sábado, 9 de janeiro de 2016

ENCONTRADO PAPIRO COM TEXTO SOBRE A ÚLTIMA CEIA


Pesquisadores descobriram um fragmento de papiro grego de 1.500 anos com escrita que se refere à Última Ceia e ao “maná do céu” (maná, segundo o livro bíblico de Êxodo, é um alimento produzido milagrosamente e fornecido por Deus ao povo israelita). Eles acreditam que esse papiro é um dos mais antigos amuletos cristãos.
O fragmento foi provavelmente dobrado e usado dentro de um medalhão ou pingente como uma espécie de talismã para proteção.

Roberta Mazza, que encontrou o papiro pesquisando milhares deles mantidos no cofre da biblioteca do Instituto de Pesquisa John Rylands da Universidade de Manchester, no Reino Unido, disse: “Esta é uma descoberta importante e inesperada, pois é um dos primeiros documentos registrados de uso da magia no contexto cristão e o mais antigo amuleto encontrado que se refere à Eucaristia – a Última Ceia – como o maná do Antigo Testamento”.

O papiro

O texto do papiro é uma mistura de trechos do Salmo 78: 23-24 e Mateus 26: 28-30, entre outros.
Como cristãos usam até hoje passagens da Bíblia como amuletos de proteção, a descoberta desse fragmento pode marcar o início de uma tendência importante no cristianismo.
O texto diz (tradução literal para o português, que pode ser diferente do texto encontrado nas versões da Bíblia):
“Temam todos aquele que governa sobre a terra.
Saiba você as nações e povos que Cristo é o nosso Deus.
Pois ele falou e eles vieram a ser, ele mandou, e logo foram criados; ele pôs tudo sob os nossos pés e nos libertou do desejo de nossos inimigos.
Nosso Deus preparou uma mesa no deserto sagrado para o povo e deu o maná da nova aliança para comer, o corpo imortal do Senhor e o sangue de Cristo derramado por nós na remissão dos pecados.”
Segundo Mazza, as pessoas da época acreditavam que tais passagens tinham poderes mágicos. Apoiando essa ideia, vincos podem ser vistos no fragmento, sugerindo que o papiro foi dobrado em um formato retangular medindo 3 por 10,5 centímetros e ou colocado em uma caixa ou usado ao redor do pescoço de uma pessoa.

Contexto histórico

O amuleto foi escrito no verso de um recibo que parece ser do pagamento de um imposto sobre grãos.

O texto do recibo, quase ilegível, refere-se a um coletor de impostos da vila de Tertembuthis, localizada na zona rural de Hermoupolis, uma antiga cidade que é hoje a cidade egípcia de El-Ashmunein.
“
O texto diz que o recebimento foi lançado na aldeia de Tertembuthis. Portanto, podemos razoavelmente crer que a pessoa que reutilizou o recibo para escrever o amuleto era dessa mesma aldeia ou região próxima, embora não possamos excluir outras hipóteses”, afirma Mazza. Análise por datação de carbono concluiu que o fragmento é de 574 a 660 dC.

Enquanto o criador do amuleto conhecia a Bíblia, ele ou ela fez muitos erros. “Algumas palavras estão com erros ortográficos e outras estão na ordem errada”, disse Mazza. “Isso sugere que a pessoa estava escrevendo de cabeça, em vez de estar copiando”.
A descoberta revela que os cristãos adotaram uma prática egípcia de usar talismãs para afastar o perigo.


“Esta prática não é muito diferente da de hoje de usar colares com cruzes ou imagens de Jesus, Maria ou dos santos para proteção”, argumenta Mazza. “Em muitas igrejas católicas, os crentes recebem santinhos com uma oração no verso que podem levar consigo para proteção”. 

LiveScience

JESUS CRISTO TERIA CELEBRADO A SANTA CEIA COM PÔNCIO PILATOS


Decifrado recentemente, um texto egípcio de 1,2 mil anos conta que Jesus teria celebrado a Santa Ceia com Pôncio Pilatos (o juiz que autorizou sua crucificação, de acordo com os Evangelhos Canônicos), numa terça-feira e não numa quinta, e que Jesus era capaz de mudar sua aparência (uma explicação para a maneira que Judas teria usado para ajudar soldados romanos a identificá-lo na hora da prisão).

De acordo com o pesquisador Roelof van den Broek, que publicou a tradução em seu livro “Pseudo-Cyril of Jerusalem on the Life and the Passion of Christ” (“Pseudo Cirilo de Jerusalém sobre a Vida e a Paixão de Cristo”], sem edição no Brasil), é importante ressaltar que, embora a existência do relato não possa garantir que as coisas ocorreram dessa maneira, poderia haver pessoas na época que acreditavam nele.

Há pelo menos duas cópias do texto, escrito na linguagem copta (do povo egípcio do período helenístico e do período sob dominação romana): um na Biblioteca e Museu Morgan em Nova York e outro no Museu da Universidade da Pensilvânia (ambos nos EUA). Boa parte da tradução foi feita a partir da cópia que se encontra em Nova York, mais conservada.

“Sem maior tumulto, Pilatos preparou a mesa e comeu com Jesus no quinto dia da semana. E Jesus abençoou Pilatos e toda a sua casa (…) [depois, Pilatos disse a Jesus] bem, observe, a noite chegou, levante-se e bata em retirada, e quando a manhã chegar e eles me acusarem por sua causa, eu devo dar a eles o único filho que tenho para que eles possam matá-lo em seu lugar”.

De acordo com o texto, Jesus teria agradecido a Pilatos por sua boa vontade, mas recusado a oferta e mostrado que, se desejasse, poderia escapar de outras formas, desaparecendo em seguida.

Van den Broek lembra que, na Igreja Copta e em igrejas da Etiópia, Pilatos é considerado um santo, e isso explicaria o retrato mais amigável que ele recebeu nesse e em outros textos.

“Então os judeus disseram a Judas: como vamos prendê-lo [Jesus], pois ele não tem uma única forma, sua aparência muda. Às vezes ele é corado, às vezes ele é branco, às vezes ele é vermelho, às vezes ele tem cor de trigo, às vezes ele é pálido como um asceta, às vezes ele é um jovem, às vezes um velho…”

Se Jesus era capaz de mudar radicalmente de aparência, uma simples descrição física não bastaria para que os guardas romanos o identificassem, o que teria motivado Judas a escolher um sinal (um beijo no rosto, de acordo com os Evangelhos Canônicos).

Embora muitos leitores possam ter achado a ideia curiosa, ela é ainda mais antiga do que o texto egípcio. “Essa explicação do beijo de Judas foi encontrada primeiro em Orígenes [um teólogo que viveu de 185 a 254]”, explica o pesquisador. Na obra Contra Celsum, Orígenes escreveu que “para aqueles que o viam, [Jesus] não aparecia da mesma forma para todos”.

O autor do texto assina como São Cirilo de Jerusalém, um santo que viveu no Século 4 – da mesma forma que ocorre com diversos outros textos antigos, segundo van den Broek. Além disso, o autor alega que teria encontrado em Jerusalém (atualmente no território de Israel) um livro com relatos feitos pelos apóstolos sobre a vida e a morte de Jesus.

Van den Broek considera que essa alegação seria um recurso para “aumentar a credibilidade das visões peculiares e dos fatos não canônicos que ele vai apresentar, atribuindo-os a uma fonte apostólica”, estratégia que seria encontrada “frequentemente” na literatura copta.

Outro aspecto intrigante do texto é o fato de ele apontar que a “Última Ceia” teria ocorrido com Pilatos e, além disso, em um dia da semana diferente do que é celebrado há quase dois mil anos. “[…] É fora do comum que Pseudo-Cirilo relate a história da prisão de Jesus na noite de terça-feira, como se a história canônica de sua prisão na noite de quinta não existisse”, diz van den Broek.

Van den Broek explicou que “no Egito, a Bíblia já havia se tornado canônica no quarto/quinto século, mas histórias apócrifas e livros permaneceram populares entre cristão egípcios, especialmente entre monges”.

LiveScience

EVANGELHO PERDIDO A MULHER E OS FILHOS DE JESUS

Jesus Cristo
pintado por Rembrandt

De acordo com os cristãos, Jesus Cristo tem duas naturezas, a divina – ele seria o verdadeiro Deus – e humana. Como um de nós, foi filho de Maria e José, seu pai adotivo, e parente de Tiago, José, Judas e Simão. Essas eram as pessoas mais próximas a ele. Havia, porém, uma outra figura muito presente no círculo íntimo desse homem: Maria Madalena. Ela o seguia e aos apóstolos, como discípula que colaborava nas tarefas domésticas. Chamada de Apóstola dos Apóstolos por ter anunciado a ressurreição de Cristo, Maria Madalena desempenhou um papel de liderança na Igreja primitiva. A porção divina de Jesus é sepultada no livro “O Evangelho Perdido – decodificando o Texto Sagrado, que narra sua vida de casado e pai de dois filhos. Lançado na quarta-feira 12, na Inglaterra, a obra é baseada em uma interpretação feita pelo cineasta especialista em investigações arqueológicas Simcha Jacobovici e por Barrie Wilson, professor de estudos da religião da Universidade de York, no Canadá, de um manuscrito datado do século VI que foi traduzido de um documento, provavelmente escrito no primeiro século. Nessa obra, descrita pela editora que a publica como uma “história de detetive histórica”, a dupla de escritores defende que Jesus ficou noivo, se casou, teve relações sexuais e dois filhos, Efraim e Manasses, com Maria Madalena. E vai mais longe. Mais do que íntima, a seguidora de Cristo é praticamente alçada ao púlpito cristão. “Maria Madalena não era apenas a senhora Jesus. Na verdade, ela era uma deusa. Ele é o filho de Deus e ela é filha Dele também”, diz Jacobovici, para quem “O Evangelho Perdido” é o primeiro livro a fazer uso de uma fonte escrita real a mostrar que Jesus e Maria Madalena foram casados e tiveram filhos.
Os autores Simcha Jacobovici e Barrie Wilson
a própria editora intitula a obra como "história de detetive histórica"

O Evangelho Perdido é a bola da vez e tem sido criticado não só pela Igreja Católica, mas por arqueólogos e especialistas em exegese bíblica. O manuscrito que se serviu de base para o livro não menciona os nomes de Jesus e Maria Madalena, mas a história do casal José e Asseneth. Sobre esse fato, Jacobovici argumenta que por causa de traduções da obra para o grego e latim, no século 12, “sutilezas” foram perdidas e, agora, ao analisar o original em siríaco conseguiu decodificar a “mensagem escondida”: José estaria para Jesus como Asseneth para Maria Madalena. “Afirmar que José e Asseneth são representações veladas do casal Jesus e Maria Madalena requer muita imaginação que, certamente, não falta ao cineasta Jacobovici”, diz o arqueólogo Jorge Fabbro, da pós-graduação em arqueologia do Oriente Médio Antigo da Universidade de Santo Amaro (Unisa).

Não é de hoje que Jacobovici é criticado por pesquisadores de história antiga pelo tom sensacionalista com que trabalha. Em 2007, ele revelou ter descoberto o túmulo onde Jesus Cristo teria sido sepultado. Até hoje, porém, não respondeu a questões da comunidade acadêmica que comprovem o achado. Em O Evangelho Perdido, ainda que haja alguma evidência de que o conto seja uma metáfora para falar de Jesus, sua esposa e filhos, o máximo que isso prova, na visão do arqueólogo Fabbro, é que, no século VI, havia uma pessoa que acreditava que Jesus havia se casado e tido filhos, mas não que isso tenha de fato ocorrido. Especialista em sagrada escritura, o cônego Celso Pedro da Silva também aponta para uma confusão entre evidência de crença com evidência de fato. “Descobertas de papiros ou pergaminhos, ou outro material, datáveis dos primeiros séculos, não significam que o conteúdo deles seja verdade”, diz ele, que é pároco da igreja Santa Rita de Cássia, no Pari, em São Paulo. “Jesus foi celibatário a vida inteira e não se casou com ninguém. Maria Madalena amava a Jesus, mas não no sentido de casar e ter filhos com ele.” Para André Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a única importância do Evangelho Perdido é dar voz às mulheres. “Escritos como esse vão contra o fato de só o homem ser a referência e tentam colocá-las no púlpito da Igreja.”


 Revista Isto É  N° Edição:  2347 |  14.Nov.14 - 15:00 |  Atualizado em 09.Jan.16 - 16:34                  

domingo, 20 de julho de 2014

ÚLTIMAS MENSAGENS POSTADAS 21 O7 2014

Jesus Cristo e Maria Madalena 
Herschel Embryo Star


JC  MICAH SANANDA JESUS
JC BUDA E CRISTO EM QUE CONCORDAM E DIVERGEM
JC  IRRADIAÇÕES CRÍSTICAS NA VIA LÁCTEA
JC  VIDA SECRETA DE JESUS CRISTO
JC  IMAGEM ANTIGA DE JESUS CRISTO É DESCOBERTA EM ESCAVAÇÃO NO EGITO
JC  OSÍRIS FOI O PRIMEIRO MESSIAS. JESUS FOI A SEGUNDA VINDA DE CRISTO NO EGITO?
JC  PORQUE FALA JESUS POR PARÁBOLAS CANDEIA SOB O ALQUEIRE
JC  PONCIO PILATOS OFERECEU SACRIFICAR O FILHO NO LUGAR DE JESUS CRISTO
JCMM   EVANGELHO DA ESPOSA DE JESUS CRISTO
JCMM   LINHAGEM SAGRADA GRAAL PLANETA x NIBIRU
JCMM   LINHAGEM SAGRADA GRAAL ESFERA INVISÍVEL DA CABALA
BUDISMO FLOR DE LÓTUS GENOMA PODERÁ REVELAR SEGREDOS DA VIDA ETERNA
ORDEM DOS ESSÊNIOS ESCOLA BUDISTA E PITAGÓRICA

GENOMA DA FLOR DE LÓTUS PODERÁ REVELAR SEGREDOS DA VIDA ETERNA


Segredos genéticos do lótus sagrado

O lótus sagrado já foi documento no registro geológico de 135 milhões de anos atrás, quando os dinossauros ainda viviam na Terra.

Existem casos documentados de sementes de lótus que sobreviveram e continuaram viáveis por 1.300 anos.


Ou seja, não é apenas pela beleza da flor de lótus que esta planta é considerada símbolo de elevação espiritual - sua biologia também é absolutamente de outro mundo.


Por isso, uma equipe de 70 cientistas dos EUA, China, Austrália e Japão dispuseram-se a partir em busca dos segredos sagrados do lótus - biologicamente falando. Para isso, eles sequenciaram seu genoma completo.


Os cientistas acreditam que o chamado lótus sagrado tenha um sistema genético capaz de consertar defeitos genéticos induzidos ambientalmente, podendo conter segredos sobre como envelhecer com saúde.


A equipe sequenciou cerca de 86% dos cerca de 27 mil genes da planta, cujo nome científico é Nelumbo nucifera.


O lótus e vida eterna biológica

"O genoma do lótus é muito antigo, e agora conhecemos seu ABC," disse Jane Shen-Miller, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). "Os biólogos moleculares agora poderão estudar mais facilmente a forma como os seus genes são ligados e desligados durante períodos de estresse, e porque as sementes desta planta podem viver por 1.300 anos. Este é um passo para aprender o segredo anti-envelhecimento que o lótus sagrado pode nos revelar."

A Dra Shen-Miller afirma que os mecanismos de reparo genéticos do lótus podem ser muito úteis se puderem ser transferidos para os seres humanos ou para culturas - como arroz, milho e trigo -, cujas sementes têm períodos de poucos anos de vida.


"Se os nossos genes pudessem reparar doenças, assim como os genes do lótus, poderíamos ter um envelhecimento saudável. Precisamos aprender sobre seus mecanismos de reparação, e sobre as suas propriedades bioquímicas, fisiológicas e moleculares, e o genoma do lótus agora está aberto a todos."


A genética incomum do lótus sagrado lhe dá algumas habilidades de sobrevivência únicas. Suas folhas repelem a sujeira e a água, suas flores geram calor para atrair polinizadores e o revestimento do fruto do lótus possui antibióticos e cera que asseguram a viabilidade da semente que ele contém.


Redação do Diário da Saúde

OS ESSÊNIOS ESCOLA BUDISTA E PITAGÓRICA

Os Therapeutae que viviam na região de Nazaré e especialmente próximos de Quram eram chamados de Essaioi, do aramaico Yssyn (“terapeutas” ou “médicos”) ou, como nós os conhecemos: Essênios.
Os Essênios trouxeram consigo todos os ensinamentos iniciáticos da Escola Pitagórica somados aos ensinamentos budistas. No período em que Yeshua pregava, estima-se que haviam cerca de 4.000 essênios espalhados pela Palestina, além de suas famílias e seguidores.
Os Essênios pregavam o desapego aos bens materiais, uma vida vegetariana e voltada para o lado espiritual. Viviam em comunidades grandes e comunais, com camponeses, estudiosos, filósofos e matemáticos. Seus mestres eram chamados de “Mestres Carpinteiros”.
João Batista foi um dos Essênios mais conhecidos de todos os tempos. Padroeiro de todas as Ordens Templárias, fazia as iniciações aprendidas no Egito no Rio Jordão.
Com isso podemos traçar uma linha de conhecimento que se ocultou desde o Egito até Jerusalém, passando por Moisés, Davi, Salomão, Pitágoras, Platão, Aristóteles, Orfeu, Dionísio, os Terapeutas, as Ordens Essênias e, finalmente, o Buda judeu.
Jesus pregava a RESPONSABILIDADE ESPIRITUAL (a responsabilidade pelas sua própria vida, pensamentos e atos,  também pregava os mesmos ensinamentos sobre Reencarnação, Karma e Dharma ensinados nas Escolas de Mistérios e nas filosofias orientais, que nada mais são do que as leis que regem nossa realidade material, tão palpáveis quanto a Lei da Gravidade. 
Conhecendo a si mesmo (através da astrologia, kabbalah e outros estudos iniciáticos), as pessoas conseguem descobrir quais suas missões e trabalhar em suas oitavas mais altas para o desenvolvimento e eventual escape da Roda de Sansara ou Ciclo de Reencarnações, tornando-se um iluminado (“Eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta que ninguém pode fechar” – Apocalipse 3:8). Desta forma, Jesus pregava que QUALQUER pessoa poderia se tornar Buda, ou Iluminado, bastando para isso seguir os seus passos.
Muitas pessoas irritadas com a Igreja Católica atacam a imagem de Jesus dizendo que a Igreja roubou os ensinamentos de Buda para colocá-los como sendo de Jesus, como “Amar ao outro como a ti mesmo” ou “oferecer o amor para acabar com a guerra” que virou “oferece a outra face” e outros, mas isso é apenas mais uma das falhas que Constantino e seu “Jesus-Apolo” forjado esqueceram de tapar. Os ensinamentos de Yeshua/Jesus são iguais aos de Buda não porque a Igreja os copiou, mas sim porque Yeshua era discípulo das tradições budistas theravada! Lembrem-se do que eu falei sobre Empilhamentos.

LINHAGEM SAGRADA GRAAL ESFERA INVISÍVEL DA ÁRVORE DA VIDA DA CABALA


A Cabala na Ceia de Leonardo da VinciO Gaúcho Eucajus Eugênio, realizou uma leitura dos símbolos herméticos inseridos nas pinturas de Leonardo da Vinci e revela que a postura e a localização dos apóstolos na Ultima Ceia correspondem com as Esferas da Arvore da Vida da Cabala.

“Mais que revelar segredos ou códigos é preciso entender o significado de um símbolo, entender o que ele representa. Quando Leonardo da Vinci pintou o apostolo João, não pintou uma mulher, e sim, um ser andrógino, porque João representa a esfera “Hod” da Cabala. Vou dar um exemplo pratico: Na ceia, as mãos de Jesus representam o Princípio Hermético de Correspondência (O que esta em cima é igual ao que esta em baixo), basta observar que uma mão esta com a palma virada para cima e a outra para baixo.


Na Cabala, Jesus representa a esfera “Daat”, conhecida no meio místico como a Esfera Invisível da Arvore da Vida. Aí você pergunta; Jesus a esfera invisível? O personagem principal da ceia? Isso nos faz compreender porque Leonardo da Vinci permanecia por horas no refeitório Maria delle Grazie olhando para pintura. Ele meditava sobre uma questão: Como destacar o personagem principal e ao mesmo tempo torna-lo invisível? A resposta tornando-o o menos expressivo de toda a pintura! Criei uma experiência que prova essa teoria e esta divertindo os leitores do livro e do blog. Trata-se de uma imagem da ceia sem Jesus.

Acredita que 98% das pessoas não percebem a ausência dele. Quando essa ausência é revelada, eles dizem ter confundido Jesus com Tiago Maior, e isso é incrível! Justamente Thiago Maior, justamente aquele que representa a esfera “Tiferet”, confirmando um principio da cabala que define: Daat é a imagem de Tiferet”. A leitura dos símbolos realizada por Eucajus é surpreendente  porque mostra algo que sempre esteve diante de nós. Você viu a enorme letra “S”, de Salai na Mona Lisa? A mesma letra se encontra em uma pintura de “Salai” mais jovem! Olhe ao lado do ombro direito da Mona Lisa, não esqueça, Da Vinci escrevia da direita para esquerda. Veja também a ponte acima do ombro esquerdo. Segundo Eucajus, a ponte é um símbolo místico que representa a ligação entre aquilo que pode ser percebido e aquilo que esta além da percepção. 
Símbolos Maçons na Mona Lisa, o verdadeiro significado do pote de sa l e outras revelações sobre as obras de Leonardo da Vinci você pode ver no Site do livro,
tem varias de imagens ilustrativas. 
www,sobrenatural.org