quinta-feira, 29 de abril de 2010

MARIA MADALENA YOD-HE-SHIN-VAV-HE YHSVH YESHUA

Seu “poder” vem de sua iluminação e de seu conhecimento e do “Ser Crístico” que foi despertado nele, assim como Buda, Krishna, Salomão, Davi, Moisés ou os Faraós. Os conhecimentos alquímicos, astrológicos e místicos que possuía fazem com que Jesus Cristo fosse um ser humano muito superior aos demais, tanto física quanto mentalmente… um Mestre de bondade, caridade e iluminação.

Quando Yeshua nasceu, os romanos já dominavam Jerusalém desde 63 AC e Herodes já estava no poder desde 37 AC. Quando os romanos substituíram os selêucidas no papel de grande potência regional, eles concederam ao rei Hasmoneu Hircano II autoridade limitada, sob o controle do governador romano sediado em Damasco. Os judeus eram hostis ao novo regime e os anos seguintes testemunharam muitas insurreições. Uma última tentativa de reconquistar a antiga glória da dinastia dos Hasmoneus foi feita por Matatias Antígono, cuja derrota trouxe fim ao governo dos Hasmoneus (40 AC); o país tornou-se, então, uma província do Império Romano.

Em 37 AC, Herodes, genro de Hircano II, foi nomeado Rei da Judéia pelos romanos. Foi-lhe concedida autonomia quase ilimitada nos assuntos internos do país, e ele se tornou um dos mais poderosos monarcas da região oriental do Império Romano. Grande admirador da cultura greco-romana, Herodes lançou-se a um audacioso programa de construções, que incluía as cidades de Cesaréia e Sebástia e as fortalezas em Heródio e Masada.

Dez anos após Herodes (4 AC), a Judéia caiu sob a administração romana direta. À proporção que aumentava a opressão romana à vida judaica, crescia a insatisfação, que se manifestava por violência esporádica, até que rompeu uma revolta total em 66 DC. As forças romanas, lideradas por Tito, superiores em número e armamento, arrasaram finalmente Jerusalém (70 DC) e posteriormente derrotaram o último baluarte judeu em Massada (73 DC), mas falarei sobre isso mais para a frente.

Portanto, estas Ordens das quais estamos discutindo (Pitagóricas, Essênias… ) das quais Yossef e Maria Madalena faziam parte já precisavam se manter “secretas” desde o Tempo de Pitágoras. A conexão de Yeshua com a Ordem Pitagórica e com os ensinamentos orientais é simples de ser demonstrada. O nome Yeshua representa “Aquele que vem do fogo de Deus” ou, como mais tarde a Igreja colocou, “O Filho de Deus”, representando um sacerdote solar.
Cabalisticamente, Deus é representado pelas letras hebraicas Yod-Heh-Vav-Heh ou o tetragrama YHVH que simbolizam os 4 elementos e toda a Àrvore da Vida. Estas letras são dispostas em um quadrado ou uma cruz. O alfabeto hebraico não possui vogais e o nome de Deus precisava ser passado apenas oralmente de Iniciado para Iniciado. Quando surgia nos textos, os sacerdotes precisavam oculta-lo e usavam outras palavras para designá-lo. Eis o verdadeiro significado do mandamento “Não tomarás o nome de Deus em vão”.

A letra SHIN representa o espírito purificador. O fogo celestial que remove o Impuro (tanto que, como veremos mais adiante, ela representa o Arcano do Julgamento no tarot). Da evolução do quatro vem o número cinco, o pentagrama sagrado dos Pitagóricos, representado pela união dos 4 elementos mais o espírito (SHIN). 

O pentagrama será, então, representado pelas letras Yod-Heh-Shin-Vav-Heh, ou YHSVH ou Yeshua. Este título já havia sido usado por Rama, Krishna, Hermes, Orfeu, Buda e outros líderes iluminados do passado.

De sua infância até seus 30 anos, Jesus viajou por muitos lugares, conhecendo a Índia, a Bretanha e boa parte da África. Sabia falar várias línguas, incluindo o grego, aramaico e o latim. Conhecia astrologia, alquimia, matemática, medicina, tantra, kabbalah e geometria sagrada, além das leis e políticas tanto dos judeus quanto dos gentios.

De toda a sua infância, a Igreja deixou escapar apenas um episódio ocorrido aos 12 anos, quando Jesus discute leis com os sábios e rabinos mais inteligentes de Jerusalém (Lucas 2: 42-50). Todo o restante foi destruído, já que seria embaraçoso para a Igreja ter de explicar onde o Avatar estava aprendendo tudo o que sabia. A versão oficial é que foi a “inteligência divina”, mas a verdade é muito mais óbvia e simples: Yeshua sabia tudo aquilo porque estudou. Conhecimento não vem de “graças dos céus”, mas de estudo e trabalho.

Para entender como este casamento aconteceu, precisamos passar por algumas explicações. A primeira é o fato de Jesus ser chamado de Rabbi (Rabino, ou Mestre) por todo o Novo Testamento. O titulo de Rabbi é passado de iniciado para iniciado desde Moisés, através de um ritual chamado Semicha (“ordenamento”). No período do Antigo Testamento, de acordo com o Judaísmo, para se tornar Rabbi, uma pessoa precisa obrigatoriamente preencher três requisitos: ser um homem, ter conhecimento profundo do Tora e das Leis judaicas, ser casado.

Com isso, sabemos que Yeshua, por ser um líder religioso considerado um Rabbi por seus discípulos, era obrigatoriamente CASADO (não importando com quem) ou NUNCA poderia ter recebido este título. Além disso, naqueles tempos, qualquer líder religioso que estivesse na casa dos 30 anos e ainda fosse solteiro certamente seria considerado algo completamente fora dos padrões e digno de nota.

Yeshua era casado com uma sacerdotisa vestal chamada Maria de Magdala, irmã de Lázaro e Marta. Assim como Yeshua, ela foi educada e preparada desde criança para ser a companheira do Avatar. Tinha grandes conhecimentos das artes lunares, divinatórias, dança e magia sexual, além de conhecimentos de astrologia, geometria, medicina e matemática. Assim como Maria, mãe de Yeshua, Maria de Magdala também era considerada uma “virgem”.

Lázaro, o irmão de Maria Madalena, é o sacerdote iniciado pelo próprio Yeshua. A bíblia cita isso como a “Ressurreição de Lázaro”, mas claramente percebemos que se trata de uma Iniciação Egípcia. Lázaro era um iniciado muito importante em sua época, membro de uma das famílias mais ricas da Betânia, assim como os outros apóstolos também eram pessoas influentes. Passou três dias confinados em uma caverna (o templo religioso mais importante para os Essênios), sendo resgatado no terceiro dia por Yeshua.

Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, e estava ali a mãe de Jesus; e foi também convidado Jesus com seus discípulos para o casamento. E, tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm vinho. Respondeu-lhes Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Disse então sua mãe aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser. Ora, estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam duas ou três metretas. Ordenou-lhe Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram- nas até em cima. Então lhes disse: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E eles o fizeram.
Quando o mestre-sala provou a água tornada em vinho, não sabendo donde era, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água, chamou o mestre-sala ao noivo e lhe disse: Todo homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho. Assim deu Jesus início aos seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele. (João 2: 1,11)

As Bodas de Caná é a passagem do Novo Testamento que narra o Casamento de Jesus com Maria Madalena. Basta conhecer um pouco de cultura judaica para saber que, em um casamento judeu, e mais especificamente o casamento dinástico, a ÚNICA pessoa que pode dar ordens para os serviçais é a mãe do noivo, que é a pessoa responsável pela organização da festa… e tudo faz muito mais sentido agora. E transformar água em vinho certamente não seria uma dificuldade para um Avatar

Como já vimos, as regras do matrimônio dinástico não eram banais. Parâmetros explicitamente definidos ditavam um estilo de vida celibatário, exceto para a procriação em intervalos regulares.

Um período extenso de noivado era seguido por um Primeiro Casamento em setembro, depois do qual a relação física era permitida em dezembro. Se ocorresse a concepção, havia então uma cerimônia do Segundo Casamento em março para legalizar o matrimônio. Durante esse período de espera, e até o Segundo Casamento, com ou sem gravidez, a noiva era considerada, segundo a lei, um almah (“jovem mulher” ou, como erroneamente citada, “virgem” ).

João 11:1-2 também menciona esse evento anterior, explicando depois como o ritual de ungir os pés de Jesus foi realizado novamente pela mesma mulher, em Betânia. Quando Jesus estava sentado à mesa, Maria pegou “uma libra de bálsamo puro de nardo, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo” (João 12:3).

No Cântico dos Cânticos (1:12) há O refrão nupcial: “Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume”. Maria não só ungiu a cabeça de Jesus na casa de Simão (Mateus 26:6-7 e Marcos 14:3), mas também ungiu-lhe os pés e os enxugou depois com os cabelos em março de 33 DC. Dois anos e meio antes, em setembro de 30 DC, ela tinha realizado o mesmo ritual três meses depois das bodas de Caná.

Em ambas as ocasiões, a unção foi feita enquanto Jesus se sentava à mesa (como define o Cântico dos Cânticos). Era uma alusão ao antigo rito no qual uma noiva real preparava a mesa para o seu noivo. Realizar o rito com nardo era maneira de expressar privilégio de uma noiva messiânica, e tal rito só se realizava nas cerimônias do Primeiro e do Segundo Casamento. Somente como esposa de Jesus e sacerdotisa com direitos próprios, Maria poderia ter ungido-lhe a cabeça e os pés com ungüento sagrado.

Este rito também é narrado no Salmo 23, um dos meus favoritos (só perde para o Salmo 133). O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda.Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

O Salmo 23 descreve Deus, na imagem masculina/feminina da época, como pastor e noiva. Da noiva, o salmo diz “Prepara-me uma mesa… Unge-me a cabeça com óleo“.Os De acordo com o rito do Hieros Gamos da antiga Mesopotâmia (a terra de Noé e Abraão), a grande deusa, Inana, tomou como noivo o pastor Dumuzi (ou Tammuz),106 e foi a partir dessa união que o conceito da Shekiná e YHVH evoluiu em Caná por meio das divindades intermediárias Asera e El Eloim.

No Egito, a unção do rei era o dever privilegiado das irmãs/noivas semidivinas dos faraós. Gordura de crocodilo era a substância usada na unção, pois era associada à destreza sexual, e o crocodilo sagrado dos egípcios era o Messeh (que corresponde ao termo hebraico Messias: “Ungido” ). Na antiga Mesopotâmia, o intrépido animal real (um dragão de quatro pernas) era chamado de MushUs.

Era preferível que os faraós desposassem suas irmãs (especialmente suas meio-irmãs maternas com outros pais) porque a verdadeira herança dinástica era passada pela linha feminina.

Alternativamente, primeiros de primeiro grau maternos também eram consideradas. Os reis de Judá não adotavam essa medida como prática geral, mas consideram a linha feminina um meio de transferir realeza e outras posições hereditárias de influência (mesmo hoje, o judeu verdadeiro é aquele nascido de mãe judia). Davi obteve sua realeza, por exemplo, casando-se com Micol, filha do rei Saul. Muito tempo depois, Herodes, o Grande, ganhou seu status real desposando Mariane da casa real sacerdotal.

Assim como os homens que eram designados para várias posições patriarcais assumiam nomes que representavam seus ancestrais – como Isaac, Jacó e José – também as mulheres seguiam sua genealogia e escalão. Seus títulos nominais incluíam Raquel, Rebeca e Sara. As esposas das linhas masculinas de Zadoque e Davi tinham o posto de Elisheba (Elizabeth, ou Isabel) e Miriam (Maria), respectivamente. Por isso a mãe de João Batista é chamada de Isabel e a de Jesus, Maria, nos Evangelhos. Essas mulheres passaram pela cerimônia de seu Segundo Casamento só quando estavam com três meses de gravidez, quando a noiva deixava de ser uma almah e se tomava uma mãe designada.Ou seja: Através destas passagens bíblicas, sabemos que, além de casada com Jesus, Maria Madalena teve filhos com ele.

Jesus e Maria Madalena realizaram os rituais sagrados de magia sexual ( os sete chakras despertos nos rituais sexuais, ). Estas alegorias são descritas várias vezes na Bíblia, especialmente no Apocalipse, quando se fala de “Sete Igrejas” e “Sete Selos” que precisam ser “rompidos”. Isto nada mais é do que o ser humano desenvolvendo sua energia kundalini e explorando todo o seu potencial divino, aflorando e abrindo os sete chakras.

Maria Madalena foi a principal discípula de Jesus e sua grande companheira. . A primeira citação oficial da Igreja a respeito da Maria Madalena foi feita pelo papa Gregório I em 591 DC, para coibir o culto a Maria Madalena (Notre Damme) no Sul da França (falarei sobre o herege “Culto à Virgem Negra” mais tarde).

Maria Madalena é a figura feminina mais sagrada para os Templários e todas as catedrais chamadas de “Notre Damme” na França construídas pelos Templários foram dedicadas a ela (inclusive a Notre damme de Paris, que mereceria uma coluna só para ela de tanto simbolismo que possui escondida nela.

Santa Maria Madalena, foi canonizada em 886 e transformada em Santa pela Igreja Ortodoxa, que dizia que suas relíquias estavam em Constantinopla. De acordo com a versão oficial, Madalena e Maria (mãe de Jesus) foram até o Éfeso onde passaram o restante de suas vidas,

A tradição francesa insistia que Maria Madalena, sua filha Sara (Santa Sara Kali), Lázaro e outros companheiros aportaram em Marseille, vindos do Egito, e se juntaram aos nobres que ali viviam, continuando uma dinastia de reis-pescadores que mais tarde daria origem aos Merovíngios.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

SIGNIFICADO ESOTÉRICO DA MONA LISA

Esta obra, considerada a maior obra de arte de todos os tempos, tem uma representação alquímica profunda. Segundo o Mestre Samael, a Gioconda representa a Divina Mãe Kundalini, a sagrada Mãe Alquimia ou, para Fulcanelli, é a poderosa Mãe Viúva, ou seja, a Ciência da Alquimia. Vemos a figura de uma austera figura de mulher, cujo sorriso é, ao mesmo tempo, agradável e marcial.

Ela veste roupa nas cores vermelha e verde, as duas cores fundamentais da Alquimia, ou seja, as cores do Leão Verde e do Leão Vermelho, as duas mais poderosas forças da Alquimia, nosso Ser (verde) e nossa Mãe Kundalini (vermelho).
Suas mãos estão numa postura (mudra) de defesa, representando que ela alegoriza a ciência hermética, esotérica. E Ela mostra não a totalidade dos dedos de suas mãos, mas unicamente 9 dedos.

O que representa o número 9 dentro da Alquimia senão o Arcano 9 do Tarô, o Eremita solitário? A Nona Esfera da Magia Sexual? Os 9 Céus e os 9 Infernos de Dante?Ao fundo desta maravilhosa obra vemos dois Caminhos, as famosas Vias Seca (à nossa esquerda) e Úmida (à nossa direita) da Alquimia Sagrada.

O Caminho Úmido, indica a Senda Nirvânica, que é uma senda maravilhosa, e o Caminho Seco, que assinala o Caminho Direto para Deus, para o Absoluto, que é um Caminho Superior. Porém, esses dois Caminhos só existem quando compreendemos que eles têm um Guardião, que é essa bela e austera Senhora, nossa Mãe Divina Interior Kundalini. Sem Ela, não há um autêntico trabalho de Alquimia.

Da Vinci conhecia a fundo a ciência alquímica e por meio da Inspiração ele conheceu sua Mãe Divina particular, representada no quadro da Mona Lisa, pois todos nós temos a nossa própria e íntima Mãe.

Ah, uma última observação: os nomes Mona Lisa e Gioconda têm as 3 letras fundamentais IAO, que são os mantras secretos dos gnósticos. IAO é um dos mantras sagrados da Magia Sexual.

Significado Esotérico da Santa Ceia
Esse maravilhoso quadro tem várias representações, entre elas os mistérios da Astrologia. Jesus rodeado por seus 12 Apóstolos são o Sol e seus 12 planetas de nosso Sistema Solar [Sim, nosso Sistema Solar possui 12 planetas, 3 dos quais ainda não descobertos pela ciência acadêmica: Vulcano, Perséfone e Clarión].
Ao lado direito de Jesus [à esquerda], o personagem seria João, o discípulo amado de Jesus, ou uma mulher, Maria Madalena, sua esposa-sacerdotisa? Observe que esta mulher possui expressões típicas do pudor feminino, ela estaria usando uma corrente de ouro no pescoço e afasta-se de Jesus com uma coqueteria feminina, incontestável.

A figura feminina e Jesus usam o chamado "efeito espelhado": Jesus está usando túnica vermelha e manto azul. E Madalena, túnica azul e manto vermelho. O "espelho" simboliza a entrada para uma realidade oculta. Um crítico de arte verá que os grupos formados por Jesus e Madalena, pelo afastamento de Madalena, formam um M no centro do Quadro. O M foi um código muito usado pelos Templários e sobre o qual existe controvérsia: M, símbolo da Constelação de Virgo, pode ser também o M de Madalena, venerada pelos Templários? Ou seria o Eterno Feminino de Deus, nossa Mãe Divina?

No "grupo de Jesus", aparece "mão anômala" fazendo o "gesto ou dedo de João" (o Batista) tão caro a da Vinci que usou este símbolo com grande constância na sua obra. O próprio da Vinci encarna Judas Tadeu. Apesar de ser a cena do Sacramento Mágico da Eucaristia, não há vinho ou pão na mesa posta por Da Vinci (o pão estaria reduzido a migalhas).

Na verdade, este trabalho astrológico é muito mais profundo, muito mais do que questões teológicas, ou mesmo de signos e cálculos. Da Vinci representou ali os 12 Trabalhos de Hércules, que são os passos iniciáticos necessários para encarnarmos o Cristo Interior. Essas 12 faculdades superiores de nosso Ser Divino são representadas na tradição cristã-gnóstica como os 12 apóstolos, mas podem ser vistas também nos 12 Cavaleiros da Távola Redonda.

Devemos aclarar que um dos grandes méritos da obra de Dan Brown, O Código Da Vinci, reside em que este autor criou um elo bastante próximo do que sempre foi defendido pelos gnósticos, tanto antigos quanto contemporâneos. Esse Elo entre o Santo Graal, a esposa de Jesus e todas as mulheres do mundo seria na verdade o Mistério dos Mistérios, guardado a sete chaves tanto por gnósticos quanto por maçons, templários e cátaros. Esse Grande Segredo está agora totalmente desvelado nos estudos gnósticos difundidos pelo grande mestre gnóstico contemporâneo, Samael Aun Weor. http://www.gnosisonline.org/

domingo, 11 de abril de 2010

MARIA MADALENA ARQUÉTIPO DA "NOIVA PERDIDA" A PEQUENA SEREIA

A PEQUENA SEREIA
ARQUÉTIPO DA "NOIVA PERDIDA
PESQUISA DA HISTORIADORA MARGARET STARBIRD
MENSAGEM SUBLIMINAR?

Os olhos infantis costumam perceber coisas que escapam à nossa atenção. A historiadora Margaret Starbird teve esta confirmação. A filhinha de sete anos de idade, de uma amiga, foi assistir ao filme A PEQUENA SEREIA de Walt Disney. Encontrando-se com a historiadora, a menina contou que vira um dos quadros que Starbird usara para ilustrar a sua pesquisa sobre "A NOIVA MESSIÂNICA", representante do "Sagrado Princípio Feminino" que as Igrejas cristãs haviam abolido no seu passado remoto.

A garota lhe contou que Ariel, A Pequena Sereia, fora procurar num navio afundado, enfeites para o seu quarto, no fundo do mar. A prenda preferida encontrada por ela era, exatamente, um retrato de Maria Madalena, miniatura de um quadro pintado pelo famoso pintor Georges De La Tour (uma trilogia) que Starbird usara na sua pesquisa sobre a "Noiva Messiânica": Maria Madalena, encarnação do "Sagrado Princípio Feminino", noiva de ...Jesus!

E foi assim, através de olhos infantis inocentes, que Margaret Starbird descobriu que a "pequena sereia" de Disney era muito mais do que um conto de fadas para menininhas."

Os símbolos que Maria Madalena encarna são o da "Noiva Perdida", do "Princípio Feminino", cujas encarnações anteriores foram composições das "DEUSAS" - Afrodite, Atenas e Demeter, com os "toques" de Isis, Inanna e Astarte...a SOPHIA SAGRADA !

Maria Madalena, se não fosse pela sua discriminação feita pelos cristãos, deveria estar agora, simbolizando a "Senhora da Idade de Peixes" com Cristo no papel de Senhor, ambos perfazendo a sagrada mandala do "Hieros Gamos" para a Idade De Peixes."

Como a Pequena Sereia, a sétima filha do Rei Tritão, a lembrança de Maria Madalena submergiu profundamente para ocupar um lugar no grande oceano, no inconsciente coletivo da humanidade. Carl Jung fala sobre a condição que o patriarcalismo iria ocupar no fim desta era, tempos nos quais toda a sua energia se encontraria insuficiente para sustentar o "status" conseguido. Então, seria a hora e a vez do "Princípio Feminino" reaparecer, segundo Jung, para se reconciliar com o "Principio Masculino" perfazendo a UNIDADE, para juntos, forjarem a próxima era, uma nova cultura.

No conto original, a Pequena Sereia não tinha um nome, é sugestivo o nome que lhe foi dado no filme, ARIEL, um dos nomes de Jerusalém, cidade sitiada... (Isaías 29:1-8) a mensagem subliminar prossegue, Ariel tem a face escura como a da Noiva do Cântico dos Cânticos (1:5) morena, devido às suas lides nos vinhedos dos seus irmãos. E tem o cabelo bem longo e ondeado, um cabelo lindamente avermelhado, exatamente como a cabeleira que se atribui à Maria Madalena!

Os sonhos e os desejos da Pequena Sereia são o de andar sobre a relva fresca sob os fortes raios solares, ou seja, sair do ostracismo profundo no qual foi relegada. Outro fato sugestivo é o de que Ariel não necessita ser salva, ela SALVA o Príncipe, não seria o Princípio Patriarcal combalido nos prenúncios da Era do Aquário?

Ariel ao encontrar o quadro que representa Maria Madalena, pintado por La Tour e intitulado por ele: "Magdalen with The Smoking Flame", curiosamente, se esforça por retirar a chama para fora do quadro. É muito sugestiva a idéia dos idealizadores do filme de Disney com uma vasta galeria de quadros famosos à sua disposição: por que escolheram um tão sugestivo para o seu filme? Seria uma mensagem subliminar que estariam tentando passar? Outro ponto digno de reflexão, a imagem de Madalena foi colocada nas profundidades do oceano porque ela representava o modelo da Noiva, a EKKLESIA", para os antigos patriarcas cristãos pertencentes à "comunidade amada" redimida por Cristo.

Ariel é como a Jerusalém sitiada, se sente afogada no desejo de se tornar humana e todas as forças conspiram para que ela não consiga unir-se ao seu amado Príncipe. Roubam-lhe a voz e ela não pode desabafar os seus sentimentos. Alguém se lembra de que roubaram também a voz de Maria Madalena, quando a tacharam ignominiosamente de prostituta, sem justificativa alguma de nenhuma escritura que provasse esta sua condição como verdadeira, ao contrário, as suas vestes indicam o seu alto "status" de sacerdotisa e discípula mais amada por Jesus. Disto existem provas cabais nos "Manuscritos de Nag-Hammadi", onde possui até um evangelho: "O Evangelho de Maria" e os testemunhos de Philipe e dos outros discípulos, o "povo de Jesus". Suas vestes são similares às descritas no Cântico dos Cânticos, quando se refere à Noiva Messiânica, desnudada pelos "guardiões das paredes" (5:7).

Não é um mero acidente que Ariel carregue consigo um livro e um espelho, no filme de Disney, ícones da arte Medieval. Vejamos o símbolo do espelho: ele representa o mundo material (MATER, MÃE, MATÉRIA) manifestação do DIVINO na "carne", assim como a lua é o espelho do sol. O significado de SOPHIA é também o do "Espelho Imaculado" da energia Divina.

O livro representa todas as leis naturais e espirituais - a Ciência, a Revelação e a Sabedoria - que busca o conhecimento dos preceitos de Deus. Há um adágio medieval que reza: "Nada existe sem um significado"!

Outro ponto digno de ser salientado diz respeito á Dinastia Merovíngea francesa. Na heresia do "Santo Graal" diz-se que o Rei Merovee descendia de uma sereia e que ele era metade homem e metade peixe. Quase todas as "watermarks" (marcas d'água) medievais têm desenhos de sereias com a flor de lis Merovíngea, engastada nas suas caudas. "A conexão de Maria Madalena com a sereia e a Rainha do Mar é muito antiga", revela a historiadora Margaret Starbird.

Ariel expressa o grande desejo do pobre e desvalorizado "Princípio Feminino": a reunião com o "Princípio Masculino "seu sagrado "partnair". O Princípio Feminino não quer ocupar o lugar de salvador ou outro qualquer que não seja o de Companheiro, Amado e Igual.