quarta-feira, 19 de junho de 2013

JESUS CRISTO E MARIA MADALENA [Cosmo]

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DOCUMENTOS DOS TEMPLÁRIOS RELATIVOS A MARIA MADALENA

Os templários escondiam os seus grandes segredos com incrível criatividade e engenhosidade. Um dos acadêmicos mais respeitados em relação ao Novo Testamento é, inegavelmente, Hugh Schonfield e ele demonstrou que os templários usavam o código conhecido com "Atbash Cipher". É interessante saber que muitos dos pergaminhos Qumran - do Mar Morto - estão cifrados com este mesmo código: 1000 anos antes da fundação da Organização templária.
Schonfield nos revela também, que se fizermos a aplicação deste código no nome do ídolo venerado pelos templários - Baphomet - ele se transformará na palavra grega SOPHIA. A tradução normal de Sophia é "sabedoria", mas existe uma outra tradução mais ao sabor dos templários...
Por partes: Sophia pode ser traduzido como "Chokmah" em hebreu. Chokmah é uma figura feminina que surge no "Livros dos Provérbios" do Velho Testamento. A Sophia grega é a consorte de Deus e quem tem sobre Deus um grande poder de persuasão. 

É a figura central da GNOSE e nos manuscritos de Nag Hammadi há um texto denominado PISTIS SOPHIA que está "intimamente" ligado à Maria Madalena! Madalena, sob a encarnação de Chokmah, é a "chave" para a compreensão da cabala. Para os gnósticos de Nag Hammadi, Madalena é a encarnação idealizada da Atena grega e da Isis egípcia, quem é chamada, às vezes, de SOPHIA. (The Divine Sophia: Isis, Achamot, Ialdabaoth - Lee Irwin).
Não se pode ou se deve tomar superficialmente, em relação aos templários, estas implicações relativas à tradução do código usado na palavra Baphomet. É notória a veneração templária ao Princípio Feminino e à Maria Madalena. N. Sinclair, pesquisador escocês escreveu: "Os templários criam vigorosamente no elemento feminino". 

Era tão grande esta crença e veneração, que os seus templos sempre possuíram a forma redonda por três motivos:
a) Acreditavam que o templo de Salomão possuía esta forma;
b) Era a forma do universo;
c) A forma feminina.

A documentação relativa à Maria Madalena
Como curiosidade inserimos aqui o que se encontra, documentado, a respeito de Maria Madalena.

"Suas relíquias foram encontradas enterradas na cripta da igreja de St. Maximin aos 9/12/1279 por Charles II d'Anjou, Conde de Provença. O que se designa como sendo o seu esqueleto foi descoberto num sarcófago de alabastro datado do século 15. A explicação está contida em documentação descoberta dentro do próprio sarcófago dizendo - em 710 a.D. o corpo de Maria Madalena foi escondido em outro sarcófago para protege-lo dos invasores sarracenos. O esqueleto ainda se encontra no seu caixão de pedra original na cripta da basílica, embora o seu crânio se encontre no relicário dourado dentro da sacristia".

Charles d'Anjou construiu a basílica e conseguiu a aprovação papal, colocando a igreja sob a proteção da Ordem Dominicana. A construção iniciou-se em 1295, mas nunca foi concluída. A idéia inicial de d'Anjou era fazer dali um centro de peregrinação voltado à Maria Madalena o que conseguiu, não tão famoso, entretanto, quanto o de Santiago de Compostela.
Outras curiosidades: 

Santa Bárbara foi retirada do rol dos santos como inexistente. É curioso notar que a sua imagem é a da própria Maria Madalena! As mesmas características reconhecidas pelos historiadores e pesquisadores: a longa cabeleira ondulada, a espada da iniciação, o manto vermelho da Grã-sacerdotisa da Igreja Nazarena (de Jesus) e... A Torre de Magdala aos seus pés, coroando os simbolismos.
Na Cave subterrânea da Basílica de Santa Maria Madalena, encontra-se a estátua de uma adolescente negra: Santa Sarah, a padroeira dos ciganos que ali festejam a sua festa.  Sarah quer dizer PRINCESA. Sarah, ou Thamaris seria a primogênita de Jesus e Maria Madalena, princesa da linha de David. Tem o rosto negro (chamam-na: a egípcia, por esta razão), devido ao "Cântico dos Cânticos" de Salomão, cujos versos cantam a herdeira do trono de David "cuja negra face não será reconhecida nas ruas". O Cântico dos Cânticos, também, é relacionado com o culto à Maria Madalena.
É curioso e emocionante notar que a estátua de Santa Sarah esteja sendo homenageada "no ventre" da Basílica dedicada à Santa Maria Madalena, supostamente, a sua mãe.
Curiosidade final: Foi no Languedoc ou da "langue d'oc" ( um patois latino ) que surgiu o português. Seria por esta razão que Camões cantou o português como sendo "a última flor de Lacio "inculta e bela?"

Bibliografia:
- O Santo Graal e a Linhagem Sagrada
 
  Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln - Ed. Nova Fronteira - 1982.
- The Templar Revalation - Lynn Picknett e Clive Prince - Ed. Touchstone - 1998
- The Woman with the Alabaster Jar - Margaret Starbird - Ed. Bear & Company, Inc. 1993 
 

Jornal Ordem Implicada

MARIA MADALENA CÓDIGO ARTES BOTICELLI

No quadro "Maria aos pés da Cruz", Boticelli empregou os seguintes códigos: Maria Madalena veste "capa cardinalícia". O vermelho, símbolo do status clerical, símbolo dos bispos, demonstra a reverência de Boticelli à Madalena, versado como foi nas artes esotéricas assimiladas de Verrochio (outra cor símbolo: o verde / fertilidade).
 
O anjo segura uma raposa pelo rabo: a raposa é o símbolo da "falsidade pia". Parece que Boticelli acreditava, como os gnósticos, que Jesus sobreviveu à crucifixão. Piero Alla Francesca, pintor renascentista, também pintou Madalena usando a "capa cardinalícia" - Madalena era "Grã-sacerdotiza Nazarite" pertencente à Igreja Nazarena a verdadeira religião de Jesus, o Nazareno. Não por haver nascido em Nazaré, inexistente naquela época e sim por pertencer à seita nazarena (outras seitas: zadoquitas, saduceus, essênios, etc).
 
Jean Cocteau, Grão Mestre do "Le Prieurè de Sion", autenticação feita por seu "protegè", o artista Alain Fèral (como da Vinci, Cocteau era um homossexual), sob o nome de João XXIII. Todos os grão-mestres do "Prieurè" usam o nome "João" e as grã-sacerdotizas (foram 4) de Joana.
 
Obra  Painel da igreja "Notre Dame de France" em Londres, Inglaterra.
Símbolos Crucifixão, mas não se vê o crucificado, somente as suas pernas.
Rosa Cruz Os pés são ornados por uma grande rosa azul/vermelha

Jean Cocteau se auto retratou dando as costas à cena, o aborrecimento estampado no seu rosto. Quatro soldados romanos, em poses épicas, um deles munido de um escudo com um falcão estilizado, lembrando o falcão egípcio (recordando Isis/Madalena? Madalena, simbolicamente, é confundida com os símbolos de Isis e das Virgens Negras). Aos pés dos soldados um tecido que serve de toalha para uns dados marcando o nº 58. Nos anais dos interrogatórios dos templários consta: CAPUTLVIIM - cabeça 58 M - Madalena sempre é retratada com um crânio, a letra M, supostamente um símbolo de Madalena (ou de Virgo?) e o nº 58, de simbolismo desconhecido. Na pedra ARA do altar, um enorme M. Maria, mãe de Jesus e Madalena, aos pés da cruz, também formam um M. Há um homem de perfil, cujo olho é um peixe. Cocteau, como os gnósticos, negaria a morte de Jesus na Cruz?

Lynn Picknnet and Clive Prince: The Templar Revelation
Ilustração: Santa Maria Madalena aos pés da cruz

Jornal Ordem Implicada