segunda-feira, 30 de junho de 2014

MICAH SANANDA JESUS

Nebulosa do Capacete de Thor

Micah não encarnou em outros corpos antes de Jesus, mas sim fez um estágio em outras entidades, sendo que 6 foram de maior importância, como no caso de Maitreya, Krishna e do senhor Gautama, que também foi contactado pela consciência crística de Micah na busca da compreensão do que era ser um humano encarnado com as nossas limitações.
A Terra secretamente foi escolhida como cenário dos acontecimentos e da vinda de um arcanjo antes de sua criação, devido à posição estelar que ela ocuparia na borda de Órion, que muito antes já demonstrava características de alta polaridade, como nos planos mais sutis e multidimensionais, onde não existe tempo e espaço. Micah sabia dos acontecimentos prováveis que poderiam se manifestar no futuro relativo da fisicalidade. Ele e sua equipde criadores e guardiães das leis da sincronicidade universal escolheram diversos mundos estratégicos para que houvesse a manifestação do Cristo.
O que, no entanto, não estava claro era que o próprio Micah iria escolher essa aventura de consciência na busca da compreensão dos fatos relativos à reintegração, pois isso antes era efetuado por seus filhos diretos e indiretos ou mesmo pelos filhos de seu irmão Emannuel e sua companheira que pode ser reconhecida como da linhagem crística das Marias, que, por sua vez, representa uma complexa hierarquia de Cristos, representados pelo aspecto feminino da criação.
O complemento divino de Jesus foi conhecido por Madalena, a qual ascensionou logo após Jesus e se unificou em essência novamente na forma de Micah, existindo um estágio intermediário que conhecemos recentemente pelo nome de Sananda. Nosso planeta Terra, como estrela de luz, é uma manifestação da consciência crística polarizada pelo aspecto feminino, diretamente ligado à hierarquia das Marias, sendo esta reconhecida como Mãe Divina, que nada mais é do que o nome celestial da consciência da Terra perante os irmãos de luz.
O mestre Jesus quando esteve entre nós unificou sua força com a de seu complemento Madalena e também com a consciência planetária, para poder com isso levar até o fim, de forma magnífica, seu plano de ascensão e libertação cármica do planeta, pois ele transcendeu todos os parâmetros já registrados em Nebadon e inclusive em Orvotón com sua ascensão de alta magnitude, que pode ser vista a olho nu da nossa Lua.
Outro fator que também contribuiu para o projeto e vinda do próprio Micah para a Terra foi o fato da mesma ser um planeta decimal, o qual estava previsto servir de escola evolutiva e também de banco piloto para diversas experiências de muitas culturas diferentes, o que enriqueceu nosso banco genético e a pluralidade racial da nossa humanidade, tema discutido vastamente em outros trabalhos por mim canalizados em mais 13 obras anteriores a esta.
Este caráter decimal significa que o planeta está em busca de unidade em plena coerência com o Cristo; o que, devido às diversas manipulações, não se manifestou de forma clara e racional, mas que, por outro lado, gerou a oportunidade de experiências de importante valor para muitas entidades desta galáxia e de outras longínquas.
A Terra, por ser um mundo decimal, possui em sua estrutura a capacidade de adaptar-se a diversas formas distintas de vida e também uma consciência crística distinta da de outros mundos, que possuem outra  nica de suporte de vida.
Outros planetas do nosso sistema solar, por exemplo, não têm um Cristo Feminino em sua estrutura de consciência; possuem outras divindades celestes que habitam níveis elevados de consciência, mas destinados a um processo mais seletivo de formas de vida, com padrões definidos para um período específico de desenvolvimento, que, no caso de nossos vizinhos, se esgotou com a destruição de Maldek, que acabou definitivamente com as manifestações no plano tridimensional, como foi descrito no livro de Maldek, escrito por mim entre Dezembro de 1997 e Janeiro de 1998.
Somente a Terra, por ter sido abençoada com a manifestação do Cristo Feminino, possuía a capacidade de se adaptar a diversas formas de vida que tinham que ser despertas em seu campo vital. Normalmente, cada sistema estelar possui em média em cada 10 planetas 1 decimal com consciência crística como a Terra. No entanto, fui informado que em nossa Via Láctea existem somente 4 com as mesmas especificações da Terra. Em Órion existem vários mundos com as características semelhantes à Terra, mas não são da mesma ordem crística, pois cada qual foi dimensionado a um projeto específico antes da sua criação pelos grandes arquétipos siderais, representados pelos amados elohins da Fraternidade Cósmica ou Confederação.
Isso ocorreu porque, em níveis multidimensionais, já se sabia que um Micah deveria encarnar no planeta, para ancorar o Cristo nos planos físicos, assim como nos outros 3 planetas da galáxia. Em suma, Micah esteve fisicamente em 4 mundos, sendo que nos outros foram filhos diretos de Micah, como nosso amado Arcanjo Miguel. Os outros planetas ficam equidistantes nos 4 cantos da nossa galáxia, em pontos estratégicos onde a polaridade se manifesta de forma mais crística.
Além dos mundos crísticos como a Terra, existem mundos destinados ao desenvolvimento crístico pleno por parte de seres não polarizados, que emanam energia de equilíbrio para os planos físicos, através de suas orações e manifestações psíquicas, como fazem os nossos vizinhos venusianos em seu plano da 8ª dimensão, que habitam há vários milênios. Estes mundos, por sua vez, são abastecidos de energia pelos sóis centrais espalhados pelos braços da galáxia. Micah utiliza esse sistema de distribuição das energias crísticas e Mahatma para ativar seus filhos e elevar a gama vibracional dos mundos que estejam findando um processo cíclico de evolução setorial, justamente o que está ocorrendo com a Terra.
Podemos compreender que a consciência de Sananda é uma manifestação multidimensional de Micah, ligada de forma direta a todas as outras manifestações denominadas Senhores Kumaras, pois Sananda é um Kumara, que significa serem membros da família de Micah.
Sananda, portanto, é o próprio Micah em um outro estado dimensional presente para nosso quadrante estelar, sendo que a energia total de Micah está dividida em milhares de Sanandas e Arcanjos: Miguel, no perímetro de Nebadon, informando-o e permitindo que possa estar em todos os lugares ao mesmo tempo; Micah está em plenitude em dimensões que podem ser classificadas como acima da 35ª, o que nossa percepção não pode captar.
Atualmente, Sananda e Arcanjo Miguel são os líderes do projeto de resgate para o nosso planeta, por serem as mais elevadas manifestações unificadas de Micah, lembrando que a consciência de Sananda possui fundida, dentro de seus níveis energéticos, Maitreya e Sanat Kumara, por serem filhos diretos de Micah como também o é o Amado Arcanjo Miguel.
Espero que o espírito de amor e de fraternidade comemorado hoje em muitos países com o Natal seja estendido para todos os dias de nossas vidas.
Que a energia de Cristo Sananda seja presente em todos os corações.
Feliz Natal e um ótimo 2011!
Um abraço a todos, Rodrigo Romo
São Paulo, 24 de dezembro de 2010.
O texto acima é parte integrante do livro Avatares Cósmicos  Micah Sananda Jesus, disponível em Portugal por ANJO DOURADO EDITORA e em breve disponível no Brasil pela SHANTHAR EDITORA.
Possui direitos autorais reservados ao autor. Pode ser compartilhado desde que seu conteúdo não seja alterado e cite a fonte www.rodrigoromo.com.br

AS IRRADIAÇÕES CRÍSTICAS NA VIA LÁCTEA

Nebulosa de Órion 
Foi-me solicitado há vários meses que elucidasse a questão relativa aos nomes e as identidades que são atribuídas a Sananda em outras localidades da nossa galáxia.  Para que essa informação chegue de forma mais completa vamos procurar acessar a sua irradiação desde o ponto central do nosso Universo Local de Nebadon, facilitando dessa forma para os  leitores e seguidores de outras leituras e autores.
Percebam nesse fluxo que temos um conselho criacional que é coordenado pelas equipes do próprio Micahel, ser que sustenta a Ordem de Micah, que através dos conhecimentos religiosos da Terra foi denominado de Arcanjo Miguel, devido à tradução do inglês para Michael.
O Universo Local de Nebadon é constituído de aproximadamente 100 mil galáxias entre a realidade física 3D que entendemos e as outras realidades dimensionais além da nossa capacidade tecnológica e consciencial de entendimento. Portanto, algumas podem ser enquadradas em realidades paralelas a nossa galáxia.
Para cada grupo de galáxias o conselho coordenado por Micah direcionou o processo co-criacional dos bilhões de códigos genéticos para a criação da vida nas imensidões de seus domínios em Nebadon, gerando o movimento da vida em todas as dimensões que compõe Nebadon e suas diferentes frequências habitacionais.
Para distintas galáxias em diferentes localidades e momentos do fluxo temporal foram direcionados genomas de raças similares ou mesmo o mesmo código genético para que ocorresse a evolução e o experimento evolutivo das almas e das mônadas com seus Eu Sou em cada seguimento racial. Cada galáxia gerou vida conforme as condições físicas, eletromagnéticas, dimensionais e espirituais correspondentes, às vezes para genomas similares, criando um habitat diferenciado para os mesmos genomas em diferentes partes da mesma galáxia, o que gerou vários dialetos e formas de comunicação diferenciadas.
Partindo desse princípio temos cerca de 3,4 mil galáxias que receberam o genoma da raça adâmica kad-amon, que origina a estrutura humana e humanoide, sendo que em cada galáxia e nos respectivos sistemas solares o desenvolvimento desses seres seguiu conforme as condições climáticas e ambientais dos planetas escolhidos. Cada raça que se manifestou acabou por possuir uma identidade própria. Identidade essa com bagagem de informações espirituais de seus guardiões e hierarquia espiritual.
O desenvolvimento social e cultural seguiu as configurações específicas conforme as características de cada planeta, o que inclui um idioma específico que tenha sido desenvolvido, que não tem motivo para ser igual em todos os planetas onde esse mesmo genoma foi implantado.
Por isso o nome de Micah possui várias pronúncias e traduções em cada um dos mundos onde esses genomas foram disseminados. Limitando um pouco esse desdobramento, vamos nos ater unicamente à galáxia local onde nos localizamos.
A Terra e o nosso Sistema Solar estão localizados na parte externa do braço espiral de Órion, não confundam com a constelação de Órion e a sua nebulosa nas proximidades das Três-Marias.
M-45, Constelação Lira (VEGA), Acturus, Aldebarã, Alcíone, Sírios Alpha, Prócyon, Canopus, Avior, Betelgueuse, Rígel, Mirzan, Wizan, Altair, Deneb (Cisne), Pleione, Atlas, Constelação Hercules, Constelação do Escorpião, Constelação de Hidra, Pégaso, Constelação Leão, Constelação Draco, Polarys, Maldec, Nibiru, Vênus, Terra, Alnilan, Mintaka, Formalhaut, My Chefei, Ômega Sírios, Alpha de Centauro, Beta de Centauro, Alpha Próxima, Tau Ceti, Capela são algumas das localidades dentro do fluxo de sistemas solares nas imediações da órbita da Terra. Algumas dessas constelações não estão a mais de 30 mil anos-luz de distância. Alpha Próxima está há menos de 4,3 anos-luz de distância da órbita terrestre.
Cada um desses e de outras constelações que não foram inseridas neste contexto tiveram e ainda tem a manifestação ou irradiação da energia do co-criador e filho paradisíaco Micahel.  No entanto, cada qual identifica essa irradiação através de um foco físico para a sua irradiação existencial, cada qual na sua dimensão e no seu contexto social e espiritual.
Em outros mundos a egrégora de Micah não é de um mártir, mas de um co-criador e mestre da criação da vida, um semeador da vida, que gerou através de seu próprio corpo espiritual o genoma humano adâmico.
Em cada um desses sistemas solares e de outros que não foram citados ocorreu a manifestação espiritual e física do corpo e do genoma que originou a raça humana, que, por sua vez, foi espalhado pela galáxia.
Temos um ponto a ser entendido e absorvido psiquicamente, a vida não ocorre somente em 3D, mas em outros planos muito além dessa fisicalidade terrestre.  Portanto, para cada setor galáctico a vida pode ou não estar nesse padrão dimensional físico de 3D, ele pode ter ocorrido em 7D ou 2D, gerando um contexto distinto do fluxo evolutivo para cada cultura em seus respectivos planetas e no fluxo de tempo diferente do terrestre.
Na Via Láctea o genoma humano adâmico foi inserido inicialmente há cerca de 7 bilhões de anos na constelação de Lira, no 4º planeta da órbita da estrela de Vega, que atualmente fica há cerca de 26 anos-luz ao norte da órbita da Terra. 
Nos mundos que descendem do êxodo de Lira-Vega o nome associado à energia de Micah é Amelius. Dessa forma, nos sistemas de Alcíone de Plêiades, Aldebarã de Touro, Betelgeuse de Órion e seus vizinhos, o foco de Micah é denominado de Amelius e de Sananda.
Temos então:
Constelação do Centauro à Em Tóliman (Alpha de Centauro), Agena (Beta do Centauro) e Alpha Próxima como irradiação de Micah o nome que surge na equivalência de Jesus Cristo é o mestre e guia espiritual Ashtar Sheran.  Esse ser é uma encarnação do foco direto de Micah, assim como Jesus foi na Terra, que direcionou a evolução e unificação fraternal da humanidade isolada de Tóliman e dos mundos anexos para o contexto estelar das federações e posteriormente da Confederação, sendo uma das sete irradiações de Micah na galáxia.
Constelação do Cão Maior / Sírios à Aqui o contexto é mais complexo, pois temos que dividir Sírios Alpha do restante da constelação na sequência evolutiva, embora estejam ligados pela liderança espiritual e genética. Neste local surge um foco Kumara direto da energia de Micah que recebe o nome Sananda, nome que viria a ser conhecido milhões de anos depois na Terra (Índia) quando Jesus Cristo por lá peregrinava. Este foco siriano foi o que junto com a raça felina e das aves de Sírios Alpha escolheram o 4º planeta da estrela de Vega para originarem o primeiro genoma humano da Via Láctea. Este mesmo foco foi qualificado pelos descendentes de Vega e pelos mundos do êxodo direto como o foco e a linhagem de Amelius.
No restante da constelação de Sírios, o que inclui os sistemas solares de Wirzan, Wezen, Ômega Sírios, My-Sírios e pelo menos mais 14 sistemas solares dessa constelação, a denominação é Kumara/Sananda, sustentada pelo foco do Arcanjo Miguel que é um trono direto de Micahel, por isso o significado na Cabala de Miguel àAquele que é igual a Deus. Como trono ele se desdobra em pelo menos 77 , 712 , 127 , 1212, conforme o ponto de referência das diferentes dimensões e vibrações da Via Láctea e seus respectivos desdobramentos.
Constelação de Lira à Foco original Amelius e Avyon / Avyor que foram difundidos pelos 13 grupos que deixaram essa constelação em direção a 13 diferentes quadrantes da Via Láctea, sendo o planeta Maldec do nosso Sistema Solar um deles há mais de 290 milhões de anos. Do ponto de Lira temos grupos que foram inseridos no contexto colonial de planetas nas órbitas das estrelas: Alcíone, Aldebarã, Altair, Deneb, Capela, Betelgeuse, Rígel, El Nyat, Arcturus, Prócion, Wizarn, Terra, Vênus, Júpiter, Sirion de Sírios, Formalhaut, Reticulli, Spica, Argom, Arcom, Tau Ceti.
O processo do deslocamento temporal que foi escolhido pelos portais estelares fez com que cada processo evolutivo ocorresse em diferentes constantes tanto dimensionais como temporais, o que gera no entendimento humano atual uma improbabilidade técnica aceitável, pois esses grupos que se espalharam por diversos planetas em grupos de estrelas de 13 quadrantes acabaram se irradiando em pelo menos 25 diferentes linha de tempo nas constelações que escolheram, justamente para criar o maior gradiente de probabilidade de sobrevivência à raça humana que fugiu da órbita da estrela de Vega há pelo menos 5,7 bilhões de anos.
No contexto da Terra, a influência dos humanos arianos do planeta Maldec é mais representativa do que a própria presença do povo dos anunakis de Nibiru. O foco de Maldec é uma casta direta de Avyor ou Avion de Lira que se manteve como linhagem pura pelo menos por 50 milhões de anos antes da destruição de Maldec, que foi uma das grandes alterações geológicas da Terra e de outros astros do nosso Sistema Solar, afetando a órbita hexagonal de Alcíone e de seus 49 sóis que orbitam centralizados ao seu redor.
Para os povos de Graceya, Nodia, Moor, Polarys, Thuban e Merak a Casa de Avyor ou Avion representa o foco encarnacional da casta direta de Jesus/Sananda/Amelius/Micahel descrito em várias canalizações dos telepatas da federação.  Esses grupos só teriam contato com os humanos de Tóliman e do Império do Centauro milhares de anos posteriores por estarem em distintas frequências no espaço multidimensional. Foi há cerca de 2 milhões de anos da Terra que o foco de Asthar Sheran foi anexado ao contexto cósmico das federações como sendo uma irradiação de Micahel.
A evolução dos mundos da estrela de Alpha Centauro com a raça humana passou por muitos problemas de polaridade entre o amadurecimento e o desenvolvimento tecnológico e espiritual sendo o líder Asthar Sheran o responsável pela ascensão e inserção desse povo no contexto das federações da Via Láctea e posteriormente da Confederação Intergaláctica e Confederação Multidimensional, conectando o foco da irradiação de Micahel diretamente através de seu ser para todos os 382 bilhões de habitantes dos quatro mundos coloniais dessa estrela e posteriormente dos planetas na órbita de Agena e demais colônias.
Constelação de Plêiades M-45 à por ser uma das 13 constelações que receberam o êxodo dos fugitivos da guerra de Lira-Vega foi mantido em muitos planeta a memória celular e espiritual do mestre crístico e genético Amelius, que com o tempo, devido às associações com os grupos de Sírios acabou sendo fundido com o nome de Sananda, ficando conhecido e aceito como Amelius/Sananda, criador da casta humana ariana primordial. Essa nomenclatura, portanto, é oficial para os mundos: Aldebarã da constelação de Touro que controla Alcíone e M-45, Capela e o êxodo das federações locais, Arcturos e a colonização da Confederação, Plêione e o êxodo de Lira, Prócyon e o êxodo dos zetas e grays de Lira, Betelgeuse e Bellatrix com os exilados de Lira, Nibiru e Alcíone sob o controle de Aldebarã.
Nesses mundos a memória cósmica relativa a Jesus Cristo é associada à energia do nome Amelius e Sananda, mas também a outro nome ainda mais antigo que foi o de Avyor, em homenagem à constelação de Lira-Vega, onde se originou a casta genética de Avyon.  Por essa razão que em muitas canalizações de norte-americanos conectados a Enki, Anu, Inanna, Enlil e outros nibiruanos de Plêiades surgiu essa informação, pois foi na estrela de Vega que surge a raça humana no palco dimensional de 5D a 6D, sendo para eles a realidade absoluta do foco humano, o que é diferente para outras localidades como Canopus, que ocorreu muito além na escala dimensional em 7D.
Constelação de Hércules M-31 à O foco humano foi inserido pelo Arcanjo Gonozal, que é também um desdobramento direto de Micahel. Na evolução isolada da raça humana nessa constelação e nos milhares de sistema solares não existiu o foco Amelius, Sananda ou Kumara, mas somente Gonozal como representação do ponto de fusão e conexão com o co-criador do genoma humano desse quadrante da Via Láctea há pelo menos 9 bilhões de anos, em similaridade com o processo do sistema de Canopus. O fluxo humano foi inserido entre 7D e 9D seguindo moldes similares aos de Canopus.
Constelação de Carina (Canopus) à O foco humano foi inserido há cerca de 9,3 bilhões de anos entre 7D e 9D através do foco espiritual e genético de Michard Kumara, que é uma irradiação direta de MicaheI. A irradiação dos Kumaras parte desse quadrante e da constelação do Cruzeiro na estrela de Mimosa, onde se localiza a escola Kumara dos mestres e avatares galácticos.
Terra/Plêiades/Nibiru/Anunakis/Dracos  à através do foco físico de Jesus Cristo o arquétipo do cristo e do avatar é focalizado na figura humana e espiritual que representou Jesus para a humanidade. Para todos os exilados na Terra e missionários o reencontro com o foco de Micahel ocorre na figura humana e espiritual de Jesus, para uma minoria no arquétipo do Arcanjo Miguel e para outros no arquétipo de Asthar Sheran, pois ativou memórias do passando antes do processo encarnacional na Terra dessas almas que por diversos motivos estão encarnadas na Terra.  
Percebemos que o mesmo foco espiritual de Micahel foi projetado para diversos sistemas estelares, onde o projeto adâmico foi inserido e tinha que se desenvolver no ciclo da evolução encarnacional. Em cada local o nome desse foco ou desse ser espiritual que contribuiu com o genoma primordial extrafísico foi expresso de forma diferente pela dialética idiomática de cada setor, mas todos estavam se referindo ao mesmo ser ou ao mesmo espírito.
Por essa razão que venho há mais de 15 anos escrevendo que Ashtar Sheran, Gonozal, Arcanjo Miguel, Michard, Sananda, Amelius e Micah são originários da mesma irradiação em diferentes locais da galáxia.  Cada grupo de pessoas, conforme a sua origem estelar antes de iniciar o seu ciclo encarnacional na Terra, tem contratos e herança espiritual com um desses focos ou dos outros que não foram citados nesta matéria. Existem pelo menos 72 designações para a irradiação de Micah somente no conjunto de Naoshi com suas 49 galáxias, ao qual a nossa galáxia pertence dentro do grupo menor Teta que é composto de 21 galáxias.
Tenho recebido via internet diversas discussões a sobre este assunto tanto daqueles que defendem como dos que criticam e tentam ridicularizar isso. Ao invés de criticarem, considero mais construtivo que cada qual acredite no que considera mais coerente e não ataque o próximo, pois a Verdade é uma só, mas há muitos meios de atingi-la.
As críticas e conflitos que são geradas não são construtivos e afastam as pessoas do seu equilíbrio interno, o que em todas as situações os afasta totalmente do foco da irradiação de Micah. Entendo também que existe um movimento relutante contra a energia do nome Ashtar Sheran devido a determinados grupos que destorceram o energia verdadeira deste ser. Por essa e outras razões entendo a relutância das pessoas em aceitar que a entidade ascensionada Asthar seja originária da mesma irradiação de Sananda.
Algumas pessoas não perceberam que o efeito de ressonância interna é o que conecta cada um desses focos espirituais. As equipes ligadas diretamente a Micah utilizam o poder do espírito no qual encontram a frequência exata da chama trina de cada pessoa para se manifestarem e ativarem o processo interno de despertar, transmigração psíquica e desacoplamento do ciclo encarnacional terreno. Contudo, é um processo interno, que só ocorre nas pessoas que buscam o equilíbrio fora dos duelos de poder e do fanatismo espiritual.
Portanto, os duelos via internet que me foram apresentados sobre este tema, alguns deles extremamente ofensivos, somente gera desarmonia e irradiação de sentimentos e formas-pensamento nada harmônicas para os que entram nesses dilemas.
Ofereço essas informações para ajudar no entendimento de que cada um tem o direito de se sintonizar com aquilo que sente em seu coração, mas não tornando esse assunto um ponto de guerra e desequilíbrio interno, pois isso acaba afastando a todos da irradiação original e primordial de Sananda ou do nome que vocês queiram dar a esta irradiação cósmica. O importante é como vocês se sentem com relação ao seu foco e a sua energia aqui na Terra.
À exemplo das guerras religiosas e políticas que acontecem em todo o mundo, muitas pessoas inserem a discórdia nas diferentes escolas espiritualistas para separar e afastar as pessoas do seu senso de equilíbrio interno. O contexto espiritual deveria ter a função de religar as pessoas ao sua irradiação cósmica primordial, não de criar guerras e disputas de poder de qualquer forma.
O respeito para com o próximo é fundamental, essa é uma primícia dentro do caminho interno das escolas espirituais. Percebam amigos, que estamos todos nós no universo dos hologramas, não podemos ter certeza de nada, pois tudo pode ser uma ilusão que nós mesmos criamos, em nossa ensandecida busca por respostas. Não podemos atribuir à energia ASTHAR SHERAN assim como não podemos atribuir a JESUS CRISTO a culpa pelas abduções ou pelas perseguições religiosas que ocorreram em nome desses seres.
Reconheço cada um dos focos galácticos de Micah em Naoshi. Ser discípulo da irradiação crística é antes de qualquer coisa ser harmônico e promover a harmonia, sem viver pela lei da espada e da disputa, mas se projetar no fluxo pessoal da ascensão e do crescimento interno.
Fiquem na paz do seu Cristo Interno e meditem sobre essas informações.
Rodrigo Romo
Mensagem escrita em 22 de Junho de 2012.  
Esta mensagem pode ser compartilhada desde que seu conteúdo não seja alterado e cite a fonte original: www.shtareer.com.br

POR QUE FALA JESUS POR PARÁBOLAS CANDEIA SOB O ALQUEIRE


Aproximando-se, disseram-lhe os discípulos: Por que lhes falas por parábolas? - Respondendo-lhes, disse ele: É porque, a vós outros, foi dado conhecer os mistérios do reino dos céus; mas, a eles, isso não lhes foi dado (1). Porque, àquele que já tem, mais se lhe dará e ele ficará na abundância; àquele, entretanto, que não tem, mesmo o que tem se lhe tirará. - Falo-lhes por parábolas, porque, vendo, não vêem e, ouvindo, não escutam e não compreendem. -E neles se cumprirá a profecia de Isaías, que diz: Ouvireis com os vossos ouvidos e não escutareis; olhareis com os vossos olhos e não vereis. Porque, o coração deste povo se tornou pesado, e seus ouvidos se tornaram surdos e fecharam os olhos para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, para que seu coração não compreenda e para que, tendo-se convertido, eu não os cure. (S. MATEUS, cap. XIII, vv. 10 a 15.)

Ninguém acende uma candeia para pô-la debaixo do alqueire; põe-na, ao contrário, sobre o candeeiro, a fim de que ilumine a todos os que estão na casa. (S. MATEUS, cap. V, v.15.)

Ninguém  depois de ter acendido uma candeia, a cubra com um vaso, ou a ponha debaixo da cama; põe-na sobre o candeeiro, a fim de que os que entrem vejam a luz; - pois nada há secreto que não haja de ser descoberto, nem nada oculto que não haja de ser conhecido e de aparecer publicamente. (S. LUCAS, cap. VIII, vv. 16 e 17.)

Jesus enviou seus doze apóstolos, depois de lhes haver dado as instruções seguintes: Não procureis os gentios e não entreis nas cidades dos samaritanos. - Ide, antes, em busca das ovelhas perdidas da casa de Israel; - e, nos lugares onde fordes, pregai, dizendo que o reino dos céus está próximo. (S. MATEUS, cap. X, vv. 5 a 7.)
 

Estando Jesus à mesa, vieram aí ter muitos publicanos e gente de má vida, que se puseram à mesa com Jesus e seus discípulos; - o que fez que os fariseus, notando-o, disseram aos discípulos: Como é que o vosso Mestre come com publicanos e pessoas de má vida? - Tendo-os ouvido, disse-lhes Jesus: Não são os que gozam saúde que precisam de médico. (S. MATEUS, cap. IX, vv. 10 a 12.)

No original francês falta o versículo 12 que aqui repomos. 
A Editora da FEB, em 1948.

domingo, 29 de junho de 2014

OSÍRIS FOI O PRIMEIRO MESSIAS. JESUS FOI A SEGUNDA VINDA DE CRISTO NO EGITO ?

Entre as ruínas do antigo Egito os registros de um barbudo de cabelos compridos, Salvador, cuja ressurreição influenciou gerações de seguidores. Ele foi chamado de "pastor", "Rei dos Reis" e "Senhor dos senhores", e ele foi representado, por milhares de anos, com a cruz de Ankh da vida eterna.
 
O primeiro rei do Egito, foi gravado como o pássaro  "Phoenix" que aparece perenemente no Oriente para anunciar cada nova era. Como o juiz no Dia do Juízo, a posição de Cristo, cumpriu a lei sagrada. Cada faraó vestido com sua imagem (um pastor barbudo com cabelo comprido idêntico a Cristo), sentado em seu trono, ao falecer foi enterrado para alcançar a imortalidade.. Será que este rei egípcio muito semelhante à Cristo é a chave para o futuro do mundo?
A misteriosa "Primeira Vinda" de Cristo, no Egito, como Jesus. O mais antigo deus "OsÍris" (Asar)  foi um pastor barbado, com cabelos longos carregando uma cruz significando "vida" após a morte.

Por milhares de anos antes do cristianismo, os antigos egípcios transformaram os seus amados falecidos na imagem de um pastor barbudo, a mesma imagem que nós associamos com Cristo. A razão pela qual eles fizeram isso, de acordo com egiptólogos, é para que eles pudessem seguir em sua ressurreição!

O nome egípcio de Cristo ressuscitado, Salvador, aos quais os egípcios tentaram seguir foi Asar ("Osíris", em grego) e a extensão e ramificação de seus paralelos, mais tarde "Cristo" figura da história ainda não verdadeiramente compreendida por estudiosos ou egiptólogos,


Características distintas de Cristo, com os Faraós o rei Tut e Rei Psusennes. mesma imagem, ou seja, um pastor-barbudo com o cabelo longo.
Dimensões semelhantes do Cristo, formado pela cocar (cabelo longo), barba trançada e cajado de pastor. O cocar egípcio (chamado de cocar nemes) simboliza claramente cabelos longos, uma vez que foi amarrado em um rabo de cavalo na parte de trás da cabeça, como muitas vezes é feito com cabelos longos.
Nemes cocar, amarrado em um rabo de cavalo. A barba no queixo egípcio é uma reminiscência da barba de Cristo. A maioria das fotos retratam Cristo com barba.
Exibem um cajado de pastor na mão esquerda, mais tarde se tornou um símbolo cristão. Jesus descreveu a si mesmo como o "Bom Pastor" do rebanho humano.
Osíris foi retratado como um pastor, segurando nas mãos um cajado. Na literatura seus epítetos Sa e Asar-Sa significa "pastor" e "Osíris o Pastor."

No Evangelhos Cristo usa o mangual para perseguir os cambistas do templo. No Egito, o Faraó segura o mangual, formando uma cruz equilibrada no peito.
Por milhares de anos os ​​faraós egípcios foram para os seus túmulos usando cocar e barba, segurando o cajado do pastor, transformando sua aparência externa à imagem de Osíris para alcançar a sua ressurreição.

Religião da Ressurreição
E.A. Wallis Budge 
(1857 - 1934)Osiris e a Ressurreição egípcio
U
m dos egiptólogos mais renomados do mundo, disse: "A figura central da antigareligião egípcia era OsÍris, os principais fundamentos de seu culto era a crença na sua divindade, morte e ressurreição, controle absoluto dos destinos dos homens. O ponto central da religião era a imortalidade, a qual só poderia ser realizada através da morte e ressurreição de Osíris "

Henri Frankfort, Realeza e os Deuses Um ex-professor de Pré-Clássico Antiguidade da Universidade de Londres, explicou: "A identificação com Osiris era para alcançar a ressurreição na vida futura."
 
Curiosamente, o nome de "Osíris" (Ausar) em hieróglifos contém a silhueta de um homem de barba-cabelo, mesma imagem por muito tempo gravado nos caixões 
antropomórficos!
O nome Asar (Osiris) em hieróglifos egípcios caracteriza a imagem de um homem barbudo com cabelo comprido.

Qual é o significado deste enigma fascinante? Osíris foi a "primeira vinda" de Cristo na terra. Os egípcios foram os primeiros cristãos, eles acreditavam na "vida" após a morte, seguindo os passos de seu Salvador ressuscitado.

Por incrível que pareça, essa "vida" após a morte foi expresso pela cruz ankh, outro símbolo com uma contrapartida significativa no cristianismo!


Cruz da Vida
A cruz ankh era o emblema mais venerado e prolífico no Egito. Foi inscrito em túmulos e templos e foi retratado nas mãos dos deuses, reis, sacerdotes, vizires, cidadãos comuns e seus filhos. Ninguém sabe sua origem. O significado de "vida" após a morte é muito semelhante ao significado de crucifixo de Cristo, também simbólico da "vida" após a morte.

(Doutrina da Vida Eterna de Jesus é um tema recorrente no Novo Testamento Em João 11:25, Jesus diz:. "Eu sou a ressurreição e a vida: aquele que crê em mim, ainda que esteja morto viverá: E todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. ")

Deve-se notar no simbolismo da cruz ankh o contorno de um homem crucificado: o círculo representa sua cabeça, a linha horizontal seus dois braços, e a linha vertical as pernas pregada na cruz. 

Depois de sua ressurreição Osíris tornou-se juiz das almas dos mortos. Nesta posição, ele tinha o poder de conceder a vida no céu para aqueles que se comportaram com justiça na terra.
Osíris como Juiz dos Mortos, no Dia do Juízo Final, Do Papiro de Hunefer, 1285 AC.

Wallis Budge explica: "A crença de que Osíris era o juiz imparcial dos atos e palavras dos homens, que recompensou os justos e puniu os ímpios, governou sobre um céu que continha apenas os seres sem pecado, e que possuía o poder para fazer essas coisas, porque ele tinha vivido na terra, sofreu a morte e ressuscitou dentre os mortos, é tão antiga quanto a civilização dinástica no Egito ... "

-Wallis Budge, Osiris e a Ressurreição egípcio
O Dia do Juízo Final é um princípio central da religião cristã. As almas apresentaram perante o tribunal de Cristo. Aqueles que têm seguido seus ensinamentos durante suas vidas serão considerados justos e serão admitidos no céu. II Coríntios 5:10 diz: "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal [grifo nosso] de Cristo; para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que ele tem feito, seja ele bom ou mau. "

Representações de Cristo e Osíris como juiz são notavelmente semelhantes. De Michelangelo O Juízo Final tem muitas características comuns com o Dia do Juízo gravado em papiros egípcios e esculpidos nas paredes de tumbas.
Jesus no Dia do Juízo Final, da Capela Sistina, Michelangelo 1512.

Como juiz, Osíris foi sempre retratado na posição sentada, uma postura que se assemelha a descrições do Novo Testamento sobre o tribunal de Cristo.

Essas evidências revelam um profundo e até então desconhecido recorrente "Fenômeno Messiânico" que vem afetando o curso da civilização humana? Ao descobrir as semelhanças comuns às religiões egípcias e cristãs estão re-descobrindo as bases sagradas da tradição messiânica antiga que vem tentando acelerar o desenvolvimento cultural e espiritual do homem desde o início da história?
Ninguém sabe a origem da história de Osíris. Os primeiros relatos escritos de Osíris chegou até nós a partir de fontes fora do Egito por meio de historiadores antigos, como Diodoro da Sicília (1 º C. aC), Heródoto (5 º C. aC) e Plutarco (1 º C. AD). Estes escritores clássicos descrevem Osíris como um rei semi-divino, que ensinou homens e mulheres a viver de acordo com a lei de Maat e, cheio de amor pela humanidade, partiu em uma missão para viajar pelo mundo e trazer os benefícios da civilização para outras culturas.
 
A religião de Osíris provocou um renascimento entre os antigos Nilo-moradores cujos efeitos afetaram todas as facetas da sua sociedade primitiva. Ela incutiu neles um código moral elevado e uma inclinação para o amor fraternal e admiração sem precedentes na história da humanidade e inigualável por qualquer outra nação antiga.

Ele também promoveu uma filosofia altamente avançada. O corpo humano não era nem perfeito nem permanente, havia um elemento eterno, espiritual dentro dele que subiria - ressuscitaria - a partir do corpo em um reino espiritual mais elevado, desde que o seu comportamento  estivesse de acordo com um código moral elevado (Maat).Conseqüentemente, ele nunca se tornou muito apegado às coisas deste mundo. Esta é precisamente a mesma filosofia expressa na verdadeira religião do cristianismo (isto é, não a versão da Igreja),  vida, morte e ressurreição do Salvador Cristão.

Os egípcios comparam o espírito de Osíris com um pássaro celestial, muito parecido com o cristianismo que retrata a alma de Jesus como uma pomba branca e brilhante. Os egípcios chamavam o pássaro Benu, os gregos chamavam de Phoenix. Segundo a lenda esta magnífica criatura milagrosamente aparece no céu do leste durante a pontos fixos da história para anunciar o início de uma nova era mundial. Quando o pássaro em chamas é consumido pelo fogo e cinzas, surge 
triunfante da morte renovada e rejuvenescida.
Estudiosos acreditam unanimemente que o Phoenix era um símbolo de Osíris. O Filólogo alemão Adolf Erman explicou que "a alma de Osíris habita no pássaro Benu, o Phoenix" 4 A passagem dos Textos Coffin suporta esta observação: "Eu sou o grande Phoenix, que está em Ligado. Quem é ele? Ele é Osíris. O supervisor do que existe. Quem é ele? Ele é Osíris. "

Os atributos de Osíris como Phoenix são os mesmos atributos associados ao Messias cristão. Tanto o Phoenix coko o Messias aparecem no céu do leste (a estrela de Belém, surgiu no leste anunciando o Rei recém-nascido). Ambos ressuscitaram dos mortos. Ambos incorporam o tema da vida após a morte através da ressurreição. Ambos anunciam a estrela dos novos tempos. (Aparecimento de Cristo iniciou a idade atual:. DC / AD) Finalmente, e talvez o mais importante, ambos estão associados com a promessa de uma re-aparição. (cristãos estão atualmente esperando re-aparecimento de Cristo, isto é, a doutrina da Segunda Vinda ).

Qual é o significado por trás dos paralelos comuns entre o Phoenix e o Messias? Será que o mito de Phoenix consagram a sabedoria das aparições de um Salvador recorrente na história da humanidade, um Salvador, cuja vida, morte e ressurreição foi propositadamente concebido para acelerar o desenvolvimento da cultura humana? Existe uma tradição poderosa e bem guardada expressa no mito de Phoenix enigmático do Egito? Uma tradição que agora está na iminência de ser re-descoberto? 


A "primeira vez" de Osíris
Os egípcios associaram a primeira aparição do Phoenix com uma idade de ouro em sua história de fundação conhecida como Zep Tepi, a "First Time." Eles estavam convencidos de que os fundamentos da sua civilização foram estabelecidos durante esta época remota e gloriosa.


RT Rundle Clark, ex-professor de Egiptologia da Universidade de Manchester, comentou: "Qualquer coisa cuja existência ou autoridade tivesse que ser justificada ou explicada tinha que ser encaminhada para o" First Time ": fenômenos naturais, rituais, insígnias reais, planos dos templos, fórmulas mágicas ou médicas, sistema da escrita hieroglífica, calendário - tudo o que se relacionasse a esta  civilização ... Tudo foi estabelecido nos princípios estabelecidos no "First Time" - que foi, portanto, uma idade de ouro da perfeição absoluta ... "

-R. T. Rundle Clark, Mito e Símbolo,  no Egito Antigo
The First Time foi o período em que Osíris reinou como principal rei do Egito. Foi durante essa época que ele estabeleceu a lei (Maat) e iniciou o culto de Rá, o deus monoteísta do Egito. 
"O reino de Osíris era uma idade de ouro, o modelo para as gerações seguintes."

 
-R. T. Rundle Clark, mito e símbolo no Egito Antigo : Maat e o monoteísmoo
O "modelo para as gerações seguintes" estabelecidos por Osíris, foi a força motriz por trás da cultura egípcia durante milhares de anos.
 
O que exatamente significa a frase "a primeira vez" ? Poderia, eventualmente, ser uma referência arcana para a primeira aparição. Primeira Vinda do Salvador-cristão na Terra? Havia uma força orientadora messiânica por trás do aumento da cultura egípcia-A mesma força orientadora messiânica que inaugurou o império da cristandade? Foi o "First Time" uma época em que uma antiga tradição messiânica foi estabelecida? -A tradição visa revelar a sabedoria cultural, direito e verdade espiritual para a humanidade durante diferentes épocas históricas? É a terceira vez quase em cima de nós de novo? É a máquina do Salvador prestes a ativar mais uma vez, talvez pela terceira e última vez?

Richard Cassaro é autor do novo livro "Escrito em Pedra"