domingo, 5 de novembro de 2017

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ENERGIA CRÍSTICA UNIÃO DO CÉU COM A TERRA


Energia crística

União do céu com a Terra, da biomassa com o fogo do Logos.

A construção do pilar entre o céu e a Terra implica uma engenharia tripla. Existem operadores encarnados e desencarnados que, à medida que as nossas tarefas vão sendo reveladas, irão focar, progressivamente, a porta que se irá abrir debaixo dos nossos pés e as comportas que se estão a abrir sobre as nossas cabeças e existem operadores que irão focar, principalmente, o Amor Cósmico.

O coração de cristal é um oscilador que capta, memoriza, acumula, distribui e multiplica as ondas dentro da onda galáctica, e dentro da onda galáctica há sub, sub ondas e cada uma delas é uma informação eletromagnética de radiação superior.

Esta informação superior sai do centro galáctico e dispersa-se ao longo da rede nervosa que é a Árvore da Vida, mas cada planeta tem um ressonador central, uma imensa massa de cristal, moléculas incrivelmente organizadas que têm a capacidade de ouvir a onda ancorar e trazer a si essa informação galáctica superior de uma forma extremamente pura.

Esse coração de cristal funciona como o coração da Mãe divina no interior da Terra. Ele é o receptáculo do agente seminal que a galáxia envia.

Essa informação galáctica (envelopes eletromagnéticos que estão por detrás das espécies e da nossa imensa biodiversidade) emitida pelo centro galáctico, são arquétipos de intenção divina – FIAT.

Este FIAT (faça-se) é completamente definido em alguns dos condutos das fibras ópticas que ligam os planetas às suas fontes máximas – coração das galáxias. Os Logos são como esferas de luz, constantemente a ser emitidas, que viajam ao longo dessa rede e a mãe Terra e esse coração de cristal funcionam como um osciloscópio captando essa intenção do Pai ou do Avô galáctico.

Essa informação captada pela Terra é combinada com a própria irredutibilidade da matéria terrestres em encontrar o seu destino.

Como existe um anel caos existe um anel cosmos e a nossa matéria está impregnada de uma força indestrutível extremamente poderosa, que imprime na inteligência da matéria, um estado de vocação implacável para chegar ao seu destino – kundalini, o qual é a concentração do próprio fogo do Pai dentro e abaixo da matéria.

Quando se fala em ligação entre o céu e a Terra fala-se de comportas que têm estado fechadas porque não temos civilização magnética suficiente para que elas sejam abertas. Essas comportas são: a paixão da matéria e a paixão do cosmos.

Como a civilização opera por ideias, o mundo das ideias não é vaso suficiente para a abertura das comportas.

Quando falamos do coração de cristal da Terra, cada etapa do despertar da substância implica uma nova massa de informação, que, via galáctica, entra no coração da Terra e é dispersa até à ionosfera.

A informação divina, as chaves que ensinam aos metabolismos (o aparelho respiratório, o cardíaco, as glândulas, as marés, a velocidade de associação entre o cloreto e o sódio,...) algo que eles dialeticamente nunca poderiam falar, o verbo criador descendo sobre a forma como a substância se compreende a si própria, a forma como o divino se sobrepõe aos hábitos da natureza e acrescenta mais informação, de forma que substâncias desconhecidas possam nascer, de repente, sem nenhuma explicação da física, etc.. A cura do corpo emocional, dos sentimentos, da mente. A sintonia axial, regular, sublime, insigne entre o céu e a Terra que é a cura das nossas matérias, nunca se faz por um descenso direto pelo chacra da coroa, mas por uma combinação entre a informação que vem de fora do sistema, através da atmosfera conduzida pelos condutos angélicos apropriados para cada identidade evolutiva e uma informação que vem da mesma fonte galáctica, mas antes de chegar ao homem, penetra no coração de cristal da Terra e é irradiado para a superfície. Ou seja, não é só a consciência que é iluminada pelo divino, é a própria substância que é iluminada pelo divino. Por mais que a natureza aprenda, percebe-se que ela ainda não chegou ao seu objetivo e o homem tem uma vocação de continuidade e muitos de nós sentimos, quando chegamos aos 80 anos, que as nossas vidas, ficaram, de alguma maneira, inacabadas, como se sentíssemos que o tempo que nos é dado não é suficiente para realizar a totalidade da visão que temos.

Há um descompasso entre a visão que um ser humano tem daquilo que ele pode dar ao planeta e o seu suporte biológico.

As revelações, a expansão de consciência, aquilo a que Jesus chamava “Vida mais abundante”, estes crescimentos não se fazem apenas por uma descida do alto mas por uma combinação entre essa emissão supra mental (que vem por cima) e uma emissão complementar que vem, exatamente da mesma forma, do centro da galáxia, só que em vez de seguir o conduto da Árvore da Vida e atingir a humanidade por cima (coroa), segue um conduto paralelo e entra no coração de cristal e daí, a informação galáctica é a mesma que chega por cima só que esta inspira o coração e a consciência e a informação que chega ao coração da Terra é transformada em impulsos vibracionais capazes de reestruturar a substância de uma forma que a substância, dialeticamente, não conseguiria fazer. Esse coração de cristal é o próprio coração humano no plano da elevação da Terra enquanto matéria.

No âmago do controlador central de toda a substância planetária – o coração de cristal – onde é feito o êmbolo e a calibragem criativa dos processos associativos de formar as substâncias, este controlador é comparável a um processador e a velocidade de processamento muda de ciclo para ciclo. Em Peixes foi uma, em Aquário está sendo outra e terá várias etapas.

O processamento é exatamente a velocidade, a qualidade e a definição com que a informação galáctica vinda de um circuito da Mãe, entrando no coração da Terra, é transformada em impulsos até à superfície do planeta, apanhando pelo caminho todas as espécies.

Essas ondas de poder, amor e luz quando são incorporadas pelo coração de cristal, transformam-se em campos que deslizam no espaço tridimensional por ondas – ressonadores – que atingem profundamente o âmago (átomos) da massa da Terra.

O nosso corpo, como todo o Universo, tem carbono, oxigénio, hidrogénio, nitrogénio. Estes três últimos são incrivelmente explosivos, ou seja, nós somos uma bomba física combinada de maneira a funcionar como uma bomba relógio e talvez seja o carbono que trava o processo.

Quando essa informação galáctica, do Pai, seminal, atinge o coração, o óvulo de cristal, o poliedro de geometria sagrada no coração da Terra dispara pulsações para toda a atmosfera começando pelo inorgânico, que desperta na matéria a sua irredutibilidade. A isto chamamos kundalini, que é a soma, sob a forma de um fogo sagrado, de toda a pré-disposição ativa, tornada dinâmica, da biomassa e do corpo biológico da Terra de responder aos mais altos chamados. Isto é um poder termonuclear que não pode, uma vez posto em movimento, ser negado.

O kundalini da Terra tem altíssimos guerreiros, guardiães, ordens alquímicas que guardam a passagem, o contato, o entendimento humano em relação a essas forças. Para nós percebermos um pouco do que é que estamos a falar, bastou “o outro dos bigodes brancos e do cabelo despenteado” ter “olhado um bocadinho” e já descobre a bomba atómica, imagina se a Humanidade alguma vez consegue perceber o que é que é o kundalini da Terra!!!

Esse despertar progressivo do kundalini terrestre deverá levar todo o planeta a uma condição de cristal antes que ele ascenda à 7ª dimensão onde explode em luz. Todo o planeta desencarna.

Estamos tratando da transição da Terra da 3ª para a 4ª dimensão e da transição da consciência superior humana, os Eus Superiores, da 4ª para a 5ª/6ª dimensão. Não são só os Eus Superiores que vão chegar à 5ª/6ª dimensão, a Terra física também.

Um planeta vai recebendo informação galáctica que segue dois circuitos; o circuito do Pai que estimula as mônadas, o Eu Superior, o corpo de luz, o nível intuitivo e o coração; o circuito da Mãe que atinge o coração da Terra e vai criando uma proporção cíclica sobre o ressonador central.

Nós temos ciclos muito definidos de emissão de insulina, de corticóides, de estrogénios, temos um relógio biológico exato e cada vez que certos químicos chegam aos nossos órgãos acontecem coisas. Exatamente da mesma maneira a Terra foi um bebé que se tornou criança, adolescente, e um dia a Terra será um adulto.

Quem regula os ciclos de informação galáctica que deve circular no âmago da matéria é o coração de cristal da Mãe, por isso é que se chama “Rainha do Mundo”. Ela é Rainha do Mundo porque o bastão do kundalini planetário está na mão dela.

Se o bastão do fogo safira está na mão do Senhor do Mundo o bastão rubi está na mão da Mãe do Mundo. É ela que guarda os ciclos através dos quais mais informação cósmica final pode ser metabolizada pelas inúmeras malhas que representam os sustentadores das associações qualitativas a que nós chamamos Natureza.

O potencial do kundalini deste planeta, neste momento, está sendo usado pelos elefantes para atravessar a planície, pelos pelicanos para se manterem em voo, está presente nos vulcões, está a ser usado para manter o movimento das marés juntamente com a Lua, para o aquecimento das bacias oceânicas, para a pequena frequência necessária para que as várias temperaturas da Terra se mantenham e por todos os pares que eventualmente estejam a fazer amor neste momento, por todos os inventores, por todos os acos qualitativos,.... . Portanto, o kundalini está a atuar mas num nível extremamente baixo porque é o nível que esta civilização pode receber, o que significa que há uma sincronia entre a Mãe divina que guarda o bastão do kundalini da Terra e o Pai (Sanat Kumara, o Rei do Mundo) que guarda o bastão do fogo safira. Eles têm que estar sincronizados porque nem o fogo safira pode ser de tal forma que a nossa civilização tenha um flash místico e desencarne, nem a energia rubi pode ser de tal forma que esta civilização não possa fazer mais nada senão ficar ligada à enorme força da matéria. Os códigos de sincronia entre os dois bastões são fornecidos pelo Instrutor do Mundo – o guardião do bastão do coração.
Este Instrutor do Mundo, que é o interpretador da energia do Cristo está com, para, em e através da Humanidade.

Então nós temos o kundalini da Terra regido pela Mãe do Mundo, sendo o resultado dos impulsos galácticos que vêm do centro da Terra através do coração de cristal, depois temos o centro safira com o qual o Senhor do Mundo traz a mais alta informação galáctica para dentro da Terra e depois temos o Cristo chamando o Humanidade à explosão.

Se a nossa civilização não atinge o nível do coração em chamas, o processo de casamento do céu e da Terra fica bloqueado.

Entre esse núcleo de cristal e a Humanidade existe uma ordem de mediadores que fazem o mesmo trabalho de adaptação da força propulsora de kundalini à Humanidade. Essas mediadoras são co-regentes do kundalini da Terra, do bastão rubi.

Assim como a Mãe divina guarda o coração rubi que tem o poder de levar a evolução orgânica, inorgânica e os campos etéricos da Terra a uma expressão de cristal, a Terra vai passar para a 4ª dimensão o que significa que vai haver uma retificação e uma cura profunda da nossa biomassa, mas ainda é um planeta, tal como nós o conhecemos, que irá irradiar a luz branca da Mãe divina. Daqui a 70 anos já estará tudo feito e tudo irá irradiar uma tremenda energia da Mãe, que voltou a apresentar-se aos assuntos humanos e é através da Natureza que a Mãe vem.

Será através de radiações cromáticas cada vez mais fortes, colinas cada vez mais magnéticas, lagos cada vez mais intensos psiquicamente, florestas cada vez mais fortes na sua mensagem e no seu campo vibracional, através de uma natureza bio espiritual. A Natureza está-se preparando para receber um novo impulso da Mãe.

Entre a Mãe e a Humanidade existe uma Ordem intermédia que funciona como canalizadora da energia do coração de cristal e da energia do kundalini da Terra que é uma coisa oceânica e avassaladora. Funciona como laringes dando voz à força do kundalini para o plano do Homem. Esses seres lidam essencialmente com dois centros energéticos: o sacro e a sua extensão junto ao 2º centro e a região das amígdalas na laringe.

Da palavra amígdala descende a palavra magdala e desta descende a palavra Madalena nós queremos chegar é que, neste nível intermédio entre a tremenda potência da Mãe divina e os assuntos da Humanidade, está esta região de ação que é a região das Madalenas.

Do nosso ponto de vista não nos interessa absolutamente nada a Madalena histórica. Sabemos que é um avatar feminino, que representava o kundalini da Humanidade, que no seu encontro com Cristo se dá o encontro desse kundalini com o coração. Sabemos que ela funcionou como um cálice do kundalini da Humanidade e Jesus funcionou como um cálice do amor a que o Homem pode chegar. Esse encontro soldou a energia do kundalini da Humanidade que é uma dos coisas mais perdidas do Universo com a energia eletromagnética de Sírius, do coração, representada por Jesus.

Cosmologicamente, no encontro entre Madalena e Jesus está a acontecer a atualização da ligação eterna entre Sírius e as Plêiades.

As Plêiades são as guardiãs da elecricidade negativa ou kundalini. É aí que é acelerado o circuito da energia galáctica que chega pelo circuito da Mãe divina até ao coração de cristal. As Plêiades lidam com o 3º aspecto de Deus – Espírito Santo.

Há um vínculo entre a atividade kundalini com a eletricidade negativa (no sentido positivo de negativo) das Plêiades e Sírius que é a Grande Loja do Amor. Esse vínculo é indestrutível mas na Terra o vínculo foi rompido, o que significa que a acção humana (a arte da guerra, criar território, possuir objetos, pessoas, exercer poder psíquico) estava dessoldada do Amor cósmico e no encontro entre Madalena e Jesus dá-se, nos planos internos, a atualização do verdadeiro vínculo entre Sírius e as Plêiades.

O kundalini da Humanidade encontrou-se com o Amor. Ali começou o processo de soldagem do amor com a força criadora. Este ser continua representando o kundalini da Humanidade e é ela que é a detentora da abertura do portal da Terra, especialmente para o processo que abrange a matriz vibracional que foi percorrida pela Ordem do Templo.

A Ordem do Templo começa no Monte Sião, próximo de Jerusalém, e depois desenvolve-se até Portugal. As últimas representações da Ordem do Templo foram a Escócia e Portugal. A matriz vibracional que a Ordem do Templo activou são pontos comporta (desde Jerusalém, até ao Cabo da Roca, até aos Açores) onde acontece a ligação entre o céu e a Terra. Isto forma a malha – matriz templária – a partir da qual para o Hemisfério Norte será liberto um novo alto potencial da energia kundalínica da Terra e dos Homens.

Madalena em sincronia com a Mãe divina e a energia crística, irá abrir as comportas da Terra. Ela é uma hierofante intraterrena ligada a Iberah e à Serra do Roncador. O trabalho dela consiste em verificar o grau em que o Amor e a Vontade estão sincronizados em grupos espirituais avançados para pedir à Mãe divina um retorno da força kindalínica do éter primordial. É ela que faz a ligação entre a potência oculta da Terra e a Humanidade.

Existem outras, porque nós falámos numa região vibracional Madalena, não se trata de uma Madalena, são centenas, mas aquela que esteve com Jesus é uma das principais.

Esse trabalho de extração da energia do âmago da Terra já plenamente ativada pela informação galáctica – reparem que não é o kundalini no seu estado antigo, é o fogo da base da Terra combinado com a mais alta vibração galáctica.

O que está a ser preparado é a abertura dos portais da Terra – portais de kundalini que não se chamam portais, porque os 24 portais menores de Portugal são zonas telepáticas e de rearranjo etérico de influência e de impressão telepática sobre o nosso Eu Superior, são um alento que é transmitido à alma. Esses portais podem ir ao ponto de o alento ser tão forte que o indivíduo se desmaterializa e passa uns dias num mundo intraterreno e há vários casos disso em Portugal, até recentes, desde a Gardunha até à Arrábida.

Agora, um sítio onde o céu e a Terra se casam e onde há autorização para o kundalini da Terra ser liberto indica que há ali um ponto onde o fogo do céu também está presente.

A Mundo de Agartha onde estão os 12 centros intraterrenos da Terra são todos eles transferidores da energia da Mãe divina para a Humanidade, eles são adaptadores, mas a função de Madalena é a de, sincronizada com um operador de 2º Raio e um operador de 1º Raio, solicitar a abertura do kundalini da Terra de forma que as pessoas coligadas com esses ambientes possam dispor de muito mais energia física, kundalínica, para fazer a conexão coração/coroa. Os locais onde isso acontece são vórtices.

Um portal é uma entidade feminina – atua no psíquico.
Um vórtice é uma entidade masculina – atua no kundalini
Há sítios onde há, ao mesmo tempo, um vórtice e um portal.

Para que o portal céu possa ser aberto é necessário que o portal Terra seja aberto também. Quando isto se dá sincronizadamente cria-se um pilar e a ação dentro do pilar é um vórtice.

Um vórtice não tem nenhuma hipótese de se manter ligado ao reino humano se não houver um grupo de iniciados sincronizado com o ponto médio entre o céu e a Terra.

A energia de Madalena está abrindo a parte Terra do vórtice que atinge pessoas, animais, plantas, e regiões geográficas, e a energia de Elias (como membro do conselho dos 9) é a energia da “Carruagem de Fogo” e dos “Altos Conselhos”. É uma energia que está abrindo as portas do céu, uma vez que nem Jesus nem a energia crística podem ser apresentadas à Humanidade sem haver uma pré-anunciação de Elias. Sempre que uma energia avançada de 2º Raio final, de amor total, tem de se aproximar da Terra, Eles enviam Um que está ligado ao arquétipo de Elias. A energia de Elias puxa tudo para cima, se atuasse sozinha desenraizava as pessoas.  Elias está encarregado do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul e no Médio Oriente há outros.

À medida que a energia de Elias se posiciona, a energia de Madalena posiciona-se também e estão criando uma tensão entre eles. Madalena está começando a cantar o cântico da libertação do kundalini da Terra para a ascensão da matéria terrestre. Claro que esse cântico não vai acontecer 1, 2, 3, 4 oitavas senão não há consciência para aguentar a iluminação da matéria, porque ela fica num estado cristal (kenyons, everestes, oceanos, pássaros, corpos físicos de cristal). Corpos físicos compostos de bioplasma, estruturas orgânicas já num estado saturado de inteligência divina em que a história natural praticamente não conta. É aquilo a que se chama “planeta de cristal”, 6ª para 7ª dimensão. Quando um planeta passa para a 7ª dimensão desaparece do mundo da forma. Até lá há um longo caminho a percorrer, mas a Terra vai passar da 3ª para a 4ª dimensão e Madalena está encarregue de ajudar nessa transição.

Para que estas comportas possam ser abertas, Eles estão criando células crísticas. São grupos que estão aprendendo a se transformar num cálice duplo, tanto para receber a energia de ascensão de Elias como a energia kundalini que a liberta, de Madalena.

Assim como nós temos 5 chacras abaixo, o último dos quais mergulha no coração de cristal, temos 5 chacras acima da coluna vertebral, o que forma 17. O último acima termina no Sol Central no centro da galáxia, o que significa dizer que o último dos inferiores e o último dos superiores são o mesmo. Tal como a serpente que morde a sua própria cauda.

O 13º centro é a síntese de todos. Nós temos 7+5 acima da cabeça e o 13º engloba os 7+5+ os 5 que entram no interior da Terra. Então temos 17 (que é o número de Portugal) e depois temos o 18º que não conta porque é exterior e é o centro da Paz Cósmica.

Este 18º é o centro em que tanto a informação terrestre como a informação celeste mais alta são a mesma.

O muladhara lida com prana, o primeiro centro abaixo do muladhara lida com a vida orgânica, o outro com as moléculas, o outro a seguir com os átomos e o último lida com a informação subatómica, com o nível dos quanta.

A história da física é sair do muladhara e tentar chegar ao 5º centro, e os físicos já chegaram lá, e não perceberam nada porque eles fizeram o processo de descida (física nuclear) sem fazer o processo de subida. Chegaram lá abaixo e não perceberam nada porque não têm o 5º centro acima do crânio ligado e assim estão cegos para o que veem.

Como o 5º centro acima do crânio e o 5º abaixo são o mesmo, não se fala mais de céu e Terra, nem que para descer é necessário subir e vice versa. Fala-se de Terra celeste.

A informação do 5º centro abaixo do muladhara é: “aqui a matéria é divina”, assim como no 5º chacra acima da cabeça tu realizas a materialidade de Deus. Ora a materialidade de Deus ou a divindade da matéria são o mesmo Chacra!

Então temos o trabalho de Madalena nos abrindo para a divindade do corpo físico e temos o nível de Elias (entre outros operadores como: Ptah, Ra, Toth, os Melkizedequek) abrindo os centros superiores – 8º ligado a Rafael, 9º a Uriel, 10º ligado ao Cristo, 11º ligado a Gabriel e o 12º a Michael.

A abertura destas comportas – e as primeiras a abrir serão em Portugal – tem de estar sincronizada com a formação de grupos crísticos onde as pessoas estão a aprender a morrer para si próprias. O indivíduo morre para a infância, depois morre para a adolescência, depois para o estado adulto e depois morre para si próprio, de velho ou de crístico, ele vai ter que escolher.

Toda a ciência de iniciação consiste em antecipar a morte – morte iniciática (não se trata de morte física, obviamente, mas da transcendência de estados psicológicos). É o oposto de entretenimento, que é: esquecer que a morte existe, iniciação é lembrar que só a morte é a Vida.

O grupo crístico está encarregado pela Hierarquia de atingir o nível magnético para uma ligação céu/Terra local.

Um vórtice é um fogo vermelho que sobe e um fogo azul que desce entrelaçado no fogo vermelho – é uma espiral de fogo duplo. Há um vórtice ativado na zona da Lagoa Azul em Sintra, em cima de uma das principais pedras, lá, numa curva.

Dentro de um tubo de luz há uma espiral vermelha movendo-se em sentido contrário à espiral azul. Quanto mais a espiral vermelha liberta o fogo da Mãe divina com informação galáctica, mais arrasta a vida celular para o fogo sagrado e quanto mais essa ascensão é feita, mais a energia da informação safira (Órion/Pai) pode descer no âmago da matéria numa velocidade cada vez mais alta.

A criação de um vórtice é o processo através do qual as energias começam a percorrer os 5 centros superiores e inferiores até chegarem ao coração. Só que, como a energia da Mãe sobe no sentido horário e a energia celeste no sentido anti horário, à medida que elas vão entrando em contacto com o teu campo etérico, arrastam a Merkabah.

Nós sempre soubemos isto! Nós tivemos parte de acesso a isto numa linguagem mais arcaica no Egipto, na Turquia, com os Maias, com os Índios norte americanos, com os Celtas, com a grande escola escandinava,...

Madalena é a guardiã do kundalini da Humanidade e hoje, ela está encarregada, juntamente com Elias, de criar um pilar e um vórtice para a ascensão de grupos crísticos.
 
Toda a devoção cósmica superior só é possível porque há essa energia da base.
Podemos imaginar Elias e Madalena como pólos com a Terra no centro.

André Louro de Almeida 03/06/2005
Transcrição de Alice Jorge - A Mônada
Paula X enviou esta Mensagem

NOVA CAVERNA QUE CONTINHA MANUSCRITOS DO MAR MORTO É DESCOBERTA EM ISRAEL

 
As escavações em uma caverna a oeste de Qumran, perto da costa noroeste do Mar Morto, provam que Manuscritos do Mar Morto estavam escondidos ali e foram saqueados por beduínos em meados do século passado.

Com a descoberta deste local, os estudiosos agora sugerem que ele deve ser numerado “Caverna 12” ou “Q12”.

A descoberta surpreendente, que representa um marco na pesquisa sobre Manuscritos do Mar Morto, foi feita pelo Dr. Oren Gutfeld e Ahiad Ovadia do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, com a ajuda do Dr. Randall Price e estudantes da Liberty University, dos EUA.

Essa é a primeira vez em mais de 60 anos que uma nova caverna que conteve tais pergaminhos é encontrada e propriamente escavada.

A escavação revelou numerosos frascos de armazenamento e tampas do período do Segundo Templo, escondidos em nichos ao longo das paredes da caverna e dentro de um longo túnel em sua retaguarda.
 
Os frascos estavam todos quebrados e seus conteúdos tinham sido removidos. Um par de picaretas de ferro da década de 1950 (armazenadas no túnel para uso posterior) foi encontrado e prova que a caverna foi saqueada.

Até agora, acreditava-se que apenas 11 cavernas abrigaram tais manuscritos. Com a descoberta desta caverna, os estudiosos agora sugerem que ela seja numerada como a Caverna 12. Assim como a Caverna 8, em que frascos, mas não manuscritos foram encontrados, este local receberá a designação Q12.

“Embora no final do dia nenhum manuscrito tenha sido encontrado, apenas um pedaço de pergaminho enrolado em um jarro que estava sendo processado para escrever, as descobertas indicam, sem qualquer dúvida, que a caverna conteve pergaminhos que foram roubados”, disse o Dr. Oren Gutfeld, arqueólogo da Universidade Hebraica e diretor da escavação.

Os achados da escavação incluem não apenas os frascos de armazenamento dos manuscritos, mas também fragmentos de envelopes, uma corda que amarrou os pergaminhos e um pedaço de couro trabalhado que fazia parte de um pergaminho.
Cerâmica, numerosas lâminas de pederneira, pontas de seta e um selo decorado feito de cornalina, uma pedra semipreciosa, também revelaram que esta caverna foi utilizada nos períodos Calcolítico e Neolítico.
 
Esta é a primeira escavação realizada na parte norte do deserto da Judeia como parte da “Operação Manuscritos”, que abrirá a porta para uma maior compreensão da função das cavernas em relação aos pergaminhos, com o potencial de encontrar novos materiais.

“A importante descoberta de outra caverna atesta o fato de que ainda há muito trabalho a ser feito no deserto da Judeia e achados de grande importância ainda estão à espera de serem encontrados”, disse Israel Hasson, diretor-geral da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Ele continuou: “Estamos em uma corrida contra o tempo, já que ladrões de antiguidades roubam patrimônios em todo o mundo para ganho financeiro. O Estado de Israel precisa mobilizar e alocar os recursos necessários para lançar uma operação histórica, juntamente com o público, para realizar uma escavação sistemática de todas as cavernas do deserto da Judeia”.

GOOGLE DISPONIBILIZA A VISUALIZAÇÃO DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO

O mundo inteiro terá acesso aos Manuscritos do Mar Morto. O texto, de 2.000 anos, é considerado um dos maiores achados arqueológicos do século passado, e foi encontrado em cavernas perto do Mar Morto no final de 1940.
Imagens de alta resolução, que são cópias fiéis dos originais, estão programadas para estarem disponíveis em poucos meses. Há muito tempo, especialistas reclamam que apenas um pequeno número de estudiosos tem acesso aos pergaminhos, por determinado momento.
Os pergaminhos são delicados e tem que ser mantidos no escuro, em salas de temperatura controlada no Museu de Israel, em Jerusalém. Apenas quatro funcionários treinados estão autorizados a manusear os manuscritos de papiro. A exposição à luz pode danificá-los.
Agora, a Autoridade de Antiguidades de Israel e o Google serão os responsáveis por trazer os documentos à internet, permitindo que estudiosos e o público em geral tenham acesso generalizado aos manuscritos antigos, pela primeira vez.
Segundo eles, o projeto irá garantir que os 30.000 fragmentos originais que compõem os manuscritos sejam preservados, além da ampliação do acesso a eles. Os pergaminhos, que incluem partes da Bíblia hebraica e tratados sobre a vida comunitária e a guerra apocalíptica, têm ajudado a esclarecer fatos importantes sobre o judaísmo e as origens do cristianismo.
Os Manuscritos do Mar Morto estarão disponíveis em suas línguas originais: hebraico, aramaico e grego, e também em uma tradução em inglês. Eventualmente outras traduções serão adicionadas, e recurso de tradução do Google também pode ser incorporado. Os manuscritos poderão ser igualmente pesquisados.
Os Manuscritos já estiveram em exibição em vários locais do mundo, e atraem bastante a curiosidade do público. O Google disse que o projeto de publicá-lo online faz parte de uma grande tentativa de quebrar barreiras e incentivar a divulgação e a preservação do patrimônio mundial e da cultura.
O Google trabalhou junto a universidades européias e ao Museu Nacional do Iraque para trazer outros textos e artefatos online, mas a natureza dos Manuscritos do Mar Morto torna essa escolha a mais atraente para um grande público.
 
hypescience.com/google-disponibilizara-a-visualizacao-dos-manuscritos-do-mar-morto/
 
 
 

MANUSCRITO OCULTO PELO VATICANO POR 2000 ANOS REVELA: "QUE OS SERES HUMANOS TEM PODERES

A Matriz Divina é a rede de energia que conecta o nosso universo, constituída por uma rede de filamentos muito semelhantes àqueles presentes no nosso cérebro.
 
Em 1944, Max Planck, o pai da teoria quântica, chocou o mundo quando disse que existe um lugar que é pura energia, onde todas as coisas têm início e que simplesmente “É”. Segundo o pesquisador Gregg Braden, que há mais de 20 anos se dedica a estes estudos, recentes descobertas destacam a evidência de que existe realmente essa matriz de Planck e é a Matriz Divina. Planck afirmava que esta “Matrix” é a origem das estrelas, das rochas, do DNA, da vida e de tudo o que existe.

Microscopicamente tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada. Vivemos em um universo de vibrações e nossos corpos são constituídos de vibrações de energia que nós emanamos constantemente. A ciência já provou, através da física quântica, que estamos todos conectados através de nossa vibração. Experimentações científicas demonstraram que nosso DNA muda com as frequências produzidas pelos nossos sentimentos e emoções, ou seja, vibrações.

Isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta poderosa energia, parece ser uma Rede Estreitamente Tecida que conecta TODA a matéria e, ao mesmo tempo, podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES. Os experimentos comprovaram, também, que as frequências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA, mas no ambiente que nos cerca. Isto tem um profundo significa: possuímos muito mais poder do que imaginamos.

Todos nós já ouvimos falar desse “poder” que possuímos, principalmente através da Bíblia, mas essa afirmação quase nunca passou de citações que entusiasmavam, mas não convenciam.

Tudo começou com a descoberta de um antigo manuscrito, o Grande Código Isaías, e outros textos essênios, nas Cavernas de Qnram, no Mar Morto, em 1946. Atribuído ao profeta Isaías, parece ter sido escrito há mais de 2000 anos, e descreve tudo aquilo que a ciência quântica começou a compreender só poucos anos atrás, ou seja, a existência de muitos futuros possíveis para cada momento de nossas vidas e que, na maioria das vezes, escolhemos inconscientemente.

Cada um desses futuros encontra-se em estado de repouso, esperando ser despertado com as nossas decisões feitas no presente. O Código Isaías descreve com precisão essas possibilidades, numa linguagem que só agora começamos a entender. Isaías descreve a ciência que nos ensina como escolher o tipo de futuro que queremos experimentar. A partir da declaração do manuscrito, com exemplos simples e claros, Greg Braden nos refere que existe uma tecnologia muito usada nos tempos antigos, que foi dispersa no quarto século, como resultado do desaparecimento e destruição de livros raros ou relegados às escolas de mistérios, mas que agora, após a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, estão reaparecendo.

É uma tecnologia muito simples, conhecida universalmente com o nome de “Oração”. Aplicando corretamente, é possível obter coisas extraordinárias, além da imaginação humana. Mas claro! Quem não sabe disso? A maioria, podes crer! Senão, os milagres passariam a ser simples fatos cotidianos e não somente uma exceção. Com esta tecnologia, nós podemos realmente mudar o mundo.

Os manuscritos achados no Mar Morto, é de uma importância considerável para a humanidade dormente, muitos ainda vivem à mercê de forças espirituais aleatórias, entregando o poder de seu destino nas mãos de qualquer outro ser, menos a si mesma. Nos mostram que nas mãos da humanidade se encerra um enorme poder, à espera de ser utilizado, mas que ainda não conhecemos. Explica como podemos escolher qual futuro desejamos experimentar, em sã consciência, revelando as chaves sobre o nosso papel como criadores de nossa realidade.

Entre estas chaves encontram-se as instruções de um modelo “perdido” de oração, que a ciência quântica moderna sugere como o poder de curar nossos corpos, trazer paz duradoura no mundo e, até mesmo, prevenir as grandes tragédias climáticas que a humanidade poderia enfrentar.

Gregg Braden diz que estamos sendo levados a aceitar a possibilidade de que existe um NOVO campo de energia acessível e que o nosso DNA se comunica com os fótons por meio deste campo. A chave para obter um resultado, entre os muitos possíveis já existentes, reside em nossa habilidade para sentir que nossa escolha já foi criada e está já acontecendo.

Vendo a oração deste modo, como «sentimento», nos leva a encontrar a qualidade do pensamento e da emoção que produz tal sentimento: viver como se o fruto de nossa prece já estivesse a caminho.A partir desta perspectiva, nossa oração, baseada nos sentimentos, deixa de ser “algo por obter” e se converte em “acessar” o resultado desejado, que já está criado. Com as palavras de seu tempo, os Essênios – os primeiros suspeitados de serem os responsáveis da conservação do conhecimento originário – nos lembram que toda oração já foi atendida. Qualquer resultado que possamos imaginar e cada possibilidade que sejamos capazes de conceber, é um aspecto da criação que já foi criado e existe no presente em um estado “adormecido” de possibilidades.

Dessa forma, o futuro não é deterministicamente estabelecido, mas pode ser, também, alterado. Os essênios tinham uma visão holística da vida e, justamente por isso, consideravam os desequilíbrios da terra como um espelho dos desequilíbrios do corpo físico do homem. Mesmo as catástrofes naturais, as mudanças climáticas, são espelhos de grandes mudanças que estão ocorrendo na consciência humana. Hugh Everett III, um físico da Universidade de Princeton, estudou a possibilidade de universos paralelos, chamando de “ponto de escolha”, o momento em que se pode sobrepor um efeito sobre outro no decorrer de um evento.

O ponto de escolha é a possibilidade da abertura de um vácuo, de uma ponte que permite mudar o caminho, passando para um outro resultado que se encontra em outro caminho paralelo: em síntese, é algo que nos permite dar um salto quântico de uma sequência de efeitos já experimentada a uma nova sequência com um êxito diferente. É como se a mesma história fosse escrita, prevendo finais diferentes: em um certo ponto, nos encontramos em uma bifurcação que nos permite obter um resultado ao invés de um outro. Por exemplo, se eu passo por um corredor, posso escolher de entrar nas salas que estão à direita ou à esquerda, mas só no final do corredor, posso sair e mudar de rumo, encontrar uma encruzilhada.

A nova física, admite que a experiência, ou mesmo a mera observação do cientista modifica a realidade; isso nos leva a crer que, se hoje, em nosso presente, formos capazes de introduzir uma pequena alteração, podemos então, escapar do efeito das profecias negativas, como já aconteceu, como resultado de uma concentração da energia do pensamento coletivo. Usando o pensamento, sentimento e emoção unidos em nossa oração, podemos atrair os pontos de escolha e mudar os resultados previstos. Tudo isso, no fundo, nos leva à conclusão de que há uma profunda ligação entre nossos pensamentos coletivos, nossos sentimentos e nossas expectativas e a realidade externa.

Esta forma de pensar era inerente à visão da vida dos essênios, como se revela nos escritos dos essênios de 2.500 anos atrás, os quais refletem a ideia de que os eventos externos são o reflexo de nossas mais profundas crenças internas. Se Pensamento, Sentimento e Emoção não estão alinhados, não há União. Portanto: se cada padrão se move em uma direção diferente, o resultado é uma dispersão da energia. Pensamento, emoção e sentimento são a chave da tecnologia da oração e no interior de nós mesmos, devemos experimentar e sentir o que queremos realizar no exterior, precisamos sentir isto no corpo, nos pensamentos e sentimentos.

Podemos dar o que temos, podemos expandir para fora de nós o que somos. Aquilo que desejamos, deve realizar-se contemporaneamente no pensamento, no sentimento e no corpo humano.

O pensamento e emoção, devem primeiro ser considerados separadamente e depois em conjunto, porque o pensamento deve ser o sistema de orientação que direciona nossas emoções.

O pensamento, mesmo sob a forma de imaginação, determina para onde direcionar a atenção e a emoção. EMOÇÃO é a energia que nos faz ir na direção desejada, é a “fonte de poder”. Para Braden, nos extremos existem apenas duas emoções: o amor e a sua falta, muitas vezes identificada como medo. Logo, se você não está no Amor, você está no medo. E o medo atrai sempre aquilo que se teme. Sentimento é a união de pensamento e emoção, de fato, para experimentar um sentimento, precisamos ter uma ideia e uma emoção. Então, o sentimento “é a chave da oração, porque a criação responde ao mundo do sentimento humano.”

 
Então, primeiro é importante entender e estar ciente dos pensamentos e emoções representados por nossos sentimentos, porque às vezes expressamos pensamentos que fundamentam emoções diferentes do que afirmamos, e assim, acabamos por realizar efeitos indesejáveis, ou fazemos de formas que a nossa Oração não funcione. Os pensamentos, em si mesmos, podem transportar certas expectativas, permanecendo potenciais desejos, mas são inertes se não forem acompanhados pelo poder da emoção. Muitas vezes, porém, a emoção que acompanha um desejo, caminha na direção oposta ao nosso desejo, mas não somos conscientes.

Se, por exemplo, desejo uma melhor saúde, sob o pensamento de melhora está introduzido o medo da doença, da pouca saúde que se tem, e essa emoção capacita exatamente o que se teme: a doença. Mesmo ao nível do pensamento, dizendo, “melhora”, implicitamente me focalizo em “não suficiente”, e se pensamos de não haver o suficiente, inconscientemente nos sentimos infelizes, ansiosos. Lembremo-nos das palavras do Evangelho: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida, perdê-la-á.” Isso pode significar que, qualquer um que tenta se defender daquilo que pode prejudicar a sua vida, acaba focando a atenção justamente sobre o que se quer evitar, atraindo-o.

Braden diz que “nós mergulhamos na possibilidade da criação, um sentimento em forma de imagem, que é a parte da energia suficiente para desenvolver uma nova possibilidade. A chave deste sistema, no entanto, é que a criação restitui exatamente o que nossa imagem mostrou”. A imagem mostra a sopa de criação, onde colocamos a nossa atenção. A emoção que ligamos à imagem, atrai a possibilidade da manifestação desta imagem. Quando “nós não queremos algo – uma emoção baseada no medo . Nosso medo, na verdade, alimenta o que nós dizemos de não querer”.

Até a Bíblia parece dizer que temos um poder desconhecido, e talvez, não por acaso, essa chave de leitura ”foi descoberta só em 1995, em um momento em que poderia haver uma consciência suficientemente alta entre as massas, que permite usar este poder. A humanidade desenvolveu uma nova consciência planetária, graças à força da tecnologia de oração em massa.

Diz Gregg Braden que Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal e está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança de Deus, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso. Somos seres espirituais e não seres feitos de matéria. Vimos que, geneticamente, nosso DNA muda com as frequências que produzem nossos sentimentos, e que as frequências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA mas em todo o ambiente.

Quanto mais Amor deixarmos fluir por nossos corpos, mais adaptados estaremos para enfrentar o que possa acontecer em em nossas vidas. E podemos conduzir TODO o nosso planeta, mediante nossos pensamentos positivos em conjunto, para o melhor futuro possível.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

RABINO JESUS CRISTO, UM JUDEU


Infelizmente, grande parte dos amados irmãos cristãos, esquecem a judaicidade de
Jesus - bem como de seus ensinamentos [Mt 4:10; 5:17-19; 6:6; 19:17; Mc 12:29;Jo 4:22; 14:24; 15:10; 17:3; 20:17]

UM DOS RELATOS MAIS ANTIGOS QUE PROVAM A EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO




"Josefo e Jesus"
"Um dos relatos mais antigos que provam a existência de Jesus"

Flávio Josefo (37 dC -. C 100) foi um historiador judeu nascido em Jerusalém quatro anos após a crucificação de Jesus de Nazaré, na mesma cidade. Devido a essa proximidade com Jesus em termos de tempo e lugar, seus escritos têm uma qualidade de testemunha “ocular” uma vez que eles se relacionam com todo o fundo cultural da era do Novo Testamento. Mas seu escopo é muito maior do que este, abrangendo também o mundo do Antigo Testamento. Suas duas maiores obras são Antiguidades Judaicas, revelando a história hebraica desde a Criação até o início da grande guerra com Roma em 66 d.C., enquanto a sua Guerra Judaica , embora tenha sido escrito primeiro, traz o registro da destruição de Jerusalém e da queda de Masada em AD 73.

Josefo é a fonte primária mais abrangente sobre a história judaica que sobreviveu desde a antiguidade, tendo permanecido praticamente intacta apesar da sua natureza volumosa (o equivalente a 12 volumes). Por causa do patrocínio imperial pelos imperadores Flavian em Roma, Vespasiano, Tito e Domiciano - Josefo foi capaz de gerar incríveis detalhes em seus registros, um “luxo” que foi negado aos escritores dos Evangelhos. Eles parecem ter sido limitados a um rolo cada uma vez que os primeiros cristãos não eram ricos. Assim, Josefo sempre foi considerado um recurso extra-bíblico crucial, já que seus escritos não apenas correlacionam bem com o Antigo e o Novo Testamento, mas muitas vezes fornecem evidências adicionais sobre personalidades, como Herodes, o Grande, e sua dinastia, João Batista, Tiago, o meio-irmão de Jesus, os sumos sacerdotes Anás e Caifás e seu clã, Pôncio Pilatos, e outros.

Neste contexto, devemos certamente esperar que ele iria se referir a Jesus de Nazaré, e ele faz -duas vezes, na verdade. Em Antiguidades 18:63, no meio de informações sobre Pôncio Pilatos (AD, 26-36), Josefo oferece a maior referência secular a Jesus de qualquer fonte do primeiro século. Mais tarde, quando ele relata eventos da administração do governador romano Albino (AD 62-64), em Antiguidades 20:200, ele volta a mencionar Jesus em conexão com a morte do meio-irmão de Jesus, Tiago, o Justo, de Jerusalém. Essas passagens, juntamente com outras referências não-bíblicas e não-cristãs a Jesus de fontes do primeiro século - entre elas Tácito (Anais 15:44), Suetônio (Cláudio 25), e Plínio, o Jovem (carta para Trajano ) - prova conclusivamente que qualquer negação da historicidade de Jesus é divagar sensacionalismo para desinformados e/ou desonestos.

Uma vez que as referências acima a Jesus são embaraçosas para tal, elas foram atacadas por séculos, especialmente as duas instâncias de Josefo, que provocaram uma grande quantidade da literatura acadêmica. Elas constituem o maior bloco de evidências do primeiro século para Jesus fora de fontes bíblicas ou cristãs, e podem muito bem ser a razão que as obras vastas de Josefo sobreviveram quase intactas a transmissão de manuscritos através dos séculos, quando outras grandes obras da antiguidade foram totalmente perdidas. Examinemos cada um, por sua vez.

Antiguidades 18:63
O texto padrão de Josefo diz o seguinte:
Sobre este tempo viveu Jesus, um homem sábio, se é que podemos chama-lo de um homem. Pois ele foi o realizador de feitos extraordinários e era um professor daqueles que aceitam a verdade com prazer. Ele conquistou muitos judeus e muitos dos gregos. Ele era o Messias. Quando ele foi indiciado pelos principais homens entre nós e Pilatos condenou-o para ser crucificado, aqueles que tinham vindo a amá-lo originalmente não deixará de fazê-lo, pois ele lhes apareceu no terceiro dia ressuscitou, como os profetas de a Divindade havia predito essas e inúmeras outras coisas maravilhosas a respeito dele, e da tribo dos cristãos, assim nomeada após ele, não desapareceu até hoje. (Todas as citações de Flávio Josefo, exceto o próximo, são do PL Maier, ed / trans..Josefo-As obras essenciais (Grand Rapids: Kregel Publications, 1994).

Embora esta passagem encontra-se assim redigida nos manuscritos de Josefo do terceiro século (tão cedo quanto o historiador da igreja Eusébio), os estudiosos já suspeitavam de uma interpolação cristã, uma vez que Josefo não poderia ter acreditado que Jesus era o Messias ou em sua ressurreição e manter-se, como ele fez, um judeu não-cristão. Em 1972, contudo, o professor Schlomo Pines, da Universidade Hebraica de Jerusalém anunciou a descoberta de um tradição manuscrita diferente dos escritos de Josefo escrita no décimo século pelo historiador melquita Agapius, que diz o seguinte em Antiguidades 18:63:

Neste momento, havia um homem sábio chamado Jesus, e sua conduta era boa, e ele era conhecido por ser virtuoso. Muitas pessoas entre os judeus e as outras nações se tornaram seus discípulos. Pilatos condenou-o para ser crucificado e morrer. Mas aqueles que se tornaram seus discípulos não abandonaram seu discipulado. Eles relataram que ele lhes havia aparecido três dias após sua crucificação e que ele estava vivo. Assim, ele talvez fosse o Messias, sobre quem os profetas relataram maravilhas. E a tribo dos cristãos, assim nomeada após ele, não desapareceu até hoje.

Aqui, claramente, é a linguagem que um judeu poderia ter escrito sem a conversão ao cristianismo. (Schlomo Pines,An Arabic Version of the Testimonium Flavianum and its Implications [Jerusalem: Israel Academy of Sciences and Humanities, 1971.])

Estudiosos se dividem em três campos básicos sobre Antiguidades 18:63:
1) A passagem original é totalmente autêntica, uma posição minoritária;
2) é inteiramente uma falsificação cristã - uma posição minoritária ainda muito menor, e
3) que contém interpolações cristãs no que era o material original de Josefo, material autêntico sobre Jesus, a posição da grande maioria, hoje, especialmente tendo em vista o texto Agapian (imediatamente acima), que não mostra sinais de interpolação.

Josefo deve ter mencionado Jesus no material do núcleo autêntico 18:63 uma vez que esta passagem está presente em todos os manuscritos gregos de Josefo, e a versão Agapian concorda bem com sua gramática e vocabulário utilizada em outros lugares. Além disso, Jesus é retratado como um "homem sábio" [sophos aner], uma frase não utilizada por cristãos, mas empregada por Josefo para personalidades como Davi e Salomão na Bíblia hebraica.

Além disso, sua afirmação de que Jesus conquistou "muitos dos gregos" não está fundamentada no Novo Testamento e, portanto, dificilmente seria uma interpolação cristã, mas sim algo que Josefo teria notado em seus dias. Finalmente, o fato de que a segunda referência a Jesus no Antiguidades 20:200, que segue, apenas o chama de Christos [Messias] sem mais explicações sugere que a identificação dele mais completa, já havia ocorrido anteriormente. Se Jesus apareceu pela primeira vez em um ponto mais tarde, no registro de Josefo, ele muito provavelmente teria introduzido uma frase como "... irmão de um certo Jesus, que foi chamado o Cristo."

Antiguidades 20:200
Esta é uma passagem extremamente importante, pois tem tantos paralelos impressionantes para o que aconteceu na Sexta-feira da paixão, e ainda assim parece ser largamente ignorado entre os estudiosos revisionistas do Novo Testamento. Ela fala da morte do meio-irmão de Jesus, Tiago, o Justo, de Jerusalém, sob o sumo sacerdote Ananus, filho do ex-sumo sacerdote Anás e cunhado de Caifás, ambos bem conhecidos a partir dos Evangelhos. O texto de Josefo diz o seguinte:

Tendo tal caráter ["imprudência e ousadia" no contexto], Ananus pensou que com a morte de Festus e com Albino ainda no caminho, ele teria a oportunidade adequada. Convocando os juízes do Sinédrio, ele trouxe diante deles o irmão de Jesus, que foi chamado de Cristo, cujo nome era Tiago e alguns outros. Ele os acusou de terem transgredido a lei e os entregou para ser apedrejados. Mas dos moradores da cidade que eram consideradas os mais justos e que estavam em estrita observância da lei ficaram ofendidos com isso. Assim, eles secretamente contataram o rei [Herodes Agripa II], instando-o a ordenar Ananus a desistir de quaisquer outras ações dessas, pois ele não tinha justificado naquilo que já tinha feito. Alguns deles foram até mesmo ao encontro de Albinus, que estava a caminho de Alexandria, e informaram-lhe que Ananus não tinha autoridade para convocar o Sinédrio sem o seu consentimento. Convencido por essas palavras, Albinus escreveu com raiva para Ananus, ameaçando-o com uma punição. E o rei Agripa, por causa disso, o depôs do sumo sacerdócio, no qual ele havia governado por três meses.

Esta, segunda referência de Josefo a Jesus, não mostra qualquer adulteração no texto e está presente em todos os manuscritos de Josefo. Se tivesse havido uma interpolação cristã aqui, mais material sobre Tiago e Jesus teria sem dúvida sido apresentado além dessa breve passagem. Tiago provavelmente teria sido envolto em linguagem laudatória e “estilada” ",o irmão do Senhor", como o Novo Testamento define ele, ao invés de "o irmão de Jesus." Nem poderia o Novo Testamento ter servido como fonte de Josefo, uma vez que não fornece nenhum detalhe sobre a morte de Tiago. Para Josefo definir Jesus mais para frente como aquele "que foi chamado de Christos " era credível e mesmo necessário, tendo em conta os outros vinte “Jesuses” que ele cita em suas obras.

Assim, a grande maioria dos acadêmicos contemporâneos considera esta passagem como genuína em sua totalidade, e concordam com a classificação do especialista em Josepo, Louis H. Feldman, em sua notação na Biblioteca Clássica Loeb edição de Josefo: "... poucos têm dúvidas sobre a autenticidade desta passagem de Tiago"(Louis H. Feldman, tr. Josephus , IX [Cambridge, MA: Harvard University Press, 1965], 496).

A preponderância da evidência, então, sugere fortemente que, de fato, Josefo menciona Jesus em ambas as passagens. Ele fez isso de uma maneira totalmente congruente com os retratos do Novo Testamento de Cristo, e sua descrição, do ponto de vista de um não-cristão, parece extremamente justa, especialmente tendo em vista sua tendência conhecida de “taxar” messias falsos como miseráveis que induziam ao erro as pessoas e trouxeram em guerra aos romanos.

Além disso, sua segunda citação relacionada com as atitudes do sumo sacerdote e do Sinédrio contra a do governador romano espelha perfeitamente as versões dos evangelhos dos dois lados opostos no evento Sexta-feira da Paixão. E essa evidência extrabíblica não vem de uma fonte cristã tentando fazer “Os Evangelhos” ter a aparência de bom, mas de um autor totalmente judaico que nunca se converteu ao cristianismo.

Para uma discussão mais aprofundada de Josefo e sua importância para a pesquisa bíblica, consulte Paul L. Maier, ed / trans, Josephus – The Essential Works (Grand Rapids: Kregel Publications, 1994).
Paul L. Maier, o Professor Russell H. Seibert Professor de História Antiga, da Western Michigan University


"Josefo e Jesus" ou "Um dos relatos mais antigos que provam a ...

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PAPIRO QUE FALA DA ESPOSA DE JESUS NÃO É FALSO


 
O material foi apresentado durante o 10º Congresso Internacional de Estudos Coptas, que está sendo realizado em Roma.

Um pedaço de papiro antigo que contém uma menção à esposa de Jesus não é uma falsificação, de acordo com uma análise científica do controverso texto, informaram nesta quinta-feira (10) pesquisadores americanos.

Acredita-se que o fragmento seja proveniente do Egito Antigo, pois contém escritos na língua copta (extinta no século XVII), que afirmam: "Jesus disse-lhes: 'Minha esposa...'''. Outra parte diz ainda: "Ela poderá ser minha discípula".

A descoberta do papiro, em 2012, provocou polêmica. Pelo fato de a tradição cristã afirmar que Jesus não era casado, o documento reacendeu os debates sobre o celibato e o papel das mulheres na Igreja.
O jornal do Vaticano "L'Osservatore Romano" declarou na época que o papiro era uma farsa, juntamente com outros estudiosos que duvidaram de sua autenticidade baseando-se em sua gramática pobre, texto borrado e origem incerta.

Nunca antes um evangelho se referiu a Jesus como casado ou tendo mulheres como discípulos. Mas uma nova análise científica do papiro e da tinta, bem como da escrita e da gramática, mostrou que o documento é antigo.
"Nenhuma evidência de fabricação moderna ("falsificação") foi encontrada", declarou a Harvard Divinity School, da Universidade Harvard, em comunicado.

O fragmento provavelmente remonta a uma data entre os séculos VI e IX, mas poderia ter sido escrito até mesmo no século II, de acordo com os resultados do estudo, publicados na revista "Harvard Theological Review".
A datação do papiro feita por radiocarbono e uma análise da tinta por espectroscopia Micro-Raman foram realizadas por especialistas das universidades Columbia e Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

"A equipe concluiu que a composição química do papiro e os padrões de oxidação são consistentes com papiros antigos, ao comparar o fragmento do Evangelho da Esposa de Jesus (Gospel of Jesus' Wife – GJW, em inglês) com um fragmento do Evangelho de João", apontou o estudo.
"O teste atual suporta, assim, a conclusão de que o papiro e a tinta do GJW são antigos", acrescentou o comunicado de Harvard.

A origem do papiro, porém, ainda é desconhecida. A historiadora Karen King, da Harvard Divinity School, recebeu-o há dois anos de um colecionador – que pediu para permanecer anônimo.
Especialista em cristianismo primitivo, Karen afirmou que a ciência ter mostrado que o papiro é antigo não prova que Jesus era casado.

"A questão principal do fragmento é afirmar que as mulheres que são mães e esposas podem ser discípulas de Jesus, tema que foi muito debatido no início do cristianismo, em um momento em que a virgindade celibatária se tornou cada vez mais valorizada", explicou a historiadora em comunicado.
"Esse fragmento de evangelho fornece uma razão para reconsiderar o que pensávamos que sabíamos, ao nos perguntar o papel que as declarações sobre o estado civil de Jesus desempenharam historicamente nas controvérsias cristãs sobre casamento, celibato e família", destacou.

O fragmento mede 4 cm x 8 cm. Karen declarou que a data do documento – escrito séculos depois da morte de Jesus – significa que o autor não conhecia pessoalmente o profeta, considerado pelos católicos como "o filho de Deus".
O professor de egiptologia Leo Depuydt, da Universidade Brown, escreveu um artigo, também publicado na "Harvard Theological Review", descrevendo por que acredita que o documento seja falso.

"O fragmento do papiro parece perfeito para um esquete do Monty Python [famoso grupo de comediantes britânicos]", declarou.
Depuydt apontou erros gramaticais e o fato de as palavras "minha esposa" parecerem ter sido enfatizadas em negrito, o que não é usado em outros textos antigos na língua copta.

"Como um estudante de copta convencido de que o fragmento seja uma criação moderna, sou incapaz de fugir à impressão de que existe algo quase engraçado no uso das letras em negrito", escreveu o professor.
A historiadora de Harvard, porém, publicou uma refutação às críticas de Depuydt, dizendo que o fato de a tinta estar borrada era comum e que as letras abaixo de "minha esposa" eram ainda mais escuras.

AFP
veja.abril.com.br/.../analises-apontam-que-papiro-que-menciona-esposa-de-jesus-nao

O SEPULCRO ESQUECIDO DE JESUS CRISTO

 
Documentário completo Discovery Channel
O Sepulcro Esquecido de Jesus - Novas Evidências (Dublado HD Completo)
 
Sinopse: Um olhar dramático sobre o especial do Discovery, O túmulo secreto de Jesus, do diretor Simcha Jacobovici em parceria com James Cameron. Novas evidências impressionantes.
O documentário também apresenta novas e alarmantes evidências relacionadas com a discussão do ossuário de "Tiago".

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Publicado em 25 de abr de 2014