domingo, 29 de agosto de 2010

DESCENDENTE DE MARIA MADALENA DESAPARECE NA CIDADE DE SÃO LUIZ-MARANHÃO/BRASIL

Apesar dos esforços de sociedades secretas para preservar oculta a presença de descendentes de Maria Madalena no Brasil, a conspiração internacional que busca eliminá-los não descansa.

Geraldo Sanclér era mais um pacato comerciante no centro de São Luís, no Maranhão. Proprietário de uma pequena livraria, o avanço dos shopping centers não o preocupava, pois a clientela nunca deixava de acorrer ao seu estabelecimento em busca de livros didáticos, bíblias, dicionários e outros artigos populares. Geraldo, que se dizia kardecista não praticante, nunca havia lido ‘O Código Da Vinci’ ou outras obras recentes que exploram o mito da descendência de Jesus e Maria Madalena, nem nunca se preocupou com o assunto.

Mas em março de 2005 isto mudou abruptamente. Em um final de semana chuvoso, os Sanclér foram visitar o sítio da família, e Geraldo envolveu-se na arrumação do velho porão da casa construída por seu bisavô, conhecido na região como “Seu Ília”. Entre o material lá armazenado há gerações, encontrava-se um pequeno baú, cuja fechadura já corroída guardava algumas reproduções de pinturas sacras, uma taça de estanho e um livro de anotações escrito a mão, em inglês.

Geraldo levou as peças para análise em um antiquário na capital do estado, que rapidamente avaliou que as imagens e a taça não tinham qualquer valor comercial, mas o livro [que começava escrito em inglês medieval e terminava com anotações em inglês corrente datadas de 1892] poderia ter interesse histórico.

Geraldo levou então a peça ao Museu do Carmo, e em 2 semanas recebeu extra-oficialmente o primeiro relatório: o livro registrava a crônica da família Saint Clair, afirmava que esta constituía um dos ramos da descendência de Maria Madalena, e consignava ainda uma série de fatos sobre uma organização denominada Priorado do Sião, na qual todos os Saint Clairs eram considerados altos dignitários. As últimas anotações foram escritas por seu bisavô, “seu Ília” - na verdade William Sinclair (corruptela de Saint Clair), escocês que veio ao nordeste do Brasil supervisionar a construção de uma ferrovia no final do século XIX e acabou morrendo prematuramente logo após o nascimento de seu único filho.

Abismado com estas revelações aparentemente inacreditáveis, Sanclér foi dominado por um misto de curiosidade e interesse em resgatar a aparente herança mística que poderia estar em poder do Priorado de Sião, que logo descobriu tratar-se de uma organização elusiva, tido como fantasiosa por muitos estudiosos. Ainda assim, dispondo de clara prova de sua existência, passou a procurar contato com várias organizações secretas - incluindo o ramo local da maçonaria, a ordem rosacruz e até mesmo a organização católica Opus Dei, sempre sem sucesso. Mas o número das pessoas que ouviram falar do “segredo dos Saint Clair” na região foi crescendo. Sua casa passou a ser visitada por curiosos que gostariam de ver ou tocar no cálice de estanho, ou fotografar passagens do livro.
Mas esta situação estava destinada a mudar mais uma vez, de forma que até o momento constitui um mistério. Na noite de 21 de dezembro de 2005 (data do Solstício de Verão), a residência dos Sanclér foi visitada por 3 homens, descritos por testemunhas como sendo muito bem apessoados, trajados com ternos claros e trazendo no peito um broche com a insígnia de uma cruz vermelha gamada, similar à que pode ser vista na maioria das imagens de cavaleiros templários. Um deles, que aparentemente não falava português, ficou no carro, em atitude de vigília, enquanto os outros 2 aceitaram o convite para entrar na casa e conhecer as relíquias já mencionadas.

A esposa de Geraldo, Ana Flávia, não sabe o que os 2 homens conversaram com seu marido em particular, mas relata que ele saiu de seu escritório muito alterado, trazendo as relíquias em uma caixa dourada, sempre em companhia do que ela descreve como “os 2 padres”, e a informou que teria que acompanhá-los para participar de uma cerimônia, e voltaria ao amanhecer. Esta foi a última vez em que ela o viu pessoalmente.

No dia seguinte, Ana Flávia conta que recebeu um telefonema de Geraldo, que contou estar se sentindo confuso e atordoado, mas que “eles haviam lhe dado permissão para um telefonema”. Geraldo informou estar no aeroporto de Imperatriz, que faria uma viagem, mas ela não deveria se preocupar, pois estava tudo bem.

A partir daí, não houve mais contato direto. Ana Flávia recebe periodicamente cartas [impressas em computador e sem assinatura] de Geraldo, acompanhadas de generosas somas em dinheiro, dando instruções sobre a manutenção da livraria da família, afirmando estar tudo bem, e pedindo repetidamente que não se avise as autoridades. Nas cartas, Geraldo não fornece um endereço para resposta, mas diz que a família não deve se preocupar pois está sendo guardada, e informações sobre todos os eventos familiares estariam sendo relatadas diariamente ao marido ausente, que inclusive faz referência a alguns destes fatos em suas mensagens.

O capítulo maranhense da WMBI entrevistou Ana Flávia e teve acesso a reproduções fotográficas de diversas páginas do misterioso livro, bem como do cálice de estanho e de algumas das imagens.

poeiracosmica.verdadeabsoluta.net

domingo, 15 de agosto de 2010

JOSÉ DE ARIMATÉIA LINHAGEM SAGRADA

A história de Merlin começa com ninguém menos do que José de Arimatéia, ou Yossef Rama-Thea. José de Arimatéia aparece nos quatro Evangelhos, era oriundo de Arimatéia (Armathahim, em hebreu), um povoado de Judá — a atual Rentis — situado a 10 km a nordeste de Lida, que por sua vez é o provável lugar de nascimento de Samuel (1Sam. 1,1). Homem rico (Mt. 25,57) e membro ilustre do Sinédrio (Mc. 15,43; Lc. 23,50), José tinha em Jerusalém um sepulcro novo, cavado na rocha, próximo do Gólgota. Era discípulo de Jesus, mas mantinha isso em segredo, tal como Nicodemos, por temor às autoridades judaicas (João 15,38).

Lucas afirma que ele esperava o Reino de Deus e que não tinha concordado com o Sinédrio na condenação de Jesus (Lc. 23,51). Nos momentos cruéis da crucificação não teme expor-se e pede a Pilatos o corpo de Jesus (o apócrifo “Evangelho de Pedro”, do século II, diz que esse pedido foi feito antes da crucificação. [2,1; 6,23-24]). Uma vez concedida a permissão pelo governador, José desprega o crucificado, envolve-o num lençol limpo e, com a ajuda de Nicodemos, deposita Jesus no sepulcro de sua propriedade, que ninguém antes havia utilizado. Até aqui, os dados históricos/bíblicos.

A partir do século IV começaram a aparecer tradições essênias envolvendo a figura de José. Em um texto apócrifo do século IV — as “Atas de Pilatos”, também chamadas de “Evangelho de Nicodemos” — narra que os judeus reprovaram o comportamento de José e de Nicodemos em favor de Jesus, e que por isso José foi mandado para a prisão. Libertado milagrosamente, aparece primeiro em Arimatéia e de lá se dirige a Jerusalém, onde conta como foi libertado por Jesus. Mais impressionante ainda é a obra “Vindicta Salvatoris” (“A vingança do Salvador”, também provavelmente do século IV), que teve grande difusão na Inglaterra e na Aquitânia. O livro narra a marcha de Tito à frente das suas legiões para vingar a morte de Cristo. Ao conquistar Jerusalém encontra José preso numa torre, onde fora posto para morrer de fome, mas que sobrevivera graças a um alimento celestial.

Na França e nas Ilhas Britânicas, a lenda sobre José de Arimatéia foi ganhando novos e coloridos detalhes ao longo dos séculos XI a XIII, inserindo-se no ciclo do Santo Graal e do Rei Arthur. Segundo uma dessas lendas, José lavou o corpo de Cristo, recolheu a água e o sangue num recipiente e depois dividiu o conteúdo com Nicodemos. Outras lendas dizem que José, levando consigo esse relicário, evangelizou a França (segundo alguns relatos, desembarcou em Marselha junto com Marta, Maria Madalena e Lázaro), a Espanha (onde foi sagrado bispo por São Tiago), a Inglaterra e Portugal. Na Inglaterra, a figura de José tornou-se muito popular: a lenda atribui a ele a fundação da primeira Igreja em solo britânico, em Glastonbury Tor.

Nesse lugar, o cajado de José teria lançado raízes e florescido enquanto ele dormia. A Abadia de Glastonbury converteu se, então, em um importante lugar de peregrinação até a sua dissolução pela Reforma Protestante em 1539. Na França, uma lenda do século IX refere que, nos tempos de Carlos Magno, o Patriarca de Jerusalém Fortunato fugiu para o Ocidente, levando os ossos de José de Arimatéia, e ingressou no mosteiro templário de Moyenmoutier, do qual chegou a ser abade.

Da história de José de Arimatéia
 começa a Linhagem dos Reis do Graal

Segundo a lenda, José de Arimatéia casou-se com uma sacerdotisa chamada Ayuba(ou Elyab em alguns textos) e tiveram dois filhos: Anna, a profetisa de Arimatéia e Joshua, além de Josefes de Arimatéia, o primeiro Rei do Graal, muito provavelmente o filho de Yeshua e Maria Madalena).

Josefes tornou-se o primeiro protetor do Graal. Seu filho, Alain “Le Gros” (construtor do Castelo de Corbenic e casado com uma rainha celta chamada Elis), tiveram um filho, Joshua (considerado o terceiro rei do Graal).

A linhagem segue através de casamentos reais

Alphanye 
4º Rei do Graal

Aminadab

Cathaloys
6º Rei do Graal
fundador da Ordem religiosa de Castellor, em 200 DC.

Emmanuel

Titurel
fundou a Ordem Militar do Graal, por volta de 250 DC

Boaz ou Anfortas
que ficou conhecido como Rei-Pescador
Sua lenda mescla-se com a do próprio Jesus
dizendo que foi ferido por uma lança
e foi levado á presença do Graal,
enquanto aguardava o Verdadeiro Buscador (Percival)
que faria a pergunta correta e conseguiria curá-lo.

Esta lista enorme de Árvores Genealógicas documentadas que vem lá dos tempos do Rei Yeshua e Maria de Magdala é muito importante para a última etapa da nossa matéria, quando fizermos a Associação desta linhagem com a Linhagem de Salomão, através de LANCELOT, que é descrito explicitamente como descendente direto do Rei Salomão nos textos do século XI.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

JESUS CRISTO ERA PERIPATÉTICO/O QUE ENSINA CAMINHANDO

Para Max Gehringer, articulista da Revista Você S/A, o método de Jesus Cristo
não apenas foi espetacular durante o seu ministério, como também serve de parâmetro para os treinamentos corporativos.

Numa das empresas em que trabalhei, eu fazia parte de um grupo de treinadores voluntários, eramos coordenados pelo chefe de treinamento, o professor Lima, e tínhamos até um lema:

"Para poder ensinar, antes é preciso aprender"
copiado, se bem me recordo, de uma literatura do Senai

Um dia, nos reunimos para discutir a melhor forma de ministrar um curso para
cerca de 200 funcionários, estava claro que o método convencional :

- botar todo mundo numa sala
- não iria funcionar já que o professor insistia na necessidade da interação,
- impraticável com um público daquele tamanho

Como sempre acontece nessas reuniões, a imaginação voou longe do objetivo,
até que, lá pelas tantas, uma colega propos usarmos um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

E o professor, que até ali estava meio quieto,respondeu de primeira.
Aliás, pensou alto: Jesus era peripatético.

Seguiu-se uma constrangida troca de olhares, mas, antes que o hiato pudesse
ser quebrado por alguém com coragem para retrucar a afronta, dona Dirce a secretária,interrompeu a reunião para dizer que o gerente de RH precisava
falar urgentemente com o professor.

E lá se foi ele, deixando a sala à vontade para conspirar

- Não sei vocês, mas eu achei esse comentário de extremo mau gosto
- disse a Laura

- Eu nem diria de mau gosto, Laura. Eu diria ofensivo mesmo
- emendou o Jorge, para acrescentar que estava chocado, no que foi amparado
  por um silêncio geral.

- Talvez o professor não queira misturar religião com treinamento
- ponderou o Sales,que era o mais ponderado de todo
- Mas eu até vejo uma razão para isso

- Que é isso, Sales? Que razão?
- Bom, para mim, é óbvio que ele é ateu
- Não diga!
- Digo. Quer dizer, é um direito dele.
  Mas daí a desrespeitar a religiosidade alheia...

Cheios de fúria, malhamos o professor durante uns dez minutos e, quando já o estávamos sentenciando à fogueira eterna, ele retornou. Mas nem percebeu a hostilidade, Já entrou falando:

- Então, como ia dizendo, podíamos montar várias salas separadas e colocar 
  umas 20 pessoas em cada uma, é verdade que cada treinador teria de
  repetir a mesma apresentação várias vezes, mas...  Por que vocês estão me
  olhando desse jeito?

- Bom, falando em nome do grupo, professor, essa coisa aí de peripatético,
   veja bem...

- Certo! Foi daí que me veio a idéia,

. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam,
   ao orientar seus discípulos.

Mas Jesus foi o Mestre dos Mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão
da Montanha foi muito feliz, teríamos uma bela mensagem moral e o
deslocamento físico.

Mas que cara é essa?...
Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando".

E nós ali, encolhidos de vergonha, bastaria um de nós ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra que o resto concordaria e tudo se
resolveria com uma simples ida ao dicionário.  Isto é, para poder ensinar, antes
era preciso aprender finalmente, aprendemos duas coisa:

o fato de todos estarem de acordo
não transforma o falso em verdadeiro

a sabedoria tende a provocar discórdia,
mas a ignorância é quase sempre unânime.

danielbecher.com/jesus-era-peripatetico

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

BUDISMO THERAVADA DOUTRINA DOS ANCIÃOS

O Budismo Theravada significa "doutrina dos anciãos"  sendo os anciãos, os monges budistas sênior.  É às vezes chamado de "Budismo do Sul", é mais forte
no Sri Lanka, Camboja, Tailândia, Laos e Birmânia (Myanmar). 

Esta escola de budismo tem permanecido mais próximo dos ensinamentos originais do Buda, eles são vistos como ferramentas para ajudar as pessoas a compreender a verdade, e não como mérito próprio.

Muitas crenças oferece soluções para os problemas espirituais dos seres humanos. O Budismo não.  A base de todas as formas do Budismo é a utilização da pratica 
para despertar (ou iluminação), de dentro para fora. 

O Buda Siddhartha Gautama foi um homem que se tornou Buda, o Iluminado da mesma maneira que Buda Jesus. O único contato do discipulo com ele é através
de seus ensinamentos que apontam para o estado desperto. 

Cada um tem que trilhar o seu Caminho para alcançar a própria Iluminação.  Os ensinamentos de Buda mostram o caminho, a viagem é através de Si Mesmo.

Theravada Budismo enfatiza a realização da auto-libertação através de nós mesmos.  Meditação e concentração são elementos vitais do caminho para a iluminação. Do seguidor espera-se acumular tudo o que é bom para purificar a sua mente".

Quando um discipulo atinge a libertação, eles são chamados de "pessoa digna- um Arhat ou ArahatApesar da ênfase monástica, o Budismo Theravada recebe os leigos.

A maioria dos monges Theravada vive em comunidades monásticas. Alguns chegam com sete anos, outros ainda jovens, são recebidos em qualquer idade. Um novato é chamado de samanera e um monge completo é chamado de bikkhu.  A comunidade monástica como um todo é chamado sangha.

Monks (e freiras) comprometem-se a obediência da ordem monástica (Vinaya), que consistem de 227 regras.

Todos os que pratica o Budismo Thetravada, deve obedecer as cinco regras ou preceitos  Os cinco preceitos para realizar a regra de formação:

Abster-se de prejudicar os seres vivos 
Abster-se de que não é dado livremente
Abster-se de abusos sexuais
Abster-se de mentir, conversas fúteis, fofocas, discurso áspero
Abster-se de bebidas e das drogas 

Não é permitido aos monges e monjasTheravada comer ao meio-dia, nem lidar com dinheiro.

www.jesus-is-lord.com

JESUS CRISTO E A ESCOLA PÍTAGÓRICA

Hoje falaremos sobre os ensinamentos de Yeshua, o Jesus histórico real. Para começarmos a entender a maneira como Yeshua e seus apóstolos pensavam, precisaremos retornar cerca de 6 séculos no passado e conhecer o trabalho de
outro grande ocultista, Pitágoras.

Pythagoras de Samos nasceu entre 580 e 572 AC e foi um filósofo e ocultista, fundador da Escola Pitagórica. Reverenciado pela massa cética como o pai da matemática, Pitágoras foi, como muitos outros cientistas, muito mais do que isso. Com o conhecimento adquirido nas iniciações nas Pirâmides, Pitágoras foi considerado um dos maiores homens de seu tempo, equivalente a Leonardo
DaVinci durante o Renascimento.

Antes de mais nada, vamos estudar a origem de seu nome, Pyth-agor, ligado ao Oráculo de Delfos. Antes de ser chamado Delfos, este famoso oráculo era conhecido como Pythia e foi fundado no século 8 AC, embora o local tenha sido usado para práticas xamânicas desde o século 11 AC, ou seja, no mesmo período em que Salomão construía seu Templo. É importante ressaltar que o Templo do Oráculo de Delfos possuía as mesmas medidas sagradas da Câmara dos Reis e do Templo de Salomão.

A história mitológica deste Templo dizia que no local vivia uma gigantesca serpente chamada Pythia (que deu origem ao nome Píton) e que Apolo, o deus solar, havia dominado e derrotado esta serpente e, a partir do corpo dela, construiu o oráculo.

A simbologia desta história é óbvia. A serpente Pythia, assim como em todas as outras culturas, representa a kundalini sendo dominada pelo aspecto Crístico-Solar (Tiferet, na Kabbalah), resultando em um estado de consciência elevado (“Conhece a ti Mesmo” ).

O nome Pythein (apodrecida, em grego) representava os vapores exalados de um caldeirão (qualquer semelhança com as bruxas celtas NÃO é mera coincidência, como veremos mais para a frente), que colocavam as sacerdotisas iniciadas do templo lunar, chamada Pitionísias (Pythia), em um estado de transe onde recebiam instruções de mestres de outros planos vibracionais (assim como médiuns de hoje em dia recebem mensagens provenientes dos espíritos). Quem assistiu ao filme “300 de Esparta” viu uma representação de como funcionavam estes oráculos.

O nome destas possessões era Venter Loquis (ou a “voz que vem do ventre”), pois os antigos já sabiam que os espíritos utilizavam-se do chakra Manipura, ou Plexo Solar, para obterem energia para estas manifestações (muito tempo depois, no século XVI, charlatões utilizavam truques mundanos de projeção de voz para imitar estas manifestações, dando origem ao que se conhece hoje por Ventriloquismo).

O nome iniciático de Pitágoras significa “aquele que fala (Agor-) a verdade das Pythias (Pyth-)” ou seja, Pyth-Agor. Assim como muitos outros sábios, seu nascimento foi profetizado por outras Pythias e ele nasceu de uma virgem. Seus ensinamentos nada mais eram do que os mesmos ensinados pelos Egípcios em suas Escolas dos Mistérios.

Os pitagóricos estudavam a fundo a matemática, filosofia, a geometria sagrada, proporções áureas, o pentagrama, a ligação entre religião e ciência, numerologia, astrologia, reencarnação, vegetarianismo e a música. A associação entre música e magia é muito antiga e poderosa.

O símbolo dos Pitagóricos é o Pentagrama, ou Pentemychos. Eu poderia passar horas explicando as propriedades notáveis do Pentagrama, mas achei este vídeo produzido por Walt Disney (ele era Rosacruz) em 1959 chamado Mathmagic, então deixarei “Espírito da Aventura” e o Pato Donald explicarem para vocês


O Pentagrama também possui uma relação especial com o Planeta Vênus. Observando o céu e anotando a posição da “Estrela Matutina” durante 8 anos, o traçado do chamado “período sinódico” de Vênus forma um Pentagrama (período sinódico é o tempo que um planeta leva para retornar a uma mesma posição em relação ao sol por um observador na Terra.

Portanto, desde sempre o Pentagrama representou o Planeta Vênus, ou seja, a Estrela Matutina, ou seja, Prometeus.  O Planeta Vênus também está ligado ao sagrado feminino, às deusas celtas e aos Templos Lunares (Vênus-Afrodite, a deusa arquetipal feminina).

Não podemos esquecer que o próprio nome Yeshua vem do Pentagrama: Yod-He-Shin-Vav-He.

Pitágoras e a Sociedade Pitagórica viveram através de seus discípulos ilustres como Sócrates, Platão (que, não por coincidência, foi quem primeiro citou a Atlântida, lar de todo o conhecimento ocultista, em seus textos Critias e Timaeus), Aristóteles e finalmente Alexandre, o Grande.

Pitágoras recrutava jovens “Livres e de Bons Costumes” para serem seus estudantes. A palavra “Livre” para os pitagóricos não tinha conotação de escravo/liberto, mas sim de “Livres-pensadores”. Uma das frases mais importantes de Pitágoras é “Nenhum homem que não controla a própria vida pode ser considerado livre”.

BUDISMO THERAVADA TERAPEUTAE

Em 563 AC nascia de Mahamaya (“Rainha Maya”) uma pessoa muito especial, chamada Siddharta Gautama. Mahamaya, a mãe de Buda, era certamente uma sacerdotisa especialmente preparada para a recepção de um Avatar na Terra,
que os escritores costumam colocar com o termo “virgem” (apesar dela, assim
como todas as outras virgens, terem tido relações sexuais ritualísticas para
conceber os Avatares). Segundo a história do Budismo, Maya não teve filhos
durante 20 anos de casamento com o rei Suddhodana. Certo dia, ela sonhou
com um elefante branco e no dia seguinte, acordou grávida. Desta gravidez
nasceu Siddartha.

Após um período de peregrinações e estudos, acompanhado de alguns seguidores, Buda atingiu a iluminação com a idade de 35 anos, após passar um período de 49 dias meditando. [Vou abrir um parênteses aqui, pois estes 49 dias meditando são os mesmos 49 dias que Moisés passou meditando no deserto antes de receber os 10 mandamentos, no período que os judeus chamam de Sefirat HaOmer, um exercício de Kabbalah que é contado todos os anos pelos judeus].

Os sacerdotes e iniciados chamavam-se de Theravada e pregavam os ensinamentos de Buda. Segundo eles, qualquer pessoa que conseguisse despertar do “sono da ignorância” (olha outra conexão do filme “Matrix” nestes ensinamentos) poderia ser chamado de Buda.

De acordo com estes ensinamentos, houveram muitos Budas antes de Gautama e haveriam muitos Budas depois… Yeshua inclusive.

Os budistas estudam a fundo os fatos e leis que regem nossa realidade, como Reencarnação, Karma e Dharma, além de desenvolvimento de toda a estrutura de chakras dos iniciados, tal qual os antigos Indianos e os Egípcios. O objetivo desta iluminação é despertar os sete chakras, chegando ao estado de Nirvana, ou a comunhão com o cósmico. Os Theravada pregavam também o desapego às coisas materiais, o assistencialismo e a caridade, realizando curas com suas habilidades iniciáticas.

Durante o século 3 AC, os Theravada chegaram ao Egito (narrado através do encontro do embaixador Ashako na corte de Ptolomeu II em 250 AC) e de lá partiram para as terras dos judeus e para a Grécia. Ali ficaram conhecidos como Therapeutae (de onde se origina a palavra “terapeuta”). Os Therapeutae eram considerados médicos sagrados, estudiosos e filósofos e muitos de seus iniciados trocaram conhecimentos com os membros das outras ordens secretas pitagóricas.