipiente simbólico que levou consigo o Sangue Imaculado de Jesus, o Graal, tão buscado pelos aventureiros através dos tempos, não se tratava de um mero objeto mas, sim, de algo muito mais elevado - muito maior e muito mais sublime, que realmente preservou e deu continuidade ao Sangue Daquele que foi o Maior de Todos os Mestres: O ÚTERO DE MARIA MADALENA!!!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

MARIA MADALENA MAGDAL-EDER

Nos escritos de Flávio Josefo, do século I, não existe nenhuma cidade chamada Magdala. Como sabemos ele estava a serviço de Roma e forneceu aos romanos informações detalhadas sobre a geografia e recursos disponiveis a Roma naquelas terras.A cidade que geralmente é apresentada por cidade natal de Madalena é "Migdal Nunnayah" Torre de peixes.

Alguns teoricos dizem que diz respeito a sua cidade de origem, porem outros,
dizem que é provavel que esta cidade não existia no tempo de Madalena, pelo
menos com este nome e sim foi criada posteriormente, após a guerra dos
judeus, ou recebeu o nome torre de peixes após este evento.

"A cidade hoje chamada Magdala, era chamada anteriormente, na época de Madalena, de Tariqueia nos tempos biblicos. Flávio Josefo, um historiador judeu, comteporaneo a Jesus, uma das maiores referencia na historia judaica da época de Jesus, no primeiro rascunho, do seu livro " guerra dos judeus" em aramaico, chama a cidade de Tariquéia , e qualquer outro documento anterior a 70dc, tambem a chama de Tariquéia não Magdala. Tariquéia foi destruida em 67dc, e a cidade que foi reconstruida no antigo sítio no litoral do mar da galileia passou a chamar-se "Magdala Nunnayah"
[expressão aramaica que significa torre de peixes].

Magdala viria da palavra hebraica Migdal, que significa "Torre". Sendo assim a expressão mais correta para Maria a Magdala, seria "Maria a Torre".O que teria haver chama-la de Torre?A esposa do rei Davi também foi chamada de Torre. Milcah, princesa da tribo de Benjamim, filha do primeiro rei hebreu Saul, e também a esposa de Davi, foi chamada de "torre de vigia", ou ao "praça forte", filha de Sion.

Maria, princesa da tribo de Benjamim, da casa de Betânia, prometida ao herdeiro de Davi, ambém teria sido chamada de "Torre/Migdal", a Magdala."Magdal-eder significa literalmente a "torre do rebanho," no sentido de um lugar elevado usado por um Pastor como um ponto de vantagem."Chamar Maria de Torre, seria a equivalente hebreu de chamar "Maria de grande".

Lendas francesas antigas registram que Maria "Magdal-eder exilada" [A torre do rebanho exilada] chegou num barco a costa de provence na Fança, junto com Marta e Lazarus.

madalenaesposa.blogspot.com

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

JHESU O AMeN DO MUNDO CONSIDERAÇÕES FINAIS

A missão de Jesus foi, basicamente, transmitir a mensagem do Amor Universal uma última vez antes que o conhecimento se ocultasse durante a Era de Peixes, e se fechassem os Colégios Iniciáticos. Outro ponto crucial é a necessidade de se escrever corretamente Seu Nome: JHESU.  H é uma letra de mando, diferenciando o Humilde Essênio daqueles que estavam vinculados às diversas seitas vulgares prevalecentes por aqueles tempos.

Também se deve observar que, em várias passagens de Sua Vida, Ele disse: EU SOU... [que deve significar o EU INTERNO]. Quando afirmou Eu Sou o ALeF e o TaV (e não o alfa e o ômega, como aparece em diversas traduções), pretendeu simbolizar o Raio e a Circunferência, vale dizer, a Alma Divina do Divino Universo AThMa. Eu Sou a AMaTh. Este é o Selo do Logos-Vivente, a Verdade da qual todas as verdades procedem.

ThaMA
Milagre da Vida
Sua Manifestação na Existência Universal

AThMa
Existência Infinita da Essência Absoluta

MaThA
Razão Suprema de todas as razões verdadeiras
a Incidência de todas as reflexões
a Legislação de todas as leis
 a raiz de todas as doutrinas

AThMa
A palavra é equivalente a um Número
1440 [1000 + 400 + 40]

Em sonometria moderna, é o Hierarca Sonométrico do Modo Musical de Mi, ao mesmo tempo em que corresponde à Harpa Arcangélica Solar do Zodíaco. Mi, em sânscrito, expressa tudo o que atravessa, irradia e penetra, ao mesmo tempo em que abarca, circunda e compreende.

MIHAeL. 1440 multiplicado por 100, corresponde ao Hierarca do Modo Inarmônico da Sabedoria Divina. Por isso, para não haver nenhum equívoco, no Livro da Revelação [VII, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e XIV, 1, 2, 3], ele soa através de 144000 Harpas, e é cantado por 144000 Eleitos.

Por outro lado, do sânscrito, por intermédio do vattan e do veda, é conhecida a palavra MEShI-Ha, cujo valor é 360 [40 + 5 + 300 + 10 + 5], número musical do
tempo ilimitado, representativo do Ano Astral e de todos os ciclos solarizados.
 MEShI-Ha, 360, é, pois, o SheM-a dos SheMa-IM [SheMAH-IM]. Entretanto,
JHESU é oSheMaM [380]  [10].

Ao se dividir 144000 por 360, encontra-se 400, valor aritmológico da última letra do alfabeto hebraico – TaV – e, concomitantemente, valor athbash [inverso] da letra ALeF, primeira letra do mesmo alfabeto, donde se pode admitir que todos são eleitos, porque a personalidade-alma é indestrutível, imortal e una com a AThMa.

O único apocalipse que o homem deve temer [e, portanto, se precaver] é o interior, provocado pela anarquia mental, oriunda da perversão, do egoísmo, da irritabilidade, do preconceito, da excentricidade, da rebeldia, da vaidade e do imediatismo.  E assim, o homem terrestre – progressão final dos reinos mineral, vegetal e animal – é o reflexo provisório do Homem Universal – seu Protótipo Cósmico. Sua descida à matéria concreta, corresponde ao ponto médio de sua manvantárica peregrinação individual. A suprema experiência a ser compreendida e realizada por cada peregrino, é a de que o homem foi, é e será uno com seu Pai. Sua absorção derradeira na Fonte da qual proveio é um fato inelutável. Ele é o único e exclusivo senhor de seu destino [carma], destino que ele mesmo elaborou e elabora. E o caos que produzir pela infração das Leis da Harmonia, obrigatoriamente, deverá compensar pela dor, pelo amor ou pela compreensão (Lei da Reciprocidade ou da Retribuição).

Portanto, para participar da ULTIMÍSSIMA CEIA... Serviço... Renúncia... Mérito... Ascensão... Reintegração... Comunhão. Só pela erradicação consciente do fiat voluntas mea o ser poderá realizar e compreender o sentido da frase de São João [lida na Língua de XXII Letras]: O Princípio é o Verbo, e o Verbo é o ATh dos ALHIM.

Observe-se que a Temura de ALHIM produz MIHAeL. Neste sentido, ULTIMÍSSIMA CEIA é o DIA SÊ CONOSCO, período de repouso ou Paranirvâna do Mahâprâlâya  ou seja, 311040000000000 anos de absorção em Brahman [o Absoluto ou Primeiro Um], quando, então, exclusivamente pelo esforço, pela dedicação e pelo mérito, já deverá ter sido ultrapassado o ANEL NÃO PASSARÁS. Depois... novo Mânvântâra. [18 x 60 x 24]  [12]  [109)], ou [72 x 360]  [12]  [109], ou, ainda, [4320000000]  [72]  [10³] anos. Mas, preliminarmente, três mil ciclos de existência devem ser cumpridos: 3000 x 144 = 432000 anos.

E assim, repete-se: do mais humilde noviço ao mais venerável hierofante, este é o Caminho. Jamais houve, há, ou haverá privilégios ou atalhos. E Jesus, para ter alcançado a posição de AMeN do Mundo da Era Pisciana, sofreu os mesmos reveses das Leis da Necessidade e da Reciprocidade como toda e qualquer mônada procedente dos ALHIM.

Conclui-se recordando que ALeF e TaV são, respectivamente, a primeira e última letras do alfabeto hebreu, formado de 22 [vinte e duas] letras. Ao se
dividir 22 por 7 [22 representativo do Universo e 7 significativo dos sephiroth
inferiores – CheSeD, GeBURaH, ThiPhAReTh, NeTzaCh, HOD, IeSOD e
MaLKhUTh] obtém-se o número místico 3,142857 142857 142857.

O repetidor 142857 sempre foi esotericamente considerado um número sagrado e a expressão cósmica numérica de Luz, Vida e Amor. É o Número da Eterna Evolução do Cosmo Infinito. A adição teosófica de 142857 é igual a 27 e sua redução equivale a 9. Além disso, observa-se a semelhança de 3,142857 com o valor matematicamente aceito para . Outro número importantíssimo no âmbito da Doutrina Arcaica e do Alto Simbolismo é o 31415, que, por falta de espaço neste ensaio, não será examinado. E 9 é o resultado de 3 x 3, entretanto, ainda inferior a 12, ou seja, 4 x 3. Enfim, tudo é um número procedente do Não-Número. AIN-SOPh.

paxprofundis.org

JHESU O AMeN DO MUNDO CRISTO DA ERA DE PEIXES

Harvey Spencer Lewis [Primeiro Imperator para este 2º Ciclo Iniciático da AMORC], no livro A Vida Mística de Jesus, escreveu que, ao obter o grau de Mestre da Grande Fraternidade Branca, José [nome original de Jesus antes de receber a Suprema Iniciação que o qualificou como a Palavra Vivente] colocou-se entre os mais sábios e sumos sacerdotes, o segundo em importância após o Hierofante da Organização.

Este fato simbolizou a humildade que todo iniciado obrigatoriamente deve possuir, e, particularmente, no caso de Jesus, Ele próprio se ofereceu voluntariamente para o ato final que o investiria de toda força espiritual e de todo poder necessários para realizar a missão para Ele e com Ele cosmicamente planejada. Em nenhum momento de Sua vida, houve qualquer dúvida quanto ao seu Estado Crístico. Mas a Iniciação Final pela qual Jesus passou na Câmara do Rei da Grande Pirâmide de Queóps [Sanctum Sanctorum], consagrou-O simbólica, mística e efetivamente como o mais elevado entre todos e como o VERBO ENCARNADO E O AMeN DA ERA PISCIANA. IEHOUA.
Câmara do Rei da Grande Pirâmide de Queóps
Sanctum Sanctorum

A palavra AMeN, cabalisticamente equivale a 91 [1 + 40 + 50], e é igual à soma
de YHVH e ADoNaY, que equivalem, respectivamente, a 26 [10 + 5 + 6 + 5]
65 [1 + 4 + 50 + 10]. YHVH e ADoNaY implicam esotericamente na existência
assexual do Senhor no interior de cada indivíduo. É importante ressaltar que
o original de AMeN é AUM. Oh! Meu Deus que estás em mim!
AUM MANI ... PADME HUM! [91 —› 9 + 1 —› 10 —› UM] Eu e o Pai [Mãe]
somos Um.

Enfim, a revelação parcial e autorizada da Sublime Iniciação que José passou, está assim relatada no livro já referido de Harvey Spencer Lewis:

José foi levado ao pátio externo da Esfinge e O vestiram de púrpura para a cerimônia preliminar realizada à meia-noite. Terminada esta cerimônia, Ele foi escoltado pelas passagens subterrâneas secretas até a sala de recepção sob a Pirâmide. Após a realização de outra cerimônia nesse local, começou a Sublime Cerimônia de Sua elevação ao mais alto pináculo da Iniciação. Isto foi feito levando-se José a caminhar por várias rampas aos diferentes níveis no interior da Pirâmide, havendo uma câmara em cada um. Quando os participantes chegaram à mais elevada dessas câmaras, praticamente no centro da estrutura, foi celebrada a cerimônia final. No decorrer da mesma, o diadema real foi colocado na cabeça de José, para indicar que Ele não mais era um Neófito, nem mesmo um igual entre os Mestres da Fraternidade, mas o maior dentre eles. Por mais de uma hora decorreu a cerimônia, culminando em um período de silêncio e meditação, com José ajoelhado diante do altar. Então uma Grande Luz se fez na câmara, que até então só estava iluminada por velas e três tochas. Uma pomba branca desceu na luz e pousou na cabeça de José; o Hierofante se pôs de pé e várias sinetas começaram a soar nas câmaras inferiores, anunciando ao mundo o grande acontecimento. Uma figura etérea que apareceu atrás do Hierofante como um ser angélico ordenou a José que se levantasse e proclamou: ‘Este é ?JHESU?, o Cristo; levanta-te!” E todos os que se achavam na câmara responderam em uníssono: ‘AMeN’.

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JHESU O AMeN DO MUNDO A DIVINA CONCEPÇÃO


As fraternidades iniciáticas e os místicos desenvolvidos sabem que a imaculada concepção é uma necessidade cósmica insubstituível inerente à futura existência física dos avatares. Na vida de todo Grande Mestre isto é um acontecimento natural, pois é cosmicamente impossível que um homem humanamente concebido e nascido, possa tornar-se o Cristo de seu tempo. Esse mecanismo – essa Lei – todavia, permanece oculto e inviolado fora das altas esferas iniciáticas, sendo entendido profanamente como um acontecimento miraculoso e desprovido de um sentido (no mínimo) racional, quer no que concerne ao próprio processo místico em si, quer no que tange às Leis Cósmicas envolvidas. O outro lado deste entendimento é pura e simplesmente negar este desdobramento místico. Crassamente, ambas as convicções laboram em erro. Mas, não erramos todos nós?

Entretanto, ainda que nem todos aqueles que foram virginalmente concebidos tenham sido instrutores de ciclo, há uma linha predominante de coincidências, que não pode ser desprezada. Como Jesus, todos foram milagrosamente concebidos, nasceram de uma virgem e manifestações espetaculares da Natureza ocorreram por ocasião da sua saida do planeta. Como Jesus, muitos foram supliciados. Alguns desses enviados foram: Hórus e Ra [Egito], Krishna e Buddha [Índia], Tammuz [Síria], Indra [Tibete], Quetzlcoatl [México], Lao-Tsé [China], Zoroastro e Ciro [Pérsia]  ; Pitágoras e Platão [Grécia]. A própria Virgem Maria foi imaculadamente concebida por sua mãe, Ana, palavra cujo sentido esotérico – Umâ-Kanyâ – significa Virgem de Luz.

A Humanidade jamais esteve desamparada e deixada sem guias. Assim, todos os Avatares acrescentaram Leis e Princípios ao conhecimento já existente, para que o ser paulatinamente realize a comunhão com a Divindade, sendo um fogo misterioso vivo [ou movente], e as eternas testemunhas desta Presença invisível são a Luz, o Calor e a Umidade. Todos os fenômenos universais têm sua causa nesta tríade. No Livro de Dzyan está escrito: A Luz é a Chama Fria e a Chama é o Fogo. O Fogo produz o Calor, que dá a Água – a Água da Vida na Grande Mãe.

Nesse sentido, as revelações dos Homens-Deuses têm por finalidade o progresso ascensional e a reintegração dos homens, e sua conseqüente preparação para o ciclo que se seguirá. A VERDADE e a LUZ, são perpetuamente unas.

Finalmente, há um ponto que não pode ser omitido quanto às imaculadas concepções. Os místicos e iniciados de todos os tempos sabem que o poder mental é capaz de levar a matéria sem vida à consciência. O poder da PALAVRA enviada ao espaço manifestou [e manifesta] vida onde não existia [ou existe)]vida consciente. O poder do VERBUM DIMISSUM pode, então, perfeitamente, impregnar de vida o que ainda não está fecundado. Não há, assim, necessidade de intermediação humana nas Concepções Cósmicas. Aquele que se torna Filho de sua Mãe, antes foi seu Esposo e Irmão. E a Lei do Triângulo não é violada, ou seja, soada a hora, o Logos [aspecto masculino da Anima Mundi] diferencia-se, e os Três – Pai, Mãe e Filho – passam a ser Quatro. Pai, Mãe e Filho como Unidade e o Quaternário como manifestação viva, como ensinam os ocultistas e os conhecedores da Doutrina Secreta. Enfim, a tríade converte-se na TETRACTYS pitagórica.

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JHESU O AMeN DO MUNDO PIRÂMIDE TETRACTYS

A figura acima demonstrada é a pirâmide Tetractis, representação pitagórica do universo. Ela é fundamentada na teoria do número. Como se sabe, Pitágoras [570 – 461 a.C], imaginava um universo regido por números. Dessa forma, toda a filosofia estudada em sua Academia visava descobrir as propriedades dos números, pois para ele o número era sinônimo de harmonia. Assim, os números pares e ímpares e suas somas expressavam as relações do universo que se encontram em permanente processo de mutação , por isso o número era considerado como a essência das coisas, o símbolo mais representativo do processo criativo do universo.

Para os adeptos do pitagórismo, o cosmo é regido por relações matemáticas. Esse pressuposto lhes foi sugerido a partir da observação dos astros. Dessa observação eles tiveram a intuição de que há uma ordem na estrutura do universo e que ela seria demonstrável em termos matemáticos e geométricos. A alternância entre dia e noite, as estações do ano e o movimento circular e perfeito das estrelas eram uma clara evidência desse pressuposto. Com isso eles cunharam o termo cosmos, para mostrar o universo regido por essa ordem númerica/geométrica. Cosmos, portanto, é um termo pitagórico que integra as idéias de ordem, harmonia e beleza. Uma das conclusões extraídas dessas especulações foi que a matéria universal era granular, e, em consequência, a sua forma seria esférica. Dessa forma, todos os corpos celestes também seriam esféricos.

Nessa cosmovisão também concluíram que a Terra também era esférica e que ela girava ao redor de um centro. Alguns pitagóricos chegaram até a intuir a rotação da Terra em volta de um eixo, mas o esoterismo que se atribuia ao pitagorismo impediu que suas idéias a respeito da astrologia fossem levadas a sério.

A maior influência da escola pitagórica deu-se no domínio da geometria e se refere às relações entre os lados do triângulo retângulo. Essas descobertas, até hoje estudadas na maioria dos curriculos escolares, foi enunciada no famoso teorema de Pitágoras.

Pitágoras afirmava que o número é o princípio fundamental que demonstra a essência do universo. Ele não distingue forma, lei e substância nos elementos. Considera o número o elo que liga todos elementos.

Para os pitagóricos existiam quatro elementos na natureza: terra, água, ar e fogo, todos com suas correspondências numéricas.

Apesar da exatidão com que os pitagóricos trataram a matemática e a geometria, sua filosofia sempre foi classificada como esotérica.  A concepção pitagórica é de que todas as coisas são números, e que o processo de libertação da alma seria resultante de um esforço feito basicamente do indivíduo. Os pitagóricos afirmavam também que a purificação da alma era resultado de um trabalho intelectual, que se dava através do estudo da estrutura numérica das coisas. Esse conhecimento faria da alma uma unidade harmônica com os demais padrões energéticos do universo, porque punha a descoberto os verdadeiros valores que se deve cultivar para a obtenção da chamada iluminação. Isso colocava o processo de salvação da alma nas mãos do próprio homem.

Um dos números mais importante na cosmogonia pitagórica era o 10, que eles consideravam triangular. Esse número era chamado por eles de Tetraktys, ou, em português, a tétrada. A Tetractys era uma espécie de pirâmide, ou triângulo onde se inscrevia os primeiros numerais, base de toda numeração ordinal, dando como resultado um número místico, representativo dos quatro elementos base da natureza: fogo, água, ar e terra: ou numericamente : 10=1 + 2 + 3 + 4, série que servia de representação para a totalidade do universo. Assim, a série 1,2,3,4, representaria individualmente a mônada, a dualidade, a trindade e o sólido, que equivalem, de per si, ás quatro fases de manifestações de Deus no mundo da Cabala.

α
α α
α α α
α α α α

Assim, a tétrada, que sempre era desenhada com um alfa em cima, dois alfas abaixo deste, depois três alfas e por fim quatro alfas na base da piramide, era o principal símbolo do conhecimento, segundo a filosofia pitagórica.

A Tetractys é também uma representação do sistema solar. Pitágoras deduziu conhecimentos astrológicos extremamente exatos, só comprovados pela astronomia moderna, embora no seu tempo apenas sete corpos celestes fossem conhecidos: saturno, júpiter, marte,sol, vênus, mercúrio e lua.

Para Pitágoras, todos o números tinham propriedades e identidades próprias que se relacionavam, não só à forças da natureza, mas principalmente a valores morais. Numa escala de 1 a 12, que seria a escala própria do universo, partindo do princípio de que haveria 12 regiões cósmicas [os 12 signos do zodíaco], os pitagóricos chegaram a interessantes concepções, muito semelhantes àquelas deduzidas pelos cultores da Cabala numérica. Assim temos que:

A Tetractys simboliza os quatro elementos — terra, ar, fogo e água. A seqüência 1,2,3,4 simbolizam a harmonia das esferas cóssmicas. A soma dos números perfaz 10, que é o número perfeito da mais alta ordem. Dez é também o número das Séfiras que estruturam a árvore da Vida.

A Tetractys também é uma representação do espaço cósmico, onde a primeira linha do primeiro ponto é a dimensão zero. Na Cabala essa é dimensão da Existência Negativa, ou seja , o plano da divindade ainda não manifestada. Numericamente é representada pelo zero. Na Árvore da Vida é Kether, a coroa.

A segunda linha, com dois pontos, representa a primeira dimensão. Na Árvore Sefirótica ela representa Chokmah, a manifestação positiva da divindade. Numericamente ela é o 1 e geometricamente uma linha paralela.

A Terceira linha, com três pontos, representa a segunda dimensão, que numericamente é o 2, a Séfira Binah, um plano definido por um triângulo de três pontos. A quarta linha representa a Terceira dimensão. Numericamente ela é o três e geometricamente um tetraedro, ou um cubo.

Para os pitagóricos a Tetractys era um símbolo divino Tanto que os iniciados tinham até uma oração que costumavam fazer em frente a ela. Essa oração dizia o seguinte:

"Abençoa-nos, divino número, tu que dás geração aos homens e aos deuses! Ó divina, divina Tectractys,tu que conténs as raízes da vida e mantém a criação fluindo eternamente! Tu começas com a profunda e pura unidade e chegas ao sagrado quaternário. Então tu te tornas a mãe de tudo, o que comporta, que engrandece, o primeiro nascido, o que nunca desaparece, o fundamental e sagrado número dez, que tudo integra."

As escolas pitagóricas eram uma espécie de sociedade secreta. Assim, os iniciados deviam fazer um juramento à Tetractys. Depois disso serviam como aprendizes, em silêncio, durante três anos.

Os pitagóricos sustentavam que existiam 2 quaternários de números, sendo o primeiro obtido por adição e o segundo por multiplicação. Esses quaternários integrariam a música, a geometria e a aritmética, disciplinas segundo as quais a harmonia do universo estava estabelecida. O primeiro quaternário era formado pela seqüência 1,2,3,4. No total o universo comportaria 11 quaternários. E o mundo que deles resultava era geométrica e harmoniosamente estruturado.

Há muita influência do pitagorismo na tradição da Cabala. A Árvore Sefirótica da Cabala, embora não tenha forma triangular, não obstante, é semelhante à Tetractys em sua conformação filosófica. Da mesma forma que as dez séfiras da Árvore da Vida da Cabala, os dez números da Tetractys também se referem às fases de emanação da essência divina no mundo real, e cada fase do quaternário corresponde a cada um dos mundos de emanação da Cabala.

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