domingo, 14 de novembro de 2010

JHESU O AMeN DO MUNDO CRUCIFICAXÃO

A crucifixão é um processo místico-alquímico. Judas não foi um traidor. A verdadeira história da traição ainda será exposta publicamente para exame de todas as consciências. Pilatus, apenas, fútil e inocentemente, não lavou as mãos. Jesus , foi o grande herói da Era de Peixes.

A Bíblia [particularmente o Gênese o Evangelho de S. João e o Apocalipse] está apoiada em leis cabalístico-alquímicas, e os fatos históricos não correspondem exata e integralmente às Leis e aos Princípios esotéricos tradicionalmente conhecidos e aceitos. Há um véu que perenemente protege a Tradição. Por outro lado, muitos fatos bíblicos foram deliberadamente adulterados e apocopados, como alguns livros foram injustificadamente suprimidos... O Livro de Jasher é apenas um exemplo. Os Evangelhos ditos apócrifos representam mais de trezentos exemplos!

A crucificação de um Avatar geralmente simbolizava o fim de sua vida pública e início de suas atividades privadas. Expansão – Contração. Expiração – Inspiração. Mânvântâra – Prâlâya. Tudo em realidade se passa semelhantemente à Essência Divina: na expiração, o mundo é produzido; na inspiração, tudo desaparece e se desfaz gradualmente. Entretanto, o martírio de Jesus, sabido e por Ele esperado, foi, politicamente, uma punição romana e não judia. Se tivesse que ser sacrificado pelos judeus, Jesus seria apedrejado [pena de lapidação] e não crucificado. Todavia, dois foram os motivos (históricos) básicos que O levaram ao suplício iniciático: o socialismo santo que preconizava e a proclamação de Rei dos Judeus, que seguidores entusiásticos Lhe conferiram. O poder tirânico de Roma não poderia tolerar essa situação, e, a 5 de Abril do ano 30 de nossa Era, data assinalada na mesma Pirâmide que previu seu nascimento [hipotenusa do triângulo formado pelo piso da Câmara da Rainha, piso da passagem Ascendente e piso inclinado desta mesma Passagem], Jesus foi crucificado.

Deve-se acrescentar, ainda, que o maior conspirador e inimigo de Jesus não foi Judas, mas Caifás, que solitariamente a serviço de Roma, oferecia informações e fazia relatórios secretos quanto às atividades do Mestre. Na realidade, pouquíssimos judeus estavam interessados em castigar Jesus. Ao que se sabe, Caifás agiu praticamente sozinho, e o Sinédrio não teve participação relevante no processo que se estabeleceu contra Jesus. Roma, inclusive, perdeu o interesse em supliciar Jesus, mas a ordem chegou tardiamente, e isto já é outra história. Tardiamente?

Muito se tem comentado sobre a famosa frase pronunciada por Jesus, quando já estava pregado na cruz. Em Mateus XXVII, 46, lê-se: Eli, Eli, lamma sabacthani? Em Marcos XV, 34, está escrito: Eloi, Eloi, lamma sabacthani? Estas duas frases de sentido idêntico têm sido traduzidas por Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? Todavia, ou esta frase tem um sentido oculto, ou as palavras foram mal interpretadas, ou as duas coisas. A transliteração hebraica dos dois Evangelhos e os manuscritos gregos estão corretos, e não existe margem para dúvida ou discussão. Mas o sentido – o verdadeiro sentido – é outro, e diametralmente oposto do que foi admitido, ou seja: DEUS MEU, DEUS MEU, COMO ME GLORIFICASTE! Já no versículo primeiro do Salmo XXI está registrado ALI, ALI, LMH HhZBTh-NI?, que significa: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Mas Jesus também poderia ter bradado: Heloi, Heloi, LMH ShBHhTh-NI!

ALI, ALI, LMH ShBHhTh-NI! era a fórmula final esotérica e sacramental dos Ritos Iniciáticos do Antigo Egito, e era pronunciada após terríveis provas de iniciação nos Mistérios [ditos pagãos]. Aceitar e traduzir a frase corretamente, equivaleria a admitir que Jesus havia sido um Iniciado.

IESCHOUAH. A frase DEUS MEU, SOL MEU, ESPARZISTE SOBRE MIM OS TEUS FULGORES! era a exclamação derradeira proferida pelo Iniciado, quando, então, era já considerado como FILHO E GLORIOSO ELEITO DO SOL.

Enfim, como os teólogos poderiam justificar a tradução correta perante a Cúria e ante a própria confraria católica? Admitir a frase iniciática implicaria em, obrigatoriamente, reformular os descaminhos que o movimento religioso que encontrou amparo nas doutrinas do Crucificado, estava então palmilhando, principalmente após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d. C., no qual, entre outras apócopes e distorções, foram suprimidas, por bula papal, a preexistência da personalidade-alma e a Lei da Necessidade [Reencarnação]. E nunca mais se comentou ou estudou o pensamento de Orígenes – o Papa Iniciado.

O que, por outro lado, deve ficar registrado, é que, independentemente de todas as distorções, adulterações, supressões e equívocos, há uma perene Igreja Eterna [oculta e iniciática], que guarda zelosamente o Conhecimento Primordial, e vive na sua integralidade as Doutrinas Secretas de Jesus.

De passagem – e a bem da verdade – a supressão autoritária da Lei na Necessidade interessou superlativamente a Teodora, esposa de Justiniano, que ao ceder aos apelos da antiga cortesã, cometeu, em associação com alguns membros da Cúria despótica daqueles tempos [bispos ortodoxos do Oriente], um dos maiores absurdos contra o Esoterismo Tradicional. Pergunta: seria possível, hoje, serem suprimidas, por qualquer decreto, as leis da gravitação, do eletromagnetismo e da radiatividade? De qualquer forma, no Evangelho [apócrifo] de Felipe, versículo 72, a frase iniciática ALI, ALI, LMH ShBHhTh-NI está assim escrita: Deus meu! Deus meu! Por que Senhor, tanto me glorificas

De qualquer forma, é ingênuo imaginar que Jesus, por maiores que tenham sido seu sofrimento e flagelação naquela nona hora de desespero e dor, tenha, por um único instante, desacreditado da ubiqüidade da Consciência Cósmica, de seus Irmãos do Templo de Hélios e da própria Grande Loja Branca, da qual era parte integrante, e da qual, naquele tempo, era seu supremo representante na Terra. Ele glorificou seu Pai pelo integral cumprimento de sua sagrada missão, ainda que a unificação das religiões e a reunião de todas as ciências não se pudessem ter verificado.

Estava em curso, então, a Era de Peixes, regida pelo elemento água. A Humanidade permanecia imersa no líquido amniótico, incapacitada para aprender, opinar e decidir. O homem pisciano pouco raciocinava, e seu pensamento acompanhava, geralmente, padrões, teorias e dogmas preestabelecidos. E o que foi considerado sem valor, distorcido, ou suprimido, continua original e sacrossantamente resguardado dos profanos, e ensinado nas autênticas fraternidades iniciáticas. É o tesouro que a Humanidade deve procurar, para dar o primeiro passo em direção à sua libertação e emancipação. 8 —› 9.

Há ainda a considerar a inscrição INRI geralmente interpretada como Iesus Nazarenus Rex Iudæorum (Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus). Voltando à Grande Pirâmide de Queóps, sabe-se que este monumento, entre outras finalidades, objetivou gravar as medidas dos céus e da Terra, ou seja, Iam (Água), Nour (Fogo), Ruach (Ar) e Iabeshah (Terra), cujas iniciais formam a sigla INRI, com aplicações cabalísticas que extrapolam o escopo deste ensaio. Não se pode, entretanto, deixar de avisar, que os elementos anteriormente referidos, só podem ser entendidos como entidades homogêneas do plano numenal. Pode-se também considerar, que os quatro elementos [alquímicos] são variedades alotrópicas universais de um elemento primordial.

Há, por outro lado, quem traduza a inscrição da seguinte forma: Venho da Judéia, passei por Nazaré, conduzido por Rafael e sou da tribo de Judá. Todavia, em vattan deve ser lida I-NRI, cujo significado é: Ele, a Humanidade. Em veda, sua leitura é I-NaRa, significando Ele, a Alma do Universo. E, em sânscrito, deve-se ler I-Na-Ra-Ya, ou seja, Ele, Nara-Dêva – o Homem-Deus. Contudo, há um simbolismo alquímico, que é: IGNE NATURA RENOVATUR INTEGRA (É pelo Fogo que a Natureza é renovada). Por último, esta inscrição, se corretamente (esotericamente) escrita seria YNRI, cujas letras admitem, resumidamente, os seguintes significados:

Y
corresponde ao
YOD
décima letra do alfabeto hebreu
simbolizando a manifestação do princípio criador ativo

N
passividade
Se Y e N estivessem juntas [YN]
já teria ocorrido a fusão de todas as seitas e religiões.

 N
tem um sentido arqueométrico-esotérico-iniciático
muito mais profundo

R
União dos dois princípios universais
e transformação perpétua da criação

I
Significa aquilo que emanou do sacrossanto
Associada à letra anterior [RI]
representa a reunião [fusão] de todos os ramos da ciência

Quando YNRI realizar-se – Era de Aquarius – será YN-RI

Há, ainda, a aditar que há uma correlação entre as letras da sagrada palavra YNRI com os Arcanos I, XIV, XX e X do Tarô. Por outro lado, o traço-de-união que liga YN-RI não significa separação. Na verdade, tudo é UM no seio do ABSOLUTO (PRIMEIRO UM). E, progressivamente, o ser irá avançar, assumindo conscientemente conhecimentos numenais, e descartando aquelas impressões fenomenais grosseiras, que o têm agrilhoado à matéria bruta, aos sentidos físicos e à inconsciência placentária da qual ainda é prisioneiro.

paxprofundis.org

JHESU O AMeN DO MUNDO RESSURREIÇÃO E ASCENSÃO

Após glorificar seu Pai [ALI, ALI, LMH ShBHhTh-NI!]
Jesus entregou o espírito. Está consumado
A missão externa [pública] havia sido completada

O poder e a autoridade que Jesus recebeu na Câmara do Rei da Grande Pirâmide retornaram à origem – à Consciência Cósmica. Harvey Spencer Lewis sustenta que a reversão do processo que ocorreu no Golgotha, retirou de Jesus tão-só a condição crística, que O acompanhou em sua missão pública. A partir de então, Ele tornou-se Mestre Humano, todavia, sem retroceder um infinitésimo em sua posição espiritual e hierárquica no âmbito da GRANDE FRATERNIDADE BRANCA.

Após o crucificamento, foi Jesus levado inconsciente para um jazigo de propriedade de José de Arimatéia, e os terapeutas da Fraternidade Essênia prestaram toda assistência no tratamento de suas feridas. O próprio Avatar utilizou todos os conhecimentos e poderes que possuía para restaurar a consciência em todas as partes de Seu Ser. Dali foi Jesus conduzido à casa de um dos membros da Fraternidade, na Galiléia. Depois de se recuperar, descansar algum tempo, e passar pelo místico fenômeno cósmico de Ascensão, sua vida fechou-se para a Humanidade, e passou a orientar de seu sanctum privado, no Mosteiro do Monte Carmelo, os trabalhos da GRANDE FRATERNIDADE BRANCA.

Logo, pode-se depreender que Jesus não morreu na cruz [fisicamente], como quiseram fazer crer alguns historiadores do passado. A Ressurreição não tem, assim, o significado teológico que lhe é geralmente atribuído. Quem não morreu [física ou iniciaticamente] não poderá ressurgir. Por outro lado, o vocábulo ressurreição era entendido de forma diferente do que compreenderam os exegetas. E o próprio processo místico da Ascensão não resultou no desaparecimento de Jesus do plano físico. Depois da Ascensão, Jesus trabalhou muitos anos com seus Apóstolos, Adeptos e Postulantes até sua transição, que transcorreu pacificamente, no Mosteiro do Carmelo, na presença dos irmãos da Fraternidade. Hoje, já é do conhecimento público que o corpo físico de Jesus permaneceu em um ataúde no Monte Carmelo por muitos séculos; finalmente, foi removido para um sepulcro secreto guardado e protegido por Seus Irmãos.

Este breve relato sobre a Rosa de Sharon , o Grande Iniciado e AMeN do Mundo apenas pretendeu resgatar uma parcela ínfima da verdade dos fatos relativos à vida de Jesus e recordar o Máximo Mandamento esquecido ao longo de dois mil anos: AMAI-VOS  AUM TAT SAT.

paxprofundis.org

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

JESUS CRISTO INFLUÊNCIA CABALÍSTICA NOS SEUS ENSINAMENTOS

No livro “Rabbi Jesus: An Intimate Biography”, o teólogo e historiador anglicano Bruce Chilton traça um perfil do Messias cristão fortemente enraizado no judaísmo. Para Chilton, Jesus foi indubitavelmente um rabino, reconhecido como tal na Galileia, e “os seus ensinamentos tornavam-no em tudo semelhante a outros rabinos galileus, conhecidos como chasidim. (…) Os chasidim eram curandeiros que curavam os doentes e aliviavam a seca através da oração, e Jesus juntou-se às suas fileiras”.

Numa visão amplamente partilhada por vários teólogos judaicos contemporâneos – entre eles Z’ev ben Shimon Halevi – , o padre Bruce Chilton vê ainda em Jesus um discípulo dos mestres da Cabalá, uma palavra hebraica que literalmente significa “tradição recebida” e que traduz o misticismo judaico.

As influências cabalísticas nos ensinamentos de Jesus são notórias. A mais evidente de todas é a chamada “regra de ouro do judaísmo”, ensinada pelo rabino Hillel, que viveu em Jerusalém cerca de 200 anos antes de Jesus. Conta o Talmude que um viajante pouco familiarizado com os judeus pediu ao rabino Hillel que numa frase lhe explicasse a essência do judaísmo. O rabino olhou-o por instantes e respondeu sem hesitar: “Ama o próximo como a ti mesmo. Agora vai e pratica o que aprendeste.” A mesma máxima, repetida posteriormente por Jesus, pode ser encontrada na Bíblia hebraica, no livro de Levítico.

A grande separação das águas, no entanto, acontece quando teólogos judeus e cristãos são forçados a debater o papel de Jesus enquanto Messias. Para os judeus, o Nazareno é um rabino que seguiu a senda de outros nomes grados da história do judaísmo, mas que nunca quis formar uma religião à parte – mas sim reformar por dentro, levando os judeus do seu tempo a repensarem a sua relação com Deus. Na verdade, a separação entre o judaísmo e os seguidores de Jesus acontece posteriormente, quando Saulo de Tarso (São Paulo) transforma em religião distinta o que até então era apenas uma seita judaica.

Apesar da existência de movimentos messiânicos , onde judeus assumem a sua crença em Jesus enquanto messias, a questão da divindade de Cristo assume-se como a barreira inexpugnável entre as duas visões.

Um dos primeiros teólogos judaicos a abraçar o judaísmo de Jesus foi o rabino americano Stephen S. Wise, que num artigo intitulado “The Life and Teaching of Jesus the Jew”, datado de Junho de 1913, escreveu: “Nem protestos cristãos nem lamentações judaicas podem anular o facto de que Jesus era judeu, um hebreu dos hebreus.”

Para uma visão mais aprofundada do “cristianismo histórico” de um ponto de vista judaico, aconselho a leitura de Rabbi Yeshua ben Yosef’s “New Testament”, um trabalho interessante e obviamente polémico.

ruadajudiaria.com

JESUS CRISTO SOBREVIVEU À CRUCIFICAÇÃO

Antigos documentos - por sinal autênticos e sob a guarda de órgãos do próprio Governo Indiano - registram a passagem de Jesus Cristo pela Índia, muito tempo APÓS a sua crucificação, bem como a sua pregação naquele país - onde teria encerrado seus dias na Terra já bastante idoso!
Esta é a tumba, em Jerusalém, e ao lado o seu interior - o Santo Sepulcro no qual foi depositado o corpo de Jesus após ter sido descido da cruz. Antigos registros dão conta que Jesus naquela ocasião foi recolhido em deplorabilíssimo estado e tratado dos seus extensos ferimentos pelos seus Irmãos Essênios (altos iniciados e também mestres em Medicina), que teriam interferido junto a alguns influentes setores de Roma  para que a execução fosse interrompida e a morte de Cristo simulada de modo a apaziguar os ânimos dos seus opositores.
Diversas evidências (inclusive arqueológicas), assim como também todas as Antigas Tradições, atestam que após a sua suposta morte o Mestre Jesus, acompanhado de alguns discípulos mais fiéis, retornou em peregrinação ao Egito e até mesmo atingiu as três Américas (Norte, Central e do Sul) disseminado a sua doutrina!
(Na foto, as ruínas muito antigas na Cachemira, denominadas "Complexo de Takht", provenientes dos tempos bíblicos) Assim, vamos agora diretamente ao ponto mais nevrálgico desse espinhoso assunto e, portanto, ao encontro do espantoso fio de toda a meada! Por quê exatamente Jesus Cristo, juntamente com a sua família e os seus seguidores, teriam escolhido exatamente a distante Cachemira para encerrarem a Grande Missão e também as suas vidas aqui na Terra?
O local do túmulo do patriarca Moisés, segundo a Bíblia, era desconhecido; que esta montanha mostrada no quadro do centro é denominada "Trono de Salomão", e principalmente que as características entre o Povo Hebreu e os Cachemirenses são espantosamente idênticas. Pois é! Vamos agora justamente ao encontro do tal o fio da meada: O Êxodo, a fuga dos Hebreus guiados por Moisés desde o Egito até a Terra Prometida, durou 40 anos. No entanto, a distância entre o Egito e a atual Israel é muito pequena, cerca de 400 quilômetros, que aliás são facilmente percorridos em apenas alguns dias. Jamais esta fuga, se fosse realizada diretamente, poderia ter levado 40 anos! Contudo, as lendas e as tradições da Cachemira dizem que o Povo Eleito seguiu através da Síria, da Pérsia, passou pelo Afeganistão e pelo Paquistão, até atingir as verdejantes terras da atual Planalto da Cachemira onde teria se estabelecido! Moisés teria morrido ali e a sua sepultura secreta estaria situada justamente em uma outra montanha denominada Booth, próximo a Srinagar e Rawalpindi - onde aliás estão também, respectivamente, as tumbas de Jesus e Maria! A Cachemira, que portanto seria a verdadeira Terra Prometida, teria sido escolhida pelo fato de os ancestrais dos Hebreus, liderados pelo Rei Salomão, ali terem se estabelecido em épocas ainda muito mais remotas. Nesses particulares detalhes estariam, portanto, as primeiras chaves do enigma: os montes mencionados na Bíblia por Moisés e que por sinal ninguém conseguiu encontrar na Palestina são os montes da Cachemira e os Cachemirenses - segundo aliás eles mesmos SABEM e até o dizem com bastante orgulho - são um ramo descendente direto e legítimo dos Hebreus dos tempos bíblicos!!!
Essas são as maiores evidências e no entanto mantidas à grande distância do público e dos pesquisadores em geral, "De modo a não chocar as Tradições Cristãs e históricas". À esquerda, o "Túmulo de Jesus", em Srinagar. Ao lado, o "Túmulo de Maria", em Rawalpindi, como se encontra atualmente. Os registros históricos e as tradições da Cachemira até mesmo dizem que Maria foi sepultada naquele lugar devido à sua avançada idade e pelo fato de não ter resistido aos longos esforços dispendidos na longa jornada até os planaltos da Cachemira, acompanhando Jesus!
Eis então devidamente explicada - clara como a água cristalina de uma fonte - a razão da escolha de Jesus, O Maior de Todos os Mestres, em encerrar sua vida e a sua grande missão na Índia e mais precisamente na dadivosa e abençoada Cachemira: JUSTAMENTE UMA ÚLTIMA PEREGRINAÇÃO À TERRA DOS SEUS MAIS REMOTOS ANCESTRAIS, OS SEUS MAIS REMOTOS "PAIS" - ENFIM, UM RETORNO À TRADIÇÃO E À VERDADEIRA TERRA PROMETIDA, onde também repousavam para sempre os mais velhos patriarcas do seu povo!!! Jesus era um Alto Iniciado, um AVATAR, e como tal mantinha não somente estreitos contatos com os mais elevados Mestres do planeta como também obtivera acesso aos mais antigos documentos em poder dos secretos santuários dos Essênios, do Egito e do Tibet. E certamente esses antigos registros descreviam pormenorizadamente as terras das civilizações primevas e das suas colônias desaparecidas, bem como as rotas para atingí-las!

Site Domínios do Fantástico

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

JESUS CRISTO FOI CONDENADO POR SE RECUSAR A PAGAR OS IMPOSTOS A CÉSAR E O DÍZIMO


Filho de Deus ou anarquista? Ou as duas coisas? Afinal, as afirmações não se excluem. Pelo menos foi a essa conclusão que chegou Vinícius Leôncio, 41, advogado tributarista e estudioso do direito canônico. Durante seis anos, agiu exatamente como um juiz, colhendo provas, se debruçando sobre a Bíblia e inúmeras fontes para entender e provar [Jesus novamente no banco dos réus] que Jesus foi crucificado por se recusar a pagar os impostos a César e o dízimo. Ele só não arrolou as testemunhas por motivos óbvios.

Quando começou suas pesquisas, o advogado tinha um propósito claro: analisar e compreender a clássica frase: “Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” . Ele nega que tivesse a intenção de provar que Jesus havia sido um sonegador de impostos. “Não fui seduzido por tendências pessoais e nem influenciado por meras suspeitas, quer por razões, quer por convicções de natureza religioso ou política”.

Vinícius considera as Sagradas Escrituras nada mais que o Regulamento do Estado Judeu, “um texto absolutamente político, pois contém todas as leis tributaristas, cíveis, criminais, trabalhistas e processuais dos judeus em detrimento às leis reguladoras do amor, que são a essência de Deus. Mesmo com o advento do Novo Testamento, a Igreja Católica atraiu para si a tarefa, privativa da sociedade, de regular o Estado”.

Para o advogado, Jesus dita a nova lei do amor, rompe com a abstenção do trabalho aos sábados, expulsa com violência os comerciantes do templo, questiona diretamente a autoridade da lei ao afirmar: “ A lei e os profetas duraram até João. Desde então é anunciado o reino de Deus e todo homem emprega força para centrar nele”.

Diga-se, de passagem, que Jesus afirmou: “Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas espada” [Mt.10:34]. Em outra passagem, Jesus diz: “Vim lançar fogo na terra, e o que mais quero, se já está aceso?” [Lc.12:49]

As conclusões das pesquisas do especialista em direito canônico estão no livro “A Quarta Filosofia – Jesus não Pagou o Tributo” e neste entrevista.

De onde veio o seu interesse pelo direito canônico? O direito canônico regula as relações da Igreja Católica com seus fiéis e com seus membros. É como o direito comum: tem seu código, seu tribunal. Meu interesse se prende ao fato de que o Deus descrito na Bíblia é extremamente complicado. É necessário um intermediário: padres, pastores ou ministros para que o homem chegue a Deus. Esses intermediários, muitas vezes, extorquem as verdadeiras doutrinas contidas nos escritos. O leigo e o aflito ficam mais atentos à grandiosidade das narrativas bíblicas , do que à essência das mesmas. É lindo ouvir dizer que o mar abriu e todo o exército de Moisés passou ileso. Mas, sabe-se que o mar já abriu inúmeras vezes. A meu ver, não se tratou de um milagre. Além disso, Deus é muito financista, só pratica o bem se for remunerado e adorado.

O que vem a ser a quarta filosofia? Até o ano 6 d.C havia três filosofias por entre os judeus: saduceus, fariseus e essênios. Foi quando surgiu a quarta filosofia, representada pelo grupo dos zelotes. Nacionalista , defendia o não pagamento dos tributos a Roma e , inclusive, praticava atos terroristas contra os contribuintes que pagavam o tributo. A quarta filosofia foi instituída por Judas (não o Iscariotes) e tanto os zelotes como Jesus defendiam o fim dos pagamentos dos tributos. Também a condenação Jesus foi exatamente nos mesmos moldes da condenação dos zelotes: crime de sedição, tumulto, agitação política, sonegação de impostos. O primeiro evento público de Jesus foi a realização de uma espécie de congresso que reivindicava a redução da carga tributária.

Por que Jesus foi julgado segundo as leis romanas e não segundo as leis judaicas?
Logicamente porque cometeu um crime previsto nas leis romanas e, portanto, um crime político. A Judéia estava sob controle romano. Quando o crime era de natureza religiosa, a competência para o julgamento era das autoridades judaicas. Se o crime fosse de natureza política, somente competia o julgamento às autoridades romanas. Se Jesus fosse julgado segundo as leis judaicas, despertaria uma inconsolável revolta na população. Era preciso depositar sobre Roma o peso de sua condenação porque assim não haveria uma reação.

Mas, como Roma condenaria Jesus se somente agia em casos de crimes políticos? Através da imputação de um crime político: a sonegação de impostos. “Jesus foi preso como agitador, ou alguém que poderia tornar-se o motivo de uma agitação política”, concluiu Maurice Goguel em seu livro “O Processo de Jesus”. “Jesus foi açoitado como um rebelde e depois o crucificaram como traidor a César” , sentenciou Josef Pickl no mesmo livro. “Os evangelhos deixaram bem claro que Jesus foi executado sob a acusação de crime político. As autoridades temiam seu poder político. Ele foi aclamado ´Rei dos Judeus´. Nunca negou o título, que carregou com nobreza até o fim. Não apenas tinha zelo fervoroso de um zelota, mas foi crucificado como um zelota”, afirma William Reuben Farmer.

Explique a frase: “ Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. As autoridades precisavam arrumar uma maneira de incriminar Jesus. Perguntaram a ele se era lícito ou não pagar o tributo a César. Jesus pediu que lhe mostrassem a moeda do tributo, sendo-lhe apresentado o denário, a moeda romana. Ele questionou de quem era esfinge gravada na moeda. “É de César” , responderam. Ao que Jesus disse: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Se Jesus mandasse não pagar o tributo, seria considerado um propagandista de César, o que contrariaria seus seguidores. A resposta de Jesus, de enorme maestria, manda tirar de César o que pertence a Deus, ou seja, ao povo de Israel. Jesus não poderia ter dito povo, por isso disse Deus.

Como um homem que dizia ser o Filho de Deus, uma pessoa que pregava a paz e o amor ao próximo pode ter sido crucificado? Não existe aí algo errado? Embora Jesus tivesse no amor seu fundamento, afirmou que sua missão não era a paz, mas sim a guerra, a discórdia. Quando Jesus tinha aproximadamente oito anos se apresentou ao templo e foi considerado uma criança polêmica em potencial. A pena de morte não era uma medida judaica e sim romana, aplicada em casos de crimes de natureza política. No caso de Jesus, a sonegação de impostos

A conclusão do seu trabalho é de que Jesus se recusou a pagar os impostos cobrados por Roma e ainda os dízimos? Sustente a sua acusação. Quando Jesus pronunciou a frase “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, pretendia, na verdade, que cessasse a cobrança de impostos realizada por Roma. Quando os fiscais abordaram Pedro, perguntando se Jesus pagava regularmente seus impostos, Jesus interrompe o diálogo e pede uma dispensa do pagamento do imposto. Mas para não escandalizar os fiscais, Jesus manda Pedro ir ao mar pegar um peixe, retira-lhe da boca duas moedas de ouro e com elas pagar o imposto. Todavia, peixes com moedas de ouro na boca, era apenas de uma lenda naquele tempo. Jesus, em todas ocasiões, demonstrou uma adversidade impressionante para com os fiscais. Jesus resgatava a honradez de todas espécies de pecadores, mas, quando era um fiscal, tratava-o de uma forma muito diferente.

Jesus se recusou a pagar o tributo (dízimo) previsto na lei judaica. Jesus viu seu povo aniquilado pela miséria causada por excessos tributários, tanto por parte do Império Romano, como pela implacável e lucrativa empresa religiosa judaica. Jesus sabia que as regras constantes no Antigo Testamento eram indignas para o seu povo por prometerem aos defensores das leis aquilo de que o povo mais gosta (salvação e riqueza) e ameaçam, por outro lado, os que as violam com aquilo que ele mais teme (castigo e pobreza). Jesus Cristo veio para romper com todo o sistema.

Podemos concluir que ele foi crucificado por sonegar impostos? Sim, no momento do julgamento os acusadores identificaram os crimes de Jesus para Pilatos , que se negou a julgá-lo, porque os fatos em questão não eram considerados crimes. Todavia, um dos acusadores afirmou que havia encontrado Jesus pregando o não pagamento dos tributos a César. Diante disso, não restou a Pilatos outra alternativa a não ser condená-lo à morte, por crucificação. O Antigo Testamento previa apenas três tipos de pena de morte: apedrejamento, queima e decaptação. A pensa de morte por crucificação não era judaica, mas romana, mesmo porque a palavra crucificação era romana.

O senhor encontrou outras irregularidades quanto ao julgamento de Jesus? Sim, a presença maciça de testemunhas falsas, embora estivessem presentes também testemunhas verdadeiras. Não houve testemunha de defesa. Nem precisava porque Jesus, com o silêncio, confessou. O crime pelo qual Jesus foi acusado, a sonegação de impostos, era um crime de enorme gravidade. Imagine quando César soubesse que, na Judéia, havia um homem defendendo a sonegação de impostos a Roma. O destino de Pilatos, que era o Governador da Judéia , nomeado por César, seria o mesmo que de Jesus. Aliás, poderia nem ser, já que era costume dos imperadores romanos não julgar de imediato os criminosos para que eles sofressem muito aguardando a sentença.

Qual a relação dos apóstolos de Jesus com os cargos públicos. Jesus teria escolhido a dedo seu “ministério”? O grupo era muito eclético. Pode-se dizer que havia quatro empresários: Simão, André , Tiago e João. Dois Guerrilheiros: Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes. Judas era o direitor-financeiro do grupo e se havia este cargo é porque havia finanças para administrar. Mateus era um dos principais fiscais de tributos da Judéia. É um equívoco pensar que eram pobres. As traduções da Bíblia, principalmente para o português, pecaram muito. A Bíblia se refere à profissão de José, pai de Jesus, como um humilde carpinteiro, o que não é verdade. Em grego, a palavra “tecton” , usada para se referir à sua profissão, significa construtor e, não, carpinteiro. É a raiz da atual palavra “arquiteto”.

Cite um relevante evento bíblico de natureza tributária. O sonho das sete vacas magras devorando as sete goradas e das sete espigas de milho, é o maior golpe tributário da história da humanidade. José revelou o sonho do faraó, dizendo-lhe que viriam sete anos de fartura seguidos de sete anos de miséria . No primeiro período, deveria se instituir um imposto extraordinário de 20%, para durar somente nos primeiros sete anos de fartura, mas o imposto durou 1.700 anos.

Sem vinculação a nenhuma religião, Vinicios Leoncio estuda a Bíblia há mais de 20 anos, motivado por uma busca pessoal pela reflexão. Leu os originais em aramaico e grego para driblar as distorções do processo de tradução para o português.

Mineiro de Iguatama, é advogado tributarista atuante em Minas Gerais e São Paulo. Já publicou os livros “A quarta filosofia: Jesus não pagou o Tributo”, Editora Futuro, 2008; e “A factoring e o lucro arbitrado”, Editora Futuro, 2008. Vinicios Leoncio se dedica, ainda ao estudo de Direito Canônico. Estudioso do direito canônico afirma que crucificação teve motivação política

INRI NECIS RENASCERE INTEGER RENASCER INTACTO E PURO

A Cruz tem 4 pontas. A Cruz da Iniciação é fálica, a inserção do phalus vertical no ctéis feminino formam a Cruz. É a Cruz da Iniciação que devemos jogar sobre nossos ombros. Devemos compreender que com suas 4 pontas simboliza

4 Pontos Cardeais da Terra
Norte, Sul, Oriente e Ocidente

4 Idades
Ouro, Prata, Cobre e Ferro

4 Estações do ano
4 Fases da Luna

4 Caminhos
Ciência, Filosofia, Arte e Religião

Ao falar dos 4 Caminhos devemos compreender que todos são um só, este camino é o Caminho Apertado, estreito, do Fio da Navalha, o Caminho da Revolução da Consciência.

A Cruz é o hieroglifo antigo, Alquímico, do Crisol (creuset) ao qual antes se chamava, em francês, cruzel, crucibile, croiset. Em Latim, crucibulum crisol, que tinha por raiz crux, crucis, cruz. É evidente que tudo isso nos convida à reflexão.

É no crisol onde a matéria-prima da Grande Obra sofre com infinita paciência a Paixão do Senhor. No erótico crisol da Alquimia Sexual morre o Ego e renasce a Ave Fênix entre suas próprias cinzas: INRI, In Necis Renascere Integer Na Morte renascer intacto e puro.

A Cruz também revela a “Quadratura do Círculo”, a chave do Movimento Perpétuo. Esse Movimento Perpétuo só é possível mediante a Força Sexual do Terceiro Logos. Se a Energia do Terceiro Logos deixasse de fluir no Universo, o Movimento Perpétuo terminaria e viria o desordenamento cósmico. O Terceiro Logos organiza o vórtice fundamental de todo o Universo nascente, e o vórtice infínitesimal do Átomo Ultérrimo de qualquer criação.

INRI NECIS RENASCERE INTEGER RENASCER INTACTO E PURO PODER RENOVADOR

Quem imagina que a sigla INRI foi criada somente na crucificação de Jesus, engana-se. Vemos o uso do mantra INRI secretamente entre os egípcios, os pársis [adoradores do Fogo no Irã e mesmo entre os maias, astecas e incas [o deus Sol entre eles era chamado de INTI, uma variação de Inri]. E entre os judeus pré-Jesus o Inri era entoado secretamente durante certos rituais entre os Essênios e os Ebionitas.

O desenvolvimento da seita Ebionitas vem desde a época do profeta Samuel, século 9º a.C. até o século 2º d.C. Este profeta, que a pedido do povo instituiu a monarquia e proclamou Saul o primeiro rei de Israel, foi o fundador da seita cujo nome significa “Humildes”. Era formada principalmente por jovens intelectuais e visava ensinar por meio de práticas místicas e exemplos. Grandes profetas aí se formaram destacando-se Isaías, Oséias, Miquéias, Habacuc e Amós, entre outros.

Os eleitos que atingiam o último grau, ficavam encarregados de propagar a seita através de ensinamentos, instruindo e moralizando o povo. Reuniam-se em lugares altos, executavam cantos e danças sagradas ao som de harpas, flautas e violinos. O povo vinha em grande número ouvir as músicas, geralmente seguidas de emocionadas prédicas a favor das virtudes, pela justiça e pela verdade.

Os ebionitas também tinham sinais de reconhecimento. As reuniões e trabalhos começavam como em determinadas sociedades secretas. Quando perguntados, “sois ebionita?”, a resposta era “Três me iniciaram, cinco me completaram e sete me fizeram perfeito”. O chefe, mestre, ensinava que esses números eram sagrados desde a antiguidade e que Moisés os usava de forma misteriosa, ao abençoar o povo pelos sacerdotes, seja, uma bênção continha três palavras, uma segunda bênção, cinco, e uma terceira bênção, sete palavras.

Na entrada das reuniões cada ebionita repetia os números 3, 5 e 7, aos quais o mestre respondia: “Filho bendito do nome sagrado, o sublime número 9, simbolizado na verdade, é o último ideal do esforço humano, o símbolo da verdade divina; podes entrar e iluminar-te com as luzes celestes que aclaram esta assembléia de sábios”.

Ao terminar a reunião, o mestre dizia: “Lembremo-nos que somos ebionitas, os mais humildes e modestos servidores de Deus, da verdade e da justiça”. Tinham seus signos e senhas e ainda usavam, tudo indica, quando reunidos, sobre a cabeça uma peça de pano bordado com um quadrado entrelaçado com um triângulo em cujo centro estavam as letras YOD, NUM, RESCH, YOD, que, pelo alfabeto latino se traduz por INRI, dando a entender que eles eram adeptos da Alquimia Crística, da manipulação do Fogo de Pentecostes, do Fogo sagrado que a tudo regenera, especialmente os elementos naturais: Ar, Fogo, Água e Terra.